Juventude
A Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora (SDB) e a Inspetoria Santa Catarina de Sena (FMA) realizaram, no domingo, 11 de novembro, no Colégio Salesiano Santa Teresinha, em São Paulo, o tradicional FEST (Festival da Juventude Salesiana), reunindo jovens de colégios salesianos, obras sociais, paróquias e oratórios de todo o estado de São Paulo, onde as inspetorias atuam.   Com o lema “Que vida vale a pena ser vivida?”, o encontro foi celebrado por toda a juventude católica do Brasil por ocasião do Dia Nacional da Juventude (DNJ).  O FEST reuniu cerca de 2 mil jovens que, durante todo o dia, participaram de atividades religiosas, como a santa missa, culturais e esportivas.   Em mais esta edição, o FEST cumpriu com a sua missão: reunir jovens para celebrar a vida a partir dos horizontes da fé e dos valores da pedagogia salesiana. Envolvidos pelo tema “Que vida vale a pena ser vivida?”, a juventude responde com a força e a credibilidade de quem já sabe o que quer: a vida que vale a pena ser vivida é a vida de Deus que nos faz novas criaturas a cada dia, discípulos - missionários do Seu Filho”, conta o delegado para a Pastoral Juvenil Salesiana da Inspetoria de Nossa Senhora Auxiliadora, padre  Alexandre Oliveira.   O método utilizado para o FEST foi o Ver-Julgar-Agir-Rever-Celebrar. O Ver-Julgar-Agir foi transmitido aos jovens durante os encontros Pré-FEST, com o apoio de um subsídio preparado pela Pastoral Juvenil Salesiana. O Celebrar foi o evento em si, realizado no Colégio Salesiano Santa Teresinha, e o Rever é a etapa pós FEST, em que serão avaliados os resultados e a continuidade do trabalho pastoral.   O FEST é uma ocasião muito salesiana para celebrar junto a toda juventude as maravilhas realizadas ao longo do ano. As várias atividades que se desenvolveram no FEST (dança, teatro, música, jogos) são uma síntese da ação pastoral que explicita o protagonismo juvenil e eficácia da pedagogia salesiana, marca do projeto educativo de Dom Bosco e Madre Mazzarello.   Inspetoria Salesiana de São Paulo   Leia também XVII Festival da Juventude Salesiana começa na próxima sexta (09)
Sexta, 16 Novembro 2012 12:00

Dom José Song Sui-Wan é sepultado em São Paulo

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O corpo de Dom José Song Sui-Wan, SDB, bispo emérito de São Gabriel da Cachoeira, AM, foi sepultado  nesta sexta-feira, 16 de novembro, no Jazigo dos Salesianos do Cemitério da Saudade, em Campinas. Dom José Song Sui-Wan, 71 anos, faleceu na tarde de quinta-feira, dia 15 de novembro, em Campinas, SP. O corpo  foi velado na Igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora (Liceu), em Campinas. Foi celebrada Missa de Corpo Presente às 7h e a Missa Exequial às 11h.   A nota do Setor de Imprensa da Arquidiocese de Campinas termina assim: "Unimo-nos em oração à família salesiana e à Diocese de São Gabriel da Cachoeira neste momento de dor, certos de que Deus acolhe seu servo Dom José Song Sui-Wan em seus braços misericordiosos".   Breve Biografia Dom José Song nasceu em Xangai, em 1941, em uma família católica da China. Com a chegada dos comunistas ao poder, em 1949, e a consequente perseguição religiosa, sua família refugiou-se em Hong Kong. Foi na ilha, então dominada pelos britânicos, que ele cursou o seminário. Temendo a devolução de Hong Kong ao governo chinês, o pai achou melhor ir para o maior país católico do mundo, levando a mulher e os seis filhos. A viagem, em um navio de carga, durou dois meses e meio. “No Rio, em 1959, tivemos a primeira imagem do Brasil: o Cristo Redentor, de braços abertos. Sentimos que seríamos bem acolhidos.”   A família se instalou na cidade de São Paulo. Dom Song aprendeu português em um seminário salesiano. Recebeu a ordenação sacerdotal em 1971 e passou por Araras, São Carlos, Campinas, Lorena, Cruzeiro e Lavrinhas, cidades do Interior paulista, trabalhando como pároco ou diretor de faculdades e colégios católicos. Nunca mais voltou ao seu país. Nos estudos foi Mestre em Filosofia e em Teologia, pela Pontifícia Universidade Salesiana, de Roma. Além do chinês e alguns de seus dialetos, dominava diversas línguas ocidentais: italiano, português, espanhol, inglês, francês, alemão, latim e grego.   