Ex-alunos salesianos fazem sucesso nos EUA

Thursday, 19 January 2017 15:34 Written by  Diego Gavazzi – RSE Informa
Quem passa pelo Instituto São José de Resende, RJ tem um encontro marcado com o sucesso. E ele não tem lugar para acontecer, pois pode ultrapassar limites e fronteiras. É o caso de três ex-alunos que estão cursando o ensino superior nos Estados Unidos. Matheus Paiva, Pedro Faria e Rafael Duizit compartilham agora com a escola um pouco dessa experiência de viver e estudar no Exterior. Em comum, o futebol como porta de entrada, a saudade da família e a certeza de um futuro cheio de desafios e conquistas.

Sonho realizado

Aos 21 anos, Matheus Paiva Porto de Oliveira está realizado nas terras do Tio Sam. “Sempre foi meu sonho estudar e jogar futebol aqui”, diz o aluno da York College. A universidade fica em York, cidade do estado de Nebraska de aproximadamente 8.000 habitantes. O ex-aluno da Rede Salesiana concluiu o ensino médio em Resende em 2012 e chegou aos Estados Unidos em 2014, onde cursa "Communications with Business", um curso semelhante ao de administração no Brasil, com ênfase em marketing.

 

A oportunidade surgiu com uma seletiva de futebol promovida por uma empresa de marketing esportivo aqui no Brasil. A habilidade de Matheus com a bola chamou a atenção dos norte-americanos, que ofereceram uma bolsa de estudos para que ele frequentasse as aulas e fizesse parte do time da universidade. Mas não seria tão simples: o caminho até lá ainda guardava um desafio. “Foi um processo que durou uns seis meses, porque além de passar no teste do futebol, tive que revisar tudo o que sabia de inglês para fazer a prova do Toefl, um exame que comprova se você domina o idioma o suficiente para estudar lá”, explicou.

 

Os primeiros dias foram, ao mesmo tempo, difíceis e especiais. Difícil por causa da distância, dos hábitos alimentares diferentes e do idioma. Especiais, porque tudo é novidade. Mesmo um pouco nervoso, Matheus conta que se adaptou rápido. “Eu já tinha morado fora de Resende, mas nada comparado a essa experiência. Dois conselhos que dou: tentar conversar, mesmo envergonhado, e fazer amigos”, disse o jovem. Durante a pré-temporada esportiva, fora do período de aulas, Matheus treina com a equipe de segunda a sábado, três vezes por dia. Já é um dos destaques do time, chegou a marcar três gols em um jogo. A ginga brasileira ajuda. “Sempre que falo que sou brasileiro, sou tratado com muita simpatia. Me perguntam do futebol e do carnaval, e como é a vida em nosso país”, afirma o atleta.

 

O ex-aluno garante ainda que carrega com ele muitos aprendizados dos tempos de salesiano. “As aulas de inglês foram eficientes para mim, mas o valor que está sendo mais importante aqui é o espírito salesiano de respeitar o próximo, de estar sempre de bem com a vida, isso me ajuda a ser uma pessoa agradável e a fazer amigos com facilidade”, diz Matheus. Ele pretende continuar nos Estados Unidos depois da faculdade, principalmente se receber uma proposta de emprego. Hoje, sente muita saudade da família, dos amigos, e da namorada, mas sabe que esse sacrifício será recompensado. “Tenho certeza de que esse curso será um diferencial na minha carreira e vai me trazer coisas boas no futuro”, concluiu o ex-aluno.

