Em 24 de setembro, na Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, Itália, 22 Salesianos de Dom Bosco (SDB) e 15 Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) receberam a Cruz Missionária e partiram para as respectivas destinações.
Hoje mais do que nunca o tema dos migrantes se impõe no centro da atenção midiática; e convida-nos a uma reflexão séria e aprofundada. Para muitos jovens procedentes da África subsaariana, partir significa procurar uma vida melhor, fugindo de um destino de miséria e pobreza e, com frequência, de guerras e perseguições.
Padre Christian Tshala Wika, originário de Lubumbashi, República Democrática do Congo, na África é, atualmente, diretor da obra salesiana de Argenteuil, não distante de Paris, a capital da França. Eis o seu testemunho.
Florencia e Maite são duas médicas argentinas recém-formadas, que passaram vários meses como voluntárias no ‘Departamento de Petén’, na Guatemala, no âmbito do projeto para a Pastoral Sanitária da Paróquia Salesiana de San Benito Petén. Eis seu testemunho:
Em Cuba, desde o triunfo da revolução de 1959, não há colégios religiosos, nem colégios particulares. Tudo é estatal. Os Salesianos, contudo, souberam encontrar o seu lugar e pôr em prática o Sistema Preventivo de Dom Bosco chegando aos jovens através do trabalho nas paróquias.
O padre Ferdinand Kubíc pertence àquele grupo de Salesianos do Leste Europeu que, devido aos perigos e restrições dos regimes comunistas, teve de realizar a sua própria formação religiosa clandestinamente. Seu pai nunca soube de ter tido um filho sacerdote e sua mãe só teve a certeza na iminência do funeral do marido, pai do padre Ferdinand. Esta é a sua história.
Em 24 de setembro, na Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, Itália, 22 Salesianos de Dom Bosco (SDB) e 15 Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) receberam a Cruz Missionária e partiram para as respectivas destinações.
Hoje mais do que nunca o tema dos migrantes se impõe no centro da atenção midiática; e convida-nos a uma reflexão séria e aprofundada. Para muitos jovens procedentes da África subsaariana, partir significa procurar uma vida melhor, fugindo de um destino de miséria e pobreza e, com frequência, de guerras e perseguições.
Padre Christian Tshala Wika, originário de Lubumbashi, República Democrática do Congo, na África é, atualmente, diretor da obra salesiana de Argenteuil, não distante de Paris, a capital da França. Eis o seu testemunho.
Florencia e Maite são duas médicas argentinas recém-formadas, que passaram vários meses como voluntárias no ‘Departamento de Petén’, na Guatemala, no âmbito do projeto para a Pastoral Sanitária da Paróquia Salesiana de San Benito Petén. Eis seu testemunho:
Em Cuba, desde o triunfo da revolução de 1959, não há colégios religiosos, nem colégios particulares. Tudo é estatal. Os Salesianos, contudo, souberam encontrar o seu lugar e pôr em prática o Sistema Preventivo de Dom Bosco chegando aos jovens através do trabalho nas paróquias.
O padre Ferdinand Kubíc pertence àquele grupo de Salesianos do Leste Europeu que, devido aos perigos e restrições dos regimes comunistas, teve de realizar a sua própria formação religiosa clandestinamente. Seu pai nunca soube de ter tido um filho sacerdote e sua mãe só teve a certeza na iminência do funeral do marido, pai do padre Ferdinand. Esta é a sua história.