Foi ordenado bispo em 2002 e logo enviado para São Gabriel da Cachoeira. No início, ficou assustado com a missão. Sob sua responsabilidade está uma diocese maior que o Estado de Santa Catarina. Teve de acostumar-se a uma região onde, na maioria das vezes, só chega aos fiéis por rio. A aldeia mais próxima fica a quatro horas de barco. Algumas viagens duram duas semanas.   Dom Song, após a renúncia, por motivo de saúde, retornou à Inspetoria Salesiana de São Paulo e residiu em Araras. Agravando seu estado de saúde e necessitando de contínuo acompanhamento de enfermeiros, foi transferido para o Liceu Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas. Além do Parkinson, que o fazia sofrer muito e o deixou  mais debilitado, foi constatado um tumor na região do fígado. Em outubro foi internado para se preparar para a cirurgia. Foi operado, ficou na UTI do hospital por mais de uma semana, foi para o quarto do hospital e no dia seguinte teve de retornar à UTI. Ontem foi constatada uma infecção generalizada que o levou a óbito.   CNBB  
Cristina Suzuki , ex-aluna do curso de Educação Artística da Faculdades Integradas Coração de Jesus de Santo André (FAINC),  apresenta a exposição “Coletânea”, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). A exposição traz instalações, objetos, fotografias e vídeos que tratam de variadas faces do contemporâneo, como a busca da felicidade, as gírias e gentilezas encontradas nas músicas que ecoam em sua mente. A artista apresenta séries inéditas vindas do cotidiano e influenciadas por músicas muito presentes em seus diálogos visuais.   Cristina concluiu o curso de Artes Plásticas na FAINC, em 1990. A artista declara que sempre teve uma aptidão maior para as artes, porém não muito consciente. “Na FAINC pude explorar e redescobrir esta aptidão de maneira a vislumbrar a possibilidade profissional das artes plásticas”, ressalta.   Bacharel em Artes Plásticas, Cristina Suzuki, teve dois de seus projetos selecionados para o I Prêmio Dahruj de Expressão Tridimensional no ano de 1990. Recebeu menção honrosa no XXX Salão de Arte de SBC e no Salão ACM, em 1991.   SERVIÇO Exposição: “Coletânea” Local: PUC -  Rua Monte Alegre, 984, Perdizes, São Paulo, SP Data: 05 de novembro a 15 de dezembro Horário: de segunda à sexta-feira, das 9h às 22h e aos sábados, das 9h às 17h.
Um grupo de 14 alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, PE, destacou-se na fase final da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Entre eles, Maria Eduarda Tolentino e Félix Matheus Filho, ambos do 9º ano, que conseguiram a medalha de ouro do nível 3. No nível 4, os destaques foram os alunos Matheus de Araújo, do 1º ano do ensino médio, Lucas Rocha, do 3º ano do ensino médio, Caio Guimarães, também do 3º ano (todos os três com a medalha de prata), além de Lucas Cardoso, do 2º ano do ensino médio, que obteve a medalha de bronze. Os alunos medalhistas do nível 4  participarão de um treinamento a distância e, posteriormente, de um prova de seleção para integrarem as equipes que representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Olimpíada Latino-americana de Astronomia e Astronáutica, previstas para 2013.   RSE Informa
Os alunos do Instituto Maria Auxiliadora de Porto Alegre, RS, receberam o Ícone de Nossa Senhora e a Cruz Peregrina, símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na manhã do dia 1º de novembro. A acolhida, que reuniu também jovens de outras escolas católicas, foi realizada na capela da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul. O encontro contou com animação musical e o aprofundamento do sentido da cruz na vida da juventude, com reflexão conduzida pelo padre salesiano Marcos Sandrini. O ponto alto do encontro se deu com a celebração de envio que os jovens realizaram em duplas diante da Cruz, assumindo o lema da JMJ 2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”. Nas palavras do estudante salesiano Arthur Peres, do 6º ano, “o encontro ajudou os jovens a fortaleceram a própria fé”.   Visita solidária   Os símbolos continuaram seu percurso pela Capital gaúcha durante a tarde. Foram levados para a Casa Fonte Colombo, um centro de promoção de pessoas soropositivas gerenciado pelos freis capuchinhos. Um grupo de alunos do IMA esteve também na casa. Os estudantes salesianos se socializaram com os atendidos, rezaram juntos e escreveram agradecimentos em fitas que posteriormente foram afixadas no Ícone de Maria.   “Rezar juntamente com as pessoas soropositivas foi um momento muito significativo, pois elas carregam diariamente, com muita esperança, a cruz da doença. Com o testemunho dessas pessoas, pensei o quanto tenho que crescer na fé. Foi muito legal!”, afirmou a aluna Luana Garcia, do 7º ano.   RSE Informa
