Salesianidade
  Padre Wolfgang Gruen, SDB, faz parte da chamada “segunda geração” de salesianos. Doutor honoris causa em Ciências Teológicas e Bíblicas pela Università Pontificia Salesiana (UPS) de Roma e professor aposentado da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), padre Gruen, ao conceder essa entrevista ao Boletim Salesiano, não se limitou a reproduzir a história aprendida em livros. Na contagem do tempo e no resgate da história, seu relato traz como apêndice uma filigrana da riqueza salesiana, e que diz respeito à distância temporal entre nós e o Santo dos Jovens. “Há uma primeira geração de salesianos, que é a dos que conviveram com Dom Bosco. Aos 86 anos, eu sou sobrevivente da segunda geração, dos que conviveram com salesianos da primeira, ouviram suas experiências com o santo. Os demais são da terceira geração. Meu primeiro inspetor, quando eu ainda era menino, aluno do Salesian College de Londres, Battersea, foi o padre Eneias Tozzi, ex-aluno de Dom Bosco. Contou-me como se tornou aluno do Santo; mais tarde, no meu noviciado, em 1943, encontrei essa história nas Memórias Biográficas de Dom Bosco. Como aluno do Santa Rosa de Niterói, confessava-me religiosamente toda semana com o padre Frederico Gioia, também ex-aluno de Dom Bosco”, rememora padre Gruen. Segue a íntegra da entrevista concedida por padre Wolfgang Gruen ao Boletim Salesiano, a partir da questão: “Na sua visão e experiência, qual foi a importância da chegada dos salesianos no Brasil e, também, qual foi a grande contribuição dos salesianos para o país?”.  
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Em preparação às comemorações pelo bicentenário de nascimento do fundador da Família Salesiana, São João Bosco, o reitor-mor dos Salesianos propôs um itinerário formativo. A proposta é que, a cada 16 de agosto (data de nascimento de Dom Bosco) e durante todo o ano subsequente, seja estudado um tema diferente. Para o período de 16 de agosto de 2012 a 15 de agosto de 2013, as reflexões devem ser feitas com a temática “Pedagogia de Dom Bosco”. Com o objetivo de subsidiar essas discussões com os alunos das escolas e obras sociais salesianas, o Boletim Salesiano inicia uma nova série sobre o tema. Neste artigo de abertura, padre João Mendonça, SDB, destaca as características da prática pedagógica de Dom Bosco: a disponibilidade, a simpatia e o diálogo com os jovens.
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  Padre Wolfgang Gruen, SDB, faz parte da chamada “segunda geração” de salesianos. Doutor honoris causa em Ciências Teológicas e Bíblicas pela Università Pontificia Salesiana (UPS) de Roma e professor aposentado da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), padre Gruen, ao conceder essa entrevista ao Boletim Salesiano, não se limitou a reproduzir a história aprendida em livros. Na contagem do tempo e no resgate da história, seu relato traz como apêndice uma filigrana da riqueza salesiana, e que diz respeito à distância temporal entre nós e o Santo dos Jovens. “Há uma primeira geração de salesianos, que é a dos que conviveram com Dom Bosco. Aos 86 anos, eu sou sobrevivente da segunda geração, dos que conviveram com salesianos da primeira, ouviram suas experiências com o santo. Os demais são da terceira geração. Meu primeiro inspetor, quando eu ainda era menino, aluno do Salesian College de Londres, Battersea, foi o padre Eneias Tozzi, ex-aluno de Dom Bosco. Contou-me como se tornou aluno do Santo; mais tarde, no meu noviciado, em 1943, encontrei essa história nas Memórias Biográficas de Dom Bosco. Como aluno do Santa Rosa de Niterói, confessava-me religiosamente toda semana com o padre Frederico Gioia, também ex-aluno de Dom Bosco”, rememora padre Gruen. Segue a íntegra da entrevista concedida por padre Wolfgang Gruen ao Boletim Salesiano, a partir da questão: “Na sua visão e experiência, qual foi a importância da chegada dos salesianos no Brasil e, também, qual foi a grande contribuição dos salesianos para o país?”.  
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Em preparação às comemorações pelo bicentenário de nascimento do fundador da Família Salesiana, São João Bosco, o reitor-mor dos Salesianos propôs um itinerário formativo. A proposta é que, a cada 16 de agosto (data de nascimento de Dom Bosco) e durante todo o ano subsequente, seja estudado um tema diferente. Para o período de 16 de agosto de 2012 a 15 de agosto de 2013, as reflexões devem ser feitas com a temática “Pedagogia de Dom Bosco”. Com o objetivo de subsidiar essas discussões com os alunos das escolas e obras sociais salesianas, o Boletim Salesiano inicia uma nova série sobre o tema. Neste artigo de abertura, padre João Mendonça, SDB, destaca as características da prática pedagógica de Dom Bosco: a disponibilidade, a simpatia e o diálogo com os jovens.
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