Reitor-mor
Esta passagem do Evangelho de Lucas, capítulo 11,37-41, narra-nos como Jesus, a caminho de Jerusalém, aceita o convite para jantar com o fariseu. Temos um diálogo que representa um momento de confronto entre duas visões da religiosidade: a formal, centrada nas prescrições rituais, e a do coração, proposta por Jesus.
Mensagem do Reitor-Mor para o mês de janeiro: A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos.
Nestes tempos, em que as notícias, diariamente, nos comunicam experiências de conflito, de guerra e de ódio, há o grande perigo de que acabemos por ser envolvidos numa leitura dos acontecimentos que se reduz somente ao nível político ou então nos limitemos a tomar posição a favor de uma parte ou de outra com argumentos que têm a ver com a nossa maneira de ver as coisas, com a nossa maneira de interpretar a realidade.
O mistério do Natal começa com um escândalo de amor: o grande que se faz pequeno. Não é uma imagem poética, mas a realidade mais espetacular da história humana.
A parábola do semeador, narrada nos Evangelhos sinóticos, é uma imagem poderosa e fundante da mensagem cristã. À primeira vista, poderia parecer uma simples alegoria sobre os diversos acolhimentos da Palavra de Deus. Todavia, a um olhar mais profundo, ela revela uma verdade radical, especialmente aplicada aos processos educativos e pastorais.
Na narrativa do Evangelho de João, capítulo 6, versículos 4-14, que apresenta o episódio da multiplicação dos pães, há alguns pormenores em que me detenho um pouco todas as vezes que medito ou comento esta passagem.
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Reitor-mor
Esta passagem do Evangelho de Lucas, capítulo 11,37-41, narra-nos como Jesus, a caminho de Jerusalém, aceita o convite para jantar com o fariseu. Temos um diálogo que representa um momento de confronto entre duas visões da religiosidade: a formal, centrada nas prescrições rituais, e a do coração, proposta por Jesus.
Mensagem do Reitor-Mor para o mês de janeiro: A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos.
Nestes tempos, em que as notícias, diariamente, nos comunicam experiências de conflito, de guerra e de ódio, há o grande perigo de que acabemos por ser envolvidos numa leitura dos acontecimentos que se reduz somente ao nível político ou então nos limitemos a tomar posição a favor de uma parte ou de outra com argumentos que têm a ver com a nossa maneira de ver as coisas, com a nossa maneira de interpretar a realidade.
O mistério do Natal começa com um escândalo de amor: o grande que se faz pequeno. Não é uma imagem poética, mas a realidade mais espetacular da história humana.
A parábola do semeador, narrada nos Evangelhos sinóticos, é uma imagem poderosa e fundante da mensagem cristã. À primeira vista, poderia parecer uma simples alegoria sobre os diversos acolhimentos da Palavra de Deus. Todavia, a um olhar mais profundo, ela revela uma verdade radical, especialmente aplicada aos processos educativos e pastorais.
Na narrativa do Evangelho de João, capítulo 6, versículos 4-14, que apresenta o episódio da multiplicação dos pães, há alguns pormenores em que me detenho um pouco todas as vezes que medito ou comento esta passagem.
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