Rick Barradas Badra, ex-aluno do Colégio Dom Bosco de Piracicaba, SP, lançou neste ano o seu primeiro livro. A obra, que teve lançamento na 22ª Bienal do Livro de São Paulo, em agosto, saiu pela Editora Schoba. Intitulado “Ao caminhar”, o livro relata a experiência vivida por ele em comunidades indígenas da Bolívia e da Argentina. Rick escreveu sobre o cotidiano das comunidades por onde passou, observando a relação das pessoas com a cultura e com os aspectos históricos, geográficos e arqueológicos.   O livro é o Capítulo 5 de um trabalho de conclusão de curso. O jornal "O Estado de São Paulo" escolheu na Bienal cinco livros com o tema “Viagem”, entre eles o livro do ex-aluno salesiano. “Eu não pensava em escrever um livro. Gostaria muito de escrever outro, por enquanto não há nada pensado. Não tenho muita pretensão, aos poucos as coisas vão acontecendo”, explica Rick.   Trajetória Rick Badra é natural de Guarajá Mirim, em Rondônia, onde estudou até o ano de 2001. A família mudou-se para Piracicaba em 2002, quando então o escritor cursou o ensino médio em colégios particulares da cidade, um ano em cada escola. O terceiro ano, em 2004, foi cursado no Dom Bosco Cidade Alta (DBCA), onde, segundo Rick, situam-se as melhores recordações de sua vida escolar: “No Dom Bosco, o lado humano é muito acentuado, foi lá que meu círculo de amizades se expandiu. Meus melhores amigos são os colegas dos tempos do Dom Bosco. Hoje percebo nitidamente que a formação integral, tão esperada pelos pais, de fato é promovida pelo colégio.” O ex-aluno é formado em Gestão Ambiental, pela Universidade Federal do Paraná, e pretende fazer o mestrado na Universidade de São Paulo (USP).   RSE Informa
Juventude
A Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora (SDB) e a Inspetoria Santa Catarina de Sena (FMA) realizaram, no domingo, 11 de novembro, no Colégio Salesiano Santa Teresinha, em São Paulo, o tradicional FEST (Festival da Juventude Salesiana), reunindo jovens de colégios salesianos, obras sociais, paróquias e oratórios de todo o estado de São Paulo, onde as inspetorias atuam.   Com o lema “Que vida vale a pena ser vivida?”, o encontro foi celebrado por toda a juventude católica do Brasil por ocasião do Dia Nacional da Juventude (DNJ).  O FEST reuniu cerca de 2 mil jovens que, durante todo o dia, participaram de atividades religiosas, como a santa missa, culturais e esportivas.   Em mais esta edição, o FEST cumpriu com a sua missão: reunir jovens para celebrar a vida a partir dos horizontes da fé e dos valores da pedagogia salesiana. Envolvidos pelo tema “Que vida vale a pena ser vivida?”, a juventude responde com a força e a credibilidade de quem já sabe o que quer: a vida que vale a pena ser vivida é a vida de Deus que nos faz novas criaturas a cada dia, discípulos - missionários do Seu Filho”, conta o delegado para a Pastoral Juvenil Salesiana da Inspetoria de Nossa Senhora Auxiliadora, padre  Alexandre Oliveira.   O método utilizado para o FEST foi o Ver-Julgar-Agir-Rever-Celebrar. O Ver-Julgar-Agir foi transmitido aos jovens durante os encontros Pré-FEST, com o apoio de um subsídio preparado pela Pastoral Juvenil Salesiana. O Celebrar foi o evento em si, realizado no Colégio Salesiano Santa Teresinha, e o Rever é a etapa pós FEST, em que serão avaliados os resultados e a continuidade do trabalho pastoral.   O FEST é uma ocasião muito salesiana para celebrar junto a toda juventude as maravilhas realizadas ao longo do ano. As várias atividades que se desenvolveram no FEST (dança, teatro, música, jogos) são uma síntese da ação pastoral que explicita o protagonismo juvenil e eficácia da pedagogia salesiana, marca do projeto educativo de Dom Bosco e Madre Mazzarello.   Inspetoria Salesiana de São Paulo   Leia também XVII Festival da Juventude Salesiana começa na próxima sexta (09)
Sexta, 16 Novembro 2012 12:00

Dom José Song Sui-Wan é sepultado em São Paulo

