Irmã Mariluce dos Santos Mesquita, FMA, é uma das brasileiras que participa do Sínodo para a Amazônia como auditora. Indígena da etnia Bará, do grupo linguístico Tukano, atualmente é a coordenadora da Comunidade das FMA na Missão de Taracuá, às margens do Rio Uaupés, no extremo noroeste do Amazonas. Em entrevista ao Boletim Salesiano, ela fala sobre vocação, protagonismo juvenil, missão e carisma salesiano, na perspectiva de um Sínodo que traz esperança e transformação para a Igreja na Amazônia.  
Publicado em Dom Bosco Hoje
Irmã Mariluce dos Santos Mesquita, FMA, é uma das brasileiras que participa do Sínodo para a Amazônia como auditora. Indígena da etnia Bará, do grupo linguístico Tukano, atualmente é a coordenadora da Comunidade das FMA na Missão de Taracuá, às margens do Rio Uaupés, no extremo noroeste do Amazonas. Em entrevista ao Boletim Salesiano, ela fala sobre vocação, protagonismo juvenil, missão e carisma salesiano, na perspectiva de um Sínodo que traz esperança e transformação para a Igreja na Amazônia.  
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