Reitor-mor
Também nós somos enviados. Os nossos locais de trabalho, bairros, famílias e amizades são as “cidades e lugares” onde Cristo quer ir, e manda-nos lá à sua frente para preparar o caminho.  
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14) para nós, educadores e evangelizadores, não é simplesmente uma narrativa moral sobre a soberba e a humildade, mas uma revelação profunda sobre como Deus nos encontra e sobre como somos chamados a transmitir essa experiência transformadora.
Esta passagem do Evangelho de Lucas, capítulo 11,37-41, narra-nos como Jesus, a caminho de Jerusalém, aceita o convite para jantar com o fariseu. Temos um diálogo que representa um momento de confronto entre duas visões da religiosidade: a formal, centrada nas prescrições rituais, e a do coração, proposta por Jesus.
Mensagem do Reitor-Mor para o mês de janeiro: A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos.
Nestes tempos, em que as notícias, diariamente, nos comunicam experiências de conflito, de guerra e de ódio, há o grande perigo de que acabemos por ser envolvidos numa leitura dos acontecimentos que se reduz somente ao nível político ou então nos limitemos a tomar posição a favor de uma parte ou de outra com argumentos que têm a ver com a nossa maneira de ver as coisas, com a nossa maneira de interpretar a realidade.
O mistério do Natal começa com um escândalo de amor: o grande que se faz pequeno. Não é uma imagem poética, mas a realidade mais espetacular da história humana.
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Reitor-mor
Também nós somos enviados. Os nossos locais de trabalho, bairros, famílias e amizades são as “cidades e lugares” onde Cristo quer ir, e manda-nos lá à sua frente para preparar o caminho.  
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14) para nós, educadores e evangelizadores, não é simplesmente uma narrativa moral sobre a soberba e a humildade, mas uma revelação profunda sobre como Deus nos encontra e sobre como somos chamados a transmitir essa experiência transformadora.
Esta passagem do Evangelho de Lucas, capítulo 11,37-41, narra-nos como Jesus, a caminho de Jerusalém, aceita o convite para jantar com o fariseu. Temos um diálogo que representa um momento de confronto entre duas visões da religiosidade: a formal, centrada nas prescrições rituais, e a do coração, proposta por Jesus.
Mensagem do Reitor-Mor para o mês de janeiro: A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos.
Nestes tempos, em que as notícias, diariamente, nos comunicam experiências de conflito, de guerra e de ódio, há o grande perigo de que acabemos por ser envolvidos numa leitura dos acontecimentos que se reduz somente ao nível político ou então nos limitemos a tomar posição a favor de uma parte ou de outra com argumentos que têm a ver com a nossa maneira de ver as coisas, com a nossa maneira de interpretar a realidade.
O mistério do Natal começa com um escândalo de amor: o grande que se faz pequeno. Não é uma imagem poética, mas a realidade mais espetacular da história humana.
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