 

Se sentindo em casa

Rio de Janeiro. Um campeonato de futebol com jovens atletas é acompanhado de perto por 10 treinadores norte-americanos ansiosos por encontrar aqui talentos para suas equipes universitárias. Em campo, Pedro Henrique Faria Rodrigues, ex-aluno salesiano. Os três gols em cinco jogos, aliados a vídeos com lances de outros torneios, o ajudaram a receber propostas de bolsas de estudo de cinco faculdades nos Estados Unidos. Mas aquela que o agradou mais não fazia parte dessa lista. Ele conseguiu uma vaga na universidade Judson, em Elgin, perto de Chicago, no estado de Illnois. “A localização é ótima, o treinador tem um currículo vitorioso e o programa de futebol deles é muito bom". Pedro chegou em agosto do ano passado para cursar Business e integrar o time de futebol, mas acabou se machucando e ainda não entrou em campo. Rompeu os ligamentos do joelho direito e conta com todo o suporte da instituição para se recuperar, com exercícios e fisioterapia. E já reparou a principal diferença para os treinos no Brasil. “Lá eles focam muito na parte física, então todos os jogadores acabam desenvolvendo grande força e resistência”, explicou.

 

O acesso à faculdade também envolveu provas, além do desempenho no esporte. Os seis brasileiros no time de futebol facilitaram a adaptação. O idioma é que pegou um pouco. “A gente acha que sabe tudo de inglês, e quando chega aqui vê que ainda precisa aprender muito. Mas hoje já me sinto bem mais confortável com relação a isso”. O estilo da universidade e a boa convivência da comunidade educativa foram outros aspectos que fizeram com que Pedro se sentisse em casa. “Eles também priorizam a formação integral do aluno e, como sempre, aprendi isso no Salesiano, foi fácil me enturmar com os amigos e com a metodologia de trabalho dos educadores”, afirmou Pedro. Só falta se acostumar com o frio de 15 graus negativos.

 

Atualmente com 18 anos, ele acorda por volta de oito da manhã e encara dois treinos diários de futebol. Isso na pré-temporada. Quando as aulas começam, aí tem estudo pela manhã e à tarde. Ser brasileiro é um privilégio. “Todo mundo me trata muito bem, não tive nenhum problema até agora”. Ainda no início do curso, Pedro tem ainda aproximadamente quatro anos pela frente até a formatura, e ainda tem vontade de ser jogador profissional de futebol. “Tenho idade e condições pra isso. Então, enquanto eu puder, vou batalhar pra alcançar esse objetivo”, disse o atleta. Mas, se não der certo, pretende trabalhar com gestão esportiva, e sabe que o diploma será importante. “Esse curso vai me abrir muitas portas no Brasil e no Exterior, e pretendo aproveitar tudo da melhor forma possível”.

 

Do que sente mais falta? Família, amigos e comida brasileira. “É difícil achar um arroz e feijão por lá, nada substitui a comida de casa, né?”, completa.

 

Uma experiência incrível

“Uma vez, ao me identificar como brasileiro, uma senhora me perguntou se eu já tinha sido infectado com o Zika Vírus, e se ele já havia atingido todo o país”, lembra Rafael Duizit Mentzingen, que concluiu o ensino médio no Instituto São José em 2013. Essa é uma das situações curiosas que ele vivenciou nos Estados Unidos, onde estuda desde 2015. Rafael cursa Economia e Finanças na Bryan College, em Dayton, estado do Tennessee. O futebol também teve papel fundamental no ingresso na faculdade. “A decisão de vir para os EUA foi baseada, sim, na parte esportiva, mesmo porque é com a bolsa esportiva que eu consigo pagar os meus estudos aqui. O processo foi intermediado por uma empresa que fez contato com algumas universidades americanas. Após analisar as propostas, decidi por assinar com o Bryan College", explicou o ex-aluno salesiano.

 

A adaptação nunca é instantânea. Rafael destaca que as amizades e o companheirismo da equipe de futebol foram fundamentais. Os costumes e o idioma foram sendo incorporados aos poucos, com o passar dos meses. “A gente chega sempre com aquele frio na barriga, de enfrentar uma experiência nova, encarar o desconhecido, mas com o tempo e o fortalecimento das relações vai ficando tudo mais fácil”, diz o atleta.

