Internacionais
Em muitos locais, os programas salesianos representam a única oportunidade de acesso aos cuidados de saúde para os jovens pobres e suas famílias, que de outra forma não saberiam a quem recorrer.
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  O “Dia mundial contra o trabalho de crianças e adolescentes” celebrado hoje, 12 de junho, não pretende ser apenas uma data no calendário, mas sim um chamado a um empenho mais intenso na oposição a tais fenômenos que, como demonstram várias boas práticas já ativas no mundo, podem realmente ser contrastados.   No final do mês de abril a Organização Internacional para o Trabalho (ILO, em inglês) publicou o seu último “Relatório mundial sobre o trabalho de menores”, que além de apresentar dados e estatísticas inerentes à matéria, oferece várias análises relativas aos temas relacionados ao trabalho de menores: a vulnerabilidade econômica e a proteção social.   Há atualmente cerca de 215 milhões de trabalhadores mirins no mundo, dos quais 115 milhões em condições assemelhadas à escravidão, ameaçados de extorsão por dívidas, e explorados por prostituição e atividades ilícitas, ou empregados em trabalhos muito dispendiosos, e arriscados para a saúde e a segurança. 60% trabalham na agricultura. São 15,5 milhões as crianças e adolescentes empregados no trabalho doméstico. Só um sobre cinco recebe pagamento, os outros trabalham dentro da família, sem remuneração.   A situação desses menores depende com frequência da situação das suas famílias: pais pobres, famílias desestruturadas, com baixos níveis de escolarização – todos fatores que aumentam as probabilidades para um menor de ser “vendido” ou ao menos de deixar os estudos e ser destinado ao trabalho desde a infância.   O Dia Mundial contra o Trabalho de Crianças e adolescentes 2013 concentra-se no tema do trabalho doméstico e quer lembrar como, se é verdade que uma situação familiar difícil pode favorecer o trabalho de menores, é também verdade que o retorno a uma situação familiar positiva pode salvaguardar o presente e o futuro de crianças e adolescentes.   Os especialistas de ILO observaram uma sensível redução de trabalho de menor quando se adotam projetos de proteção social:   No Brasil, a adoção do programa “Bolsa Família”, que prevê a doação de uma quantia fixa mensal às famílias com crianças para garantir-lhe a frequência escolar, mostrou uma sensível diminuição do trabalho de menores tanto no campo quanto na cidade; estudos feitos na África do Sul, Botswana, Maláui, Namíbia Tanzânia e Zimbábue, países em que mais de 50% dos órfãos vivem com os avós, têm mostrado um decréscimo de trabalho de menores quando se dá o auxílio-sustento aos idosos.   Em vista do Dia Mundial Contra o Trabalho de Menor, as procuradorias missionárias salesianas atuaram em campanhas de solidariedade, que atestam como a Congregação Salesiana é contra qualquer forma de exploração dos menores e a favor do desenvolvimento integral dos jovens em todos os países do mundo. A procuradoria de Madri, por exemplo, lançou a campanha “Não estou à venda”, para denunciar o dramático problema da exploração de menores; a de Bonn, na Alemanha,  renovou o seu empenho com o projeto, na Índia, da “Kinderbank” (Banco da Criança): banco que permite aos pequenos, que trabalham regularmente, depositar as próprias economias com segurança, oferecendo-lhes ao mesmo tempo uma certidão de identidade civil.   InfoANS
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Em muitos locais, os programas salesianos representam a única oportunidade de acesso aos cuidados de saúde para os jovens pobres e suas famílias, que de outra forma não saberiam a quem recorrer.
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  O “Dia mundial contra o trabalho de crianças e adolescentes” celebrado hoje, 12 de junho, não pretende ser apenas uma data no calendário, mas sim um chamado a um empenho mais intenso na oposição a tais fenômenos que, como demonstram várias boas práticas já ativas no mundo, podem realmente ser contrastados.   No final do mês de abril a Organização Internacional para o Trabalho (ILO, em inglês) publicou o seu último “Relatório mundial sobre o trabalho de menores”, que além de apresentar dados e estatísticas inerentes à matéria, oferece várias análises relativas aos temas relacionados ao trabalho de menores: a vulnerabilidade econômica e a proteção social.   Há atualmente cerca de 215 milhões de trabalhadores mirins no mundo, dos quais 115 milhões em condições assemelhadas à escravidão, ameaçados de extorsão por dívidas, e explorados por prostituição e atividades ilícitas, ou empregados em trabalhos muito dispendiosos, e arriscados para a saúde e a segurança. 60% trabalham na agricultura. São 15,5 milhões as crianças e adolescentes empregados no trabalho doméstico. Só um sobre cinco recebe pagamento, os outros trabalham dentro da família, sem remuneração.   A situação desses menores depende com frequência da situação das suas famílias: pais pobres, famílias desestruturadas, com baixos níveis de escolarização – todos fatores que aumentam as probabilidades para um menor de ser “vendido” ou ao menos de deixar os estudos e ser destinado ao trabalho desde a infância.   O Dia Mundial contra o Trabalho de Crianças e adolescentes 2013 concentra-se no tema do trabalho doméstico e quer lembrar como, se é verdade que uma situação familiar difícil pode favorecer o trabalho de menores, é também verdade que o retorno a uma situação familiar positiva pode salvaguardar o presente e o futuro de crianças e adolescentes.   Os especialistas de ILO observaram uma sensível redução de trabalho de menor quando se adotam projetos de proteção social:   No Brasil, a adoção do programa “Bolsa Família”, que prevê a doação de uma quantia fixa mensal às famílias com crianças para garantir-lhe a frequência escolar, mostrou uma sensível diminuição do trabalho de menores tanto no campo quanto na cidade; estudos feitos na África do Sul, Botswana, Maláui, Namíbia Tanzânia e Zimbábue, países em que mais de 50% dos órfãos vivem com os avós, têm mostrado um decréscimo de trabalho de menores quando se dá o auxílio-sustento aos idosos.   Em vista do Dia Mundial Contra o Trabalho de Menor, as procuradorias missionárias salesianas atuaram em campanhas de solidariedade, que atestam como a Congregação Salesiana é contra qualquer forma de exploração dos menores e a favor do desenvolvimento integral dos jovens em todos os países do mundo. A procuradoria de Madri, por exemplo, lançou a campanha “Não estou à venda”, para denunciar o dramático problema da exploração de menores; a de Bonn, na Alemanha,  renovou o seu empenho com o projeto, na Índia, da “Kinderbank” (Banco da Criança): banco que permite aos pequenos, que trabalham regularmente, depositar as próprias economias com segurança, oferecendo-lhes ao mesmo tempo uma certidão de identidade civil.   InfoANS
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