Reitor-mor
Caríssimos leitores do Boletim Salesiano e amigos do carisma de Dom Bosco, do fundo do coração agradeço a todos pela simpatia e pela proximidade que mostram por Dom Bosco e por aqueles de nós que procuram continuar a sua missão na Igreja e no mundo.   
Publicado em Reitor-mor
Toda a pedagogia de Dom Bosco está contida nos “passeios outonais”. Familiaridade e camaradagem, alegria e festa. Tempo para caminhar, como se caminha ao longo da vida, e espaço para a conversação e a amizade. E a presença amável e bondosa de Dom Bosco.    
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“Salesiano é sinônimo de viver para os outros. É assim que os reconhecemos aqui. É assim que são. É assim que vivem”. Leia mais no artigo do Reitor-mor para o Boletim Salesiano de março.  
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“Na Índia encontrei rapazes fantásticos num centro de recuperação de incapacidades várias. As suas mãos que moldavam o ar em linguagem de sinais recordaram-me as asas dos anjos de Belém”: diz o Reitor-mor em sua mensagem de Natal aos leitores do Boletim Salesiano.  
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Todos os meses, o reitor-mor escreve aos leitores do Boletim Salesiano. No último artigo escrito por padre Pascual Chávez como superior dos Salesianos, ele escreve como se fosse o próprio Dom Bosco, retomando a figura de Maria durante toda a sua vida:   Há uma belíssima recordação da minha infância, aos nove ou 10 anos. Foi um sonho que deixou um sinal indelével na minha vida. Tinha visto um grupo de jovens atentos à brincadeira; de repente, porém, o passatempo degenerara em uma luta furiosa, com  socos, pontapés, palavrões e, infelizmente, blasfêmias. Eu partira para o ataque. Em seguida, um senhormajestoso interrompeu-me, indicando uma maneira bem diferente de fazer com que melhorassem. E apareceu uma maravilhosa senhora, afetuosa e bela: fez um sinal para que me aproximasse dela. Como eu estivesse confuso com a rápida sequência de cenas, tomou-me pela mão. O gesto de delicada bondade materna conquistou-me para sempre. Com muita simplicidade, posso dizer-te que jamais me separei dessa mão; ou melhor, sempre a tive bem apertada, até o fim.
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  Todos os meses, o reitor-mor escreve aos leitores do Boletim Salesiano um artigo para leitura e reflexão. No segundo ano de preparação para o bicentenário de Dom Bosco, a proposta é debruçar-se sobre a pedagogia do Santo dos Jovens, a partir de reflexões escritas em primeira pessoa. Veja o artigo de maio.   Graças também à presença materna de minha mãe na antiga casa Pinardi (onde teve início a obra salesiana), havia um estilo simples de relações humanas, feito de calor paciente, compreensão e correção, em perfeito estilo de família. Com tantos em casa, a disciplina era necessária para que tudo não acabasse em confusão incontrolável. Disciplina reduzida ao mínimo, mas “acordos claros e amizade longa” como ela, em sua inata sabedoria popular, condensava as suas conclusões.  
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Caríssimos leitores do Boletim Salesiano e amigos do carisma de Dom Bosco, do fundo do coração agradeço a todos pela simpatia e pela proximidade que mostram por Dom Bosco e por aqueles de nós que procuram continuar a sua missão na Igreja e no mundo.   
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Toda a pedagogia de Dom Bosco está contida nos “passeios outonais”. Familiaridade e camaradagem, alegria e festa. Tempo para caminhar, como se caminha ao longo da vida, e espaço para a conversação e a amizade. E a presença amável e bondosa de Dom Bosco.    
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“Salesiano é sinônimo de viver para os outros. É assim que os reconhecemos aqui. É assim que são. É assim que vivem”. Leia mais no artigo do Reitor-mor para o Boletim Salesiano de março.  
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“Na Índia encontrei rapazes fantásticos num centro de recuperação de incapacidades várias. As suas mãos que moldavam o ar em linguagem de sinais recordaram-me as asas dos anjos de Belém”: diz o Reitor-mor em sua mensagem de Natal aos leitores do Boletim Salesiano.  
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Todos os meses, o reitor-mor escreve aos leitores do Boletim Salesiano. No último artigo escrito por padre Pascual Chávez como superior dos Salesianos, ele escreve como se fosse o próprio Dom Bosco, retomando a figura de Maria durante toda a sua vida:   Há uma belíssima recordação da minha infância, aos nove ou 10 anos. Foi um sonho que deixou um sinal indelével na minha vida. Tinha visto um grupo de jovens atentos à brincadeira; de repente, porém, o passatempo degenerara em uma luta furiosa, com  socos, pontapés, palavrões e, infelizmente, blasfêmias. Eu partira para o ataque. Em seguida, um senhormajestoso interrompeu-me, indicando uma maneira bem diferente de fazer com que melhorassem. E apareceu uma maravilhosa senhora, afetuosa e bela: fez um sinal para que me aproximasse dela. Como eu estivesse confuso com a rápida sequência de cenas, tomou-me pela mão. O gesto de delicada bondade materna conquistou-me para sempre. Com muita simplicidade, posso dizer-te que jamais me separei dessa mão; ou melhor, sempre a tive bem apertada, até o fim.
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  Todos os meses, o reitor-mor escreve aos leitores do Boletim Salesiano um artigo para leitura e reflexão. No segundo ano de preparação para o bicentenário de Dom Bosco, a proposta é debruçar-se sobre a pedagogia do Santo dos Jovens, a partir de reflexões escritas em primeira pessoa. Veja o artigo de maio.   Graças também à presença materna de minha mãe na antiga casa Pinardi (onde teve início a obra salesiana), havia um estilo simples de relações humanas, feito de calor paciente, compreensão e correção, em perfeito estilo de família. Com tantos em casa, a disciplina era necessária para que tudo não acabasse em confusão incontrolável. Disciplina reduzida ao mínimo, mas “acordos claros e amizade longa” como ela, em sua inata sabedoria popular, condensava as suas conclusões.  
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