Maria certamente foi uma pessoa que sofreu muito. Basta olharmos os poucos textos do Evangelho para percebermos isso. Porém, não foi um sofrimento em vão, um sofrer somente por sofrer, sem sentido, mas um sofrimento aliado a tudo aquilo que o seu Filho fez, a obra da Salvação da humanidade. Em tudo sempre ela realizou a vontade de Deus. Desde o sim que foi dado na anunciação ela se entregou totalmente nas mãos de Deus.  
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Dom Bosco foi percebendo com lucidez sempre maior a iniciativa de Deus na sua vida de fundador, mas teve também a certeza de ser em tudo conduzido e guiado pela mão de Maria: “Maria Santíssima é a fundadora e será a sustentação da nossa obra”. “Maria é a mãe e o sustentáculo da Congregação”. E dizia no retiro de Lanzo de 1871: “Só no céu é que havemos de compreender, maravilhados, aquilo que Maria fez por nós ... e o havemos de agradecer por toda a eternidade” (MB X, 1078).
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Maria certamente foi uma pessoa que sofreu muito. Basta olharmos os poucos textos do Evangelho para percebermos isso. Porém, não foi um sofrimento em vão, um sofrer somente por sofrer, sem sentido, mas um sofrimento aliado a tudo aquilo que o seu Filho fez, a obra da Salvação da humanidade. Em tudo sempre ela realizou a vontade de Deus. Desde o sim que foi dado na anunciação ela se entregou totalmente nas mãos de Deus.  
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Dom Bosco foi percebendo com lucidez sempre maior a iniciativa de Deus na sua vida de fundador, mas teve também a certeza de ser em tudo conduzido e guiado pela mão de Maria: “Maria Santíssima é a fundadora e será a sustentação da nossa obra”. “Maria é a mãe e o sustentáculo da Congregação”. E dizia no retiro de Lanzo de 1871: “Só no céu é que havemos de compreender, maravilhados, aquilo que Maria fez por nós ... e o havemos de agradecer por toda a eternidade” (MB X, 1078).
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