 

Ele acorda todo dia às 7h15min da manhã. Toma café na faculdade e fica em sala de aula de 8 às 12h. O almoço também é na universidade, que vem seguido de um tempo de descanso no quarto até o treino de futebol que vai das 15h30min até as 18h. “Dependendo de como estiver me sentindo, passo na sala de fisioterapia para sessões de gelo e massagem”, explica Rafael. Depois do jantar no refeitório da faculdade, ele estuda e fica com os amigos no tempo livre. “Jogamos sinuca e às vezes comemos alguma coisa na lanchonete para fechar o dia”. Rotina cercada de valores cristãos, base da filosofia de ensino da Bryan College. E que o Rafael já conhecia muito bem. “A educação salesiana que recebi em Resende por 13 anos, tem sido útil pra mim aqui, pois a universidade educa da mesma forma, ensinando valores junto com o conteúdo dos cursos”, disse o jovem.

 

Ainda restam pouco mais de dois anos para a conclusão da faculdade. Rafael, hoje com 20 anos, pretende permanecer nos Estados Unidos para uma pós-graduação de um ano e meio. Finalizada mais essa etapa, ele quer tentar um emprego na Europa para trabalhar por um tempo. “Depois disso, vou esperar o que aparecer de melhor para minha carreira profissional”, planeja. Assim como os colegas, Rafael sente falta da família e da culinária brasileira. Mas tudo vale a pena. “Não é só estudar fora, é viajar, entrar em contato com outras culturas, entender o quão pouco nos conhecemos. Sair da zona de conforto, morar sozinho, aprender outra língua, aceitar os costumes do outro ... são aspectos que fazem dessa uma experiência incrível”, completa.

 

Mais um na lista

O próximo ex-aluno salesiano a embarcar para os Estados Unidos é Fernando Moreira, que completou o ensino médio em 2015. O jovem parte ainda em janeiro para a Carolina do Norte, para estudar Economia na Mars Hill University. A forma de ingresso foi parecida, com exames de idioma e bolsa de estudo esportiva, mas com uma diferença: Fernando não vai representar a universidade no futebol, e sim no tênis, modalidade que ele pratica desde a infância. “Estou ansioso, conversando com colegas que estudam lá, torcendo para tudo dar certo”.

Fonte: Diego Gavazzi - RSE Informa

 

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Last modified on Thursday, 09 March 2017 17:30

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Thursday, 19 January 2017 15:34 Written by  Diego Gavazzi – RSE Informa
Quem passa pelo Instituto São José de Resende, RJ tem um encontro marcado com o sucesso. E ele não tem lugar para acontecer, pois pode ultrapassar limites e fronteiras. É o caso de três ex-alunos que estão cursando o ensino superior nos Estados Unidos. Matheus Paiva, Pedro Faria e Rafael Duizit compartilham agora com a escola um pouco dessa experiência de viver e estudar no Exterior. Em comum, o futebol como porta de entrada, a saudade da família e a certeza de um futuro cheio de desafios e conquistas.

Sonho realizado

Aos 21 anos, Matheus Paiva Porto de Oliveira está realizado nas terras do Tio Sam. “Sempre foi meu sonho estudar e jogar futebol aqui”, diz o aluno da York College. A universidade fica em York, cidade do estado de Nebraska de aproximadamente 8.000 habitantes. O ex-aluno da Rede Salesiana concluiu o ensino médio em Resende em 2012 e chegou aos Estados Unidos em 2014, onde cursa "Communications with Business", um curso semelhante ao de administração no Brasil, com ênfase em marketing.

 

A oportunidade surgiu com uma seletiva de futebol promovida por uma empresa de marketing esportivo aqui no Brasil. A habilidade de Matheus com a bola chamou a atenção dos norte-americanos, que ofereceram uma bolsa de estudos para que ele frequentasse as aulas e fizesse parte do time da universidade. Mas não seria tão simples: o caminho até lá ainda guardava um desafio. “Foi um processo que durou uns seis meses, porque além de passar no teste do futebol, tive que revisar tudo o que sabia de inglês para fazer a prova do Toefl, um exame que comprova se você domina o idioma o suficiente para estudar lá”, explicou.

