“Grande São José, esposo amadíssimo da Mãe do Bem-amado, oh! Quantas vezes tivestes em vossos braços o Amor do Céu e da terra; quantas vezes, abrasado pelos ternos amplexos e os doces ósculos deste divino Menino, sentistes a vossa alma enternecer-se de amor quando o ouvíeis carinhosamente dizer-vos (e com que suavidade, meu Deus!) que éreis o seu grande amigo e o seu querido Pai!” Assim escreveu São Francisco de Sales na oração inicial do seu grande livro, o Tratado do Amor de Deus, que é considerado a “carta magna do humanismo cristão.”    
Publicado em Editorial
“Grande São José, esposo amadíssimo da Mãe do Bem-amado, oh! Quantas vezes tivestes em vossos braços o Amor do Céu e da terra; quantas vezes, abrasado pelos ternos amplexos e os doces ósculos deste divino Menino, sentistes a vossa alma enternecer-se de amor quando o ouvíeis carinhosamente dizer-vos (e com que suavidade, meu Deus!) que éreis o seu grande amigo e o seu querido Pai!” Assim escreveu São Francisco de Sales na oração inicial do seu grande livro, o Tratado do Amor de Deus, que é considerado a “carta magna do humanismo cristão.”    
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