Dom Bosco Hoje
Dentre todas as figuras da história da salvação, São José se destaca não pelo que disse, mas pelo que fez. Seu silêncio não é vazio, mas cheio da presença de Deus; não é omissão, mas uma escuta atenta e um agir decidido conforme a vontade divina. Nele encontramos um modelo perfeito de entrega, de humildade e de amor fiel, elementos fundamentais para todos que buscam viver segundo o coração de Deus.
Em um mundo em que as relações humanas muitas vezes são marcadas pela superficialidade, pela pressa e pela intolerância, a mensagem de São Francisco de Sales se ergue como um convite profundo e necessário à transformação interior e à vivência autêntica da caridade.
Este Jubileu, como vejo, é uma oportunidade para trazer à luz realidades muitas vezes invisibilizadas. O Papa nos convida a olhar para os idosos, os migrantes, os jovens, os encarcerados e tantos outros que vivem à margem das estruturas sociais.
O Natal, mistério de Deus que faz carne e habita entre nós, é profundamente marcado pela figura de Maria, da Sagrada Família de Nazaré e do nascimento de Jesus como sinal de esperança para toda a humanidade. Para Dom Bosco, essa esperança natalina não era apenas uma lembrança espiritual, mas um convite concreto à comunhão e à missão, vivida especialmente na Família Salesiana.
“Em suas práticas educativas, Dom Bosco não estava sozinho: ele sempre chamava colaboradores para ajudarem em sua missão”.
Em 1968, o compositor Geraldo Vandré compunha a música que leva o mesmo nome utilizado hoje por mim nesta coluna e que causou muita polêmica e confusão. Mas não é esse o tema de nossa conversa desta vez. É que sempre que se aproxima a festa de Santa Teresinha do Menino Jesus (1º de outubro), nossa lembrança se volta para flores, mais exatamente para a mais bela delas, a rosa.
Uma conversa surpreendente é descrita nas Memórias Biográficas de São João Bosco (vol. XVI, p. 300-306 – no original italiano).
“Estamos em uma época em que é preciso trabalhar. O mundo se tornou material, portanto, é preciso trabalhar e tornar conhecido o bem que se faz” (Conforme as Memórias Biográficas de São João Bosco, vol. XIII, p. 118-119).
Domingo, 14 Julho 2024 19:05

Lasanha, queijo e rapadura

Escrito por
Espero que meus irmãos Salesianos de Dom Bosco me perdoem a irreverência, mas, quando pensei em escrever algo que rememorasse a chegada dos salesianos no Brasil, em 14 de julho de 1883, não resisti à tentação de um pequeno trocadilho com o nome da pessoa responsável por essa missão.
Segunda, 20 Mai 2024 13:56

A hora é agora!

Escrito por
São 5 horas da manhã de um dia de verão. Uma adolescente salta da cama, abre a janela de seu quarto e já pode perceber os primeiros raios de sol por entre as montanhas da região onde mora. Mas seu olhar se fixa mesmo no verdadeiro motivo dela abrir a janela. Lá adiante, distante vários quilômetros, mas visível em linha reta desde sua janela, está a igreja matriz de sua paróquia.
Dom Bosco Hoje
Dentre todas as figuras da história da salvação, São José se destaca não pelo que disse, mas pelo que fez. Seu silêncio não é vazio, mas cheio da presença de Deus; não é omissão, mas uma escuta atenta e um agir decidido conforme a vontade divina. Nele encontramos um modelo perfeito de entrega, de humildade e de amor fiel, elementos fundamentais para todos que buscam viver segundo o coração de Deus.
Em um mundo em que as relações humanas muitas vezes são marcadas pela superficialidade, pela pressa e pela intolerância, a mensagem de São Francisco de Sales se ergue como um convite profundo e necessário à transformação interior e à vivência autêntica da caridade.
Este Jubileu, como vejo, é uma oportunidade para trazer à luz realidades muitas vezes invisibilizadas. O Papa nos convida a olhar para os idosos, os migrantes, os jovens, os encarcerados e tantos outros que vivem à margem das estruturas sociais.
O Natal, mistério de Deus que faz carne e habita entre nós, é profundamente marcado pela figura de Maria, da Sagrada Família de Nazaré e do nascimento de Jesus como sinal de esperança para toda a humanidade. Para Dom Bosco, essa esperança natalina não era apenas uma lembrança espiritual, mas um convite concreto à comunhão e à missão, vivida especialmente na Família Salesiana.
“Em suas práticas educativas, Dom Bosco não estava sozinho: ele sempre chamava colaboradores para ajudarem em sua missão”.
Em 1968, o compositor Geraldo Vandré compunha a música que leva o mesmo nome utilizado hoje por mim nesta coluna e que causou muita polêmica e confusão. Mas não é esse o tema de nossa conversa desta vez. É que sempre que se aproxima a festa de Santa Teresinha do Menino Jesus (1º de outubro), nossa lembrança se volta para flores, mais exatamente para a mais bela delas, a rosa.
Uma conversa surpreendente é descrita nas Memórias Biográficas de São João Bosco (vol. XVI, p. 300-306 – no original italiano).
“Estamos em uma época em que é preciso trabalhar. O mundo se tornou material, portanto, é preciso trabalhar e tornar conhecido o bem que se faz” (Conforme as Memórias Biográficas de São João Bosco, vol. XIII, p. 118-119).
Domingo, 14 Julho 2024 19:05

Lasanha, queijo e rapadura

Escrito por
Espero que meus irmãos Salesianos de Dom Bosco me perdoem a irreverência, mas, quando pensei em escrever algo que rememorasse a chegada dos salesianos no Brasil, em 14 de julho de 1883, não resisti à tentação de um pequeno trocadilho com o nome da pessoa responsável por essa missão.
Segunda, 20 Mai 2024 13:56

A hora é agora!

Escrito por
São 5 horas da manhã de um dia de verão. Uma adolescente salta da cama, abre a janela de seu quarto e já pode perceber os primeiros raios de sol por entre as montanhas da região onde mora. Mas seu olhar se fixa mesmo no verdadeiro motivo dela abrir a janela. Lá adiante, distante vários quilômetros, mas visível em linha reta desde sua janela, está a igreja matriz de sua paróquia.