 

Os primeiros dias foram, ao mesmo tempo, difíceis e especiais. Difícil por causa da distância, dos hábitos alimentares diferentes e do idioma. Especiais, porque tudo é novidade. Mesmo um pouco nervoso, Matheus conta que se adaptou rápido. “Eu já tinha morado fora de Resende, mas nada comparado a essa experiência. Dois conselhos que dou: tentar conversar, mesmo envergonhado, e fazer amigos”, disse o jovem. Durante a pré-temporada esportiva, fora do período de aulas, Matheus treina com a equipe de segunda a sábado, três vezes por dia. Já é um dos destaques do time, chegou a marcar três gols em um jogo. A ginga brasileira ajuda. “Sempre que falo que sou brasileiro, sou tratado com muita simpatia. Me perguntam do futebol e do carnaval, e como é a vida em nosso país”, afirma o atleta.

 

O ex-aluno garante ainda que carrega com ele muitos aprendizados dos tempos de salesiano. “As aulas de inglês foram eficientes para mim, mas o valor que está sendo mais importante aqui é o espírito salesiano de respeitar o próximo, de estar sempre de bem com a vida, isso me ajuda a ser uma pessoa agradável e a fazer amigos com facilidade”, diz Matheus. Ele pretende continuar nos Estados Unidos depois da faculdade, principalmente se receber uma proposta de emprego. Hoje, sente muita saudade da família, dos amigos, e da namorada, mas sabe que esse sacrifício será recompensado. “Tenho certeza de que esse curso será um diferencial na minha carreira e vai me trazer coisas boas no futuro”, concluiu o ex-aluno.

 

Se sentindo em casa

Rio de Janeiro. Um campeonato de futebol com jovens atletas é acompanhado de perto por 10 treinadores norte-americanos ansiosos por encontrar aqui talentos para suas equipes universitárias. Em campo, Pedro Henrique Faria Rodrigues, ex-aluno salesiano. Os três gols em cinco jogos, aliados a vídeos com lances de outros torneios, o ajudaram a receber propostas de bolsas de estudo de cinco faculdades nos Estados Unidos. Mas aquela que o agradou mais não fazia parte dessa lista. Ele conseguiu uma vaga na universidade Judson, em Elgin, perto de Chicago, no estado de Illnois. “A localização é ótima, o treinador tem um currículo vitorioso e o programa de futebol deles é muito bom". Pedro chegou em agosto do ano passado para cursar Business e integrar o time de futebol, mas acabou se machucando e ainda não entrou em campo. Rompeu os ligamentos do joelho direito e conta com todo o suporte da instituição para se recuperar, com exercícios e fisioterapia. E já reparou a principal diferença para os treinos no Brasil. “Lá eles focam muito na parte física, então todos os jogadores acabam desenvolvendo grande força e resistência”, explicou.

 

O acesso à faculdade também envolveu provas, além do desempenho no esporte. Os seis brasileiros no time de futebol facilitaram a adaptação. O idioma é que pegou um pouco. “A gente acha que sabe tudo de inglês, e quando chega aqui vê que ainda precisa aprender muito. Mas hoje já me sinto bem mais confortável com relação a isso”. O estilo da universidade e a boa convivência da comunidade educativa foram outros aspectos que fizeram com que Pedro se sentisse em casa. “Eles também priorizam a formação integral do aluno e, como sempre, aprendi isso no Salesiano, foi fácil me enturmar com os amigos e com a metodologia de trabalho dos educadores”, afirmou Pedro. Só falta se acostumar com o frio de 15 graus negativos.

 

Atualmente com 18 anos, ele acorda por volta de oito da manhã e encara dois treinos diários de futebol. Isso na pré-temporada. Quando as aulas começam, aí tem estudo pela manhã e à tarde. Ser brasileiro é um privilégio. “Todo mundo me trata muito bem, não tive nenhum problema até agora”. Ainda no início do curso, Pedro tem ainda aproximadamente quatro anos pela frente até a formatura, e ainda tem vontade de ser jogador profissional de futebol. “Tenho idade e condições pra isso. Então, enquanto eu puder, vou batalhar pra alcançar esse objetivo”, disse o atleta. Mas, se não der certo, pretende trabalhar com gestão esportiva, e sabe que o diploma será importante. “Esse curso vai me abrir muitas portas no Brasil e no Exterior, e pretendo aproveitar tudo da melhor forma possível”.