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O corpo de Dom José Song Sui-Wan, SDB, bispo emérito de São Gabriel da Cachoeira, AM, foi sepultado  nesta sexta-feira, 16 de novembro, no Jazigo dos Salesianos do Cemitério da Saudade, em Campinas. Dom José Song Sui-Wan, 71 anos, faleceu na tarde de quinta-feira, dia 15 de novembro, em Campinas, SP. O corpo  foi velado na Igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora (Liceu), em Campinas. Foi celebrada Missa de Corpo Presente às 7h e a Missa Exequial às 11h.   A nota do Setor de Imprensa da Arquidiocese de Campinas termina assim: "Unimo-nos em oração à família salesiana e à Diocese de São Gabriel da Cachoeira neste momento de dor, certos de que Deus acolhe seu servo Dom José Song Sui-Wan em seus braços misericordiosos".   Breve Biografia Dom José Song nasceu em Xangai, em 1941, em uma família católica da China. Com a chegada dos comunistas ao poder, em 1949, e a consequente perseguição religiosa, sua família refugiou-se em Hong Kong. Foi na ilha, então dominada pelos britânicos, que ele cursou o seminário. Temendo a devolução de Hong Kong ao governo chinês, o pai achou melhor ir para o maior país católico do mundo, levando a mulher e os seis filhos. A viagem, em um navio de carga, durou dois meses e meio. “No Rio, em 1959, tivemos a primeira imagem do Brasil: o Cristo Redentor, de braços abertos. Sentimos que seríamos bem acolhidos.”   A família se instalou na cidade de São Paulo. Dom Song aprendeu português em um seminário salesiano. Recebeu a ordenação sacerdotal em 1971 e passou por Araras, São Carlos, Campinas, Lorena, Cruzeiro e Lavrinhas, cidades do Interior paulista, trabalhando como pároco ou diretor de faculdades e colégios católicos. Nunca mais voltou ao seu país. Nos estudos foi Mestre em Filosofia e em Teologia, pela Pontifícia Universidade Salesiana, de Roma. Além do chinês e alguns de seus dialetos, dominava diversas línguas ocidentais: italiano, português, espanhol, inglês, francês, alemão, latim e grego.   Foi ordenado bispo em 2002 e logo enviado para São Gabriel da Cachoeira. No início, ficou assustado com a missão. Sob sua responsabilidade está uma diocese maior que o Estado de Santa Catarina. Teve de acostumar-se a uma região onde, na maioria das vezes, só chega aos fiéis por rio. A aldeia mais próxima fica a quatro horas de barco. Algumas viagens duram duas semanas.   Dom Song, após a renúncia, por motivo de saúde, retornou à Inspetoria Salesiana de São Paulo e residiu em Araras. Agravando seu estado de saúde e necessitando de contínuo acompanhamento de enfermeiros, foi transferido para o Liceu Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas. Além do Parkinson, que o fazia sofrer muito e o deixou  mais debilitado, foi constatado um tumor na região do fígado. Em outubro foi internado para se preparar para a cirurgia. Foi operado, ficou na UTI do hospital por mais de uma semana, foi para o quarto do hospital e no dia seguinte teve de retornar à UTI. Ontem foi constatada uma infecção generalizada que o levou a óbito.   CNBB  
Cristina Suzuki , ex-aluna do curso de Educação Artística da Faculdades Integradas Coração de Jesus de Santo André (FAINC),  apresenta a exposição “Coletânea”, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). A exposição traz instalações, objetos, fotografias e vídeos que tratam de variadas faces do contemporâneo, como a busca da felicidade, as gírias e gentilezas encontradas nas músicas que ecoam em sua mente. A artista apresenta séries inéditas vindas do cotidiano e influenciadas por músicas muito presentes em seus diálogos visuais.   Cristina concluiu o curso de Artes Plásticas na FAINC, em 1990. A artista declara que sempre teve uma aptidão maior para as artes, porém não muito consciente. “Na FAINC pude explorar e redescobrir esta aptidão de maneira a vislumbrar a possibilidade profissional das artes plásticas”, ressalta.   Bacharel em Artes Plásticas, Cristina Suzuki, teve dois de seus projetos selecionados para o I Prêmio Dahruj de Expressão Tridimensional no ano de 1990. Recebeu menção honrosa no XXX Salão de Arte de SBC e no Salão ACM, em 1991.   SERVIÇO Exposição: “Coletânea” Local: PUC -  Rua Monte Alegre, 984, Perdizes, São Paulo, SP Data: 05 de novembro a 15 de dezembro Horário: de segunda à sexta-feira, das 9h às 22h e aos sábados, das 9h às 17h.
