Dom Bosco, fortalecido pelo conselho de padre Cafasso, dedicou-se aos meninos e jovens pobres de Turim, Itália. Estamos em 1847/48. Sabemos que, no começo, ele os procurava em praças, ruas, oficinas, prados, tabernas, hospedarias, bares, barbearias.
“Não basta trabalhar para que exista um maior acesso às tecnologias, ou para que se tenha as habilidades necessárias para utilizá-las com êxito; é preciso que a pessoa as utilize de forma apropriada e responsável.”
Depois de ter apreendido o genuíno significado do conteúdo do Pai Nosso, podemos retroceder delineando algumas características. Isso pode nos ajudar a entender que a relação da criatura com Deus não é complicada, mesmo que pareça impossível.
O suprimento do corpo é necessário, mas precisamos também restabelecer a ordem dentro de nós mesmos, liberando-nos da desarmonia, tornando-nos devedores diante de Deus e do próximo. É lógico, então, que no Pai Nosso, a invocação do pão seja seguida pela da remissão das nossas dívidas, o que somente Deus pode solucionar por meio do perdão.
Nos três primeiros pedidos do Pai Nosso fala-se a Deus, mas sob a perspectiva do homem, nos quatro pedidos seguintes fala-se do homem que se dirige a Deus para invocar por ajuda.
Em uma série de artigos escritos para o Boletim Salesiano, o padre Agostino Favale analisa a oração que o Senhor nos ensinou: o “Pai nosso”. Neste texto, o trecho analisado é o que compõe o tema da Estreia 2020.
O segundo pedido do Pai Nosso espera que venha o reino de Deus. É uma invocação inspirada pelo desejo de que este reino já iniciado em nós, como premissa nesta vida, alcance a sua plena realização na beatude eterna. O pedido nos convida a refletir sobre a relação entre o reino de Deus e o Evangelho, sobre o significado deste reino e o que representa para nós.
“Oremos, então, irmãos, como Deus nosso Pai nos ensinou. Orar a Deus, com suas palavras, é uma oração amigável e familiar, que faz chegar aos seus ouvidos a oração do Cristo. Que o Pai reconheça, quando oramos, as palavras do Seu Filho; Ele que habita dentro do nosso coração, esteja também em nossa voz” (S. Cipriano, Tratado sobre o Pai Nosso, cap. 3).
Dom Bosco, fortalecido pelo conselho de padre Cafasso, dedicou-se aos meninos e jovens pobres de Turim, Itália. Estamos em 1847/48. Sabemos que, no começo, ele os procurava em praças, ruas, oficinas, prados, tabernas, hospedarias, bares, barbearias.
“Não basta trabalhar para que exista um maior acesso às tecnologias, ou para que se tenha as habilidades necessárias para utilizá-las com êxito; é preciso que a pessoa as utilize de forma apropriada e responsável.”
Depois de ter apreendido o genuíno significado do conteúdo do Pai Nosso, podemos retroceder delineando algumas características. Isso pode nos ajudar a entender que a relação da criatura com Deus não é complicada, mesmo que pareça impossível.
O suprimento do corpo é necessário, mas precisamos também restabelecer a ordem dentro de nós mesmos, liberando-nos da desarmonia, tornando-nos devedores diante de Deus e do próximo. É lógico, então, que no Pai Nosso, a invocação do pão seja seguida pela da remissão das nossas dívidas, o que somente Deus pode solucionar por meio do perdão.
Nos três primeiros pedidos do Pai Nosso fala-se a Deus, mas sob a perspectiva do homem, nos quatro pedidos seguintes fala-se do homem que se dirige a Deus para invocar por ajuda.
Em uma série de artigos escritos para o Boletim Salesiano, o padre Agostino Favale analisa a oração que o Senhor nos ensinou: o “Pai nosso”. Neste texto, o trecho analisado é o que compõe o tema da Estreia 2020.
O segundo pedido do Pai Nosso espera que venha o reino de Deus. É uma invocação inspirada pelo desejo de que este reino já iniciado em nós, como premissa nesta vida, alcance a sua plena realização na beatude eterna. O pedido nos convida a refletir sobre a relação entre o reino de Deus e o Evangelho, sobre o significado deste reino e o que representa para nós.
“Oremos, então, irmãos, como Deus nosso Pai nos ensinou. Orar a Deus, com suas palavras, é uma oração amigável e familiar, que faz chegar aos seus ouvidos a oração do Cristo. Que o Pai reconheça, quando oramos, as palavras do Seu Filho; Ele que habita dentro do nosso coração, esteja também em nossa voz” (S. Cipriano, Tratado sobre o Pai Nosso, cap. 3).