 

Do que sente mais falta? Família, amigos e comida brasileira. “É difícil achar um arroz e feijão por lá, nada substitui a comida de casa, né?”, completa.

 

Uma experiência incrível

“Uma vez, ao me identificar como brasileiro, uma senhora me perguntou se eu já tinha sido infectado com o Zika Vírus, e se ele já havia atingido todo o país”, lembra Rafael Duizit Mentzingen, que concluiu o ensino médio no Instituto São José em 2013. Essa é uma das situações curiosas que ele vivenciou nos Estados Unidos, onde estuda desde 2015. Rafael cursa Economia e Finanças na Bryan College, em Dayton, estado do Tennessee. O futebol também teve papel fundamental no ingresso na faculdade. “A decisão de vir para os EUA foi baseada, sim, na parte esportiva, mesmo porque é com a bolsa esportiva que eu consigo pagar os meus estudos aqui. O processo foi intermediado por uma empresa que fez contato com algumas universidades americanas. Após analisar as propostas, decidi por assinar com o Bryan College", explicou o ex-aluno salesiano.

 

A adaptação nunca é instantânea. Rafael destaca que as amizades e o companheirismo da equipe de futebol foram fundamentais. Os costumes e o idioma foram sendo incorporados aos poucos, com o passar dos meses. “A gente chega sempre com aquele frio na barriga, de enfrentar uma experiência nova, encarar o desconhecido, mas com o tempo e o fortalecimento das relações vai ficando tudo mais fácil”, diz o atleta.

 

Ele acorda todo dia às 7h15min da manhã. Toma café na faculdade e fica em sala de aula de 8 às 12h. O almoço também é na universidade, que vem seguido de um tempo de descanso no quarto até o treino de futebol que vai das 15h30min até as 18h. “Dependendo de como estiver me sentindo, passo na sala de fisioterapia para sessões de gelo e massagem”, explica Rafael. Depois do jantar no refeitório da faculdade, ele estuda e fica com os amigos no tempo livre. “Jogamos sinuca e às vezes comemos alguma coisa na lanchonete para fechar o dia”. Rotina cercada de valores cristãos, base da filosofia de ensino da Bryan College. E que o Rafael já conhecia muito bem. “A educação salesiana que recebi em Resende por 13 anos, tem sido útil pra mim aqui, pois a universidade educa da mesma forma, ensinando valores junto com o conteúdo dos cursos”, disse o jovem.

 

Ainda restam pouco mais de dois anos para a conclusão da faculdade. Rafael, hoje com 20 anos, pretende permanecer nos Estados Unidos para uma pós-graduação de um ano e meio. Finalizada mais essa etapa, ele quer tentar um emprego na Europa para trabalhar por um tempo. “Depois disso, vou esperar o que aparecer de melhor para minha carreira profissional”, planeja. Assim como os colegas, Rafael sente falta da família e da culinária brasileira. Mas tudo vale a pena. “Não é só estudar fora, é viajar, entrar em contato com outras culturas, entender o quão pouco nos conhecemos. Sair da zona de conforto, morar sozinho, aprender outra língua, aceitar os costumes do outro ... são aspectos que fazem dessa uma experiência incrível”, completa.

 

Mais um na lista

O próximo ex-aluno salesiano a embarcar para os Estados Unidos é Fernando Moreira, que completou o ensino médio em 2015. O jovem parte ainda em janeiro para a Carolina do Norte, para estudar Economia na Mars Hill University. A forma de ingresso foi parecida, com exames de idioma e bolsa de estudo esportiva, mas com uma diferença: Fernando não vai representar a universidade no futebol, e sim no tênis, modalidade que ele pratica desde a infância. “Estou ansioso, conversando com colegas que estudam lá, torcendo para tudo dar certo”.

Fonte: Diego Gavazzi - RSE Informa

 

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