Um grupo de 14 alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, PE, destacou-se na fase final da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Entre eles, Maria Eduarda Tolentino e Félix Matheus Filho, ambos do 9º ano, que conseguiram a medalha de ouro do nível 3. No nível 4, os destaques foram os alunos Matheus de Araújo, do 1º ano do ensino médio, Lucas Rocha, do 3º ano do ensino médio, Caio Guimarães, também do 3º ano (todos os três com a medalha de prata), além de Lucas Cardoso, do 2º ano do ensino médio, que obteve a medalha de bronze. Os alunos medalhistas do nível 4  participarão de um treinamento a distância e, posteriormente, de um prova de seleção para integrarem as equipes que representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Olimpíada Latino-americana de Astronomia e Astronáutica, previstas para 2013.   RSE Informa
Os alunos do Instituto Maria Auxiliadora de Porto Alegre, RS, receberam o Ícone de Nossa Senhora e a Cruz Peregrina, símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na manhã do dia 1º de novembro. A acolhida, que reuniu também jovens de outras escolas católicas, foi realizada na capela da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul. O encontro contou com animação musical e o aprofundamento do sentido da cruz na vida da juventude, com reflexão conduzida pelo padre salesiano Marcos Sandrini. O ponto alto do encontro se deu com a celebração de envio que os jovens realizaram em duplas diante da Cruz, assumindo o lema da JMJ 2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”. Nas palavras do estudante salesiano Arthur Peres, do 6º ano, “o encontro ajudou os jovens a fortaleceram a própria fé”.   Visita solidária   Os símbolos continuaram seu percurso pela Capital gaúcha durante a tarde. Foram levados para a Casa Fonte Colombo, um centro de promoção de pessoas soropositivas gerenciado pelos freis capuchinhos. Um grupo de alunos do IMA esteve também na casa. Os estudantes salesianos se socializaram com os atendidos, rezaram juntos e escreveram agradecimentos em fitas que posteriormente foram afixadas no Ícone de Maria.   “Rezar juntamente com as pessoas soropositivas foi um momento muito significativo, pois elas carregam diariamente, com muita esperança, a cruz da doença. Com o testemunho dessas pessoas, pensei o quanto tenho que crescer na fé. Foi muito legal!”, afirmou a aluna Luana Garcia, do 7º ano.   RSE Informa
Rick Barradas Badra, ex-aluno do Colégio Dom Bosco de Piracicaba, SP, lançou neste ano o seu primeiro livro. A obra, que teve lançamento na 22ª Bienal do Livro de São Paulo, em agosto, saiu pela Editora Schoba. Intitulado “Ao caminhar”, o livro relata a experiência vivida por ele em comunidades indígenas da Bolívia e da Argentina. Rick escreveu sobre o cotidiano das comunidades por onde passou, observando a relação das pessoas com a cultura e com os aspectos históricos, geográficos e arqueológicos.   O livro é o Capítulo 5 de um trabalho de conclusão de curso. O jornal "O Estado de São Paulo" escolheu na Bienal cinco livros com o tema “Viagem”, entre eles o livro do ex-aluno salesiano. “Eu não pensava em escrever um livro. Gostaria muito de escrever outro, por enquanto não há nada pensado. Não tenho muita pretensão, aos poucos as coisas vão acontecendo”, explica Rick.   Trajetória Rick Badra é natural de Guarajá Mirim, em Rondônia, onde estudou até o ano de 2001. A família mudou-se para Piracicaba em 2002, quando então o escritor cursou o ensino médio em colégios particulares da cidade, um ano em cada escola. O terceiro ano, em 2004, foi cursado no Dom Bosco Cidade Alta (DBCA), onde, segundo Rick, situam-se as melhores recordações de sua vida escolar: “No Dom Bosco, o lado humano é muito acentuado, foi lá que meu círculo de amizades se expandiu. Meus melhores amigos são os colegas dos tempos do Dom Bosco. Hoje percebo nitidamente que a formação integral, tão esperada pelos pais, de fato é promovida pelo colégio.” O ex-aluno é formado em Gestão Ambiental, pela Universidade Federal do Paraná, e pretende fazer o mestrado na Universidade de São Paulo (USP).   RSE Informa