No ano do centenário da presença salesiana na Hungria e por ocasião do 60° aniversário do martírio do salesiano irmão, servo de Deus Estêvão Sándor, os salesianos da inspetoria húngara e da “Direção Geral do Museu do Terror”, de Budapeste, organizaram, no dia 22 de fevereiro, um simpósio e um dia comemorativo da figura do salesiano mártir, cuja causa de beatificação segue adiantada.   O evento foi realizado no Museu do Terror de Budapeste, capital da Hungria, onde a Polícia Secreta torturou por anos milhares de pessoas, entre as quais, o cardeal József Mindszenty e o salesiano, Estêvão Sándor.   A diretora do Museu, Maria Schmidt abriu o simpósio na presença do núncio apostólico da Hungria, Dom Alberto Bottari de Castello, e de várias outras autoridades civis e eclesiásticas. Na ocasião, ela analisou com cuidado a perseguição dos sacerdotes e dos religiosos feita pelo regime comunista entre os anos de 1940-1960.   O postulador geral das Causas dos Santos da Família Salesiana, padre Pierluigi Cameroni, também discursou durante o evento percorrendo brevemente o caminho já trilhado pela causa de beatificação do salesiano mártir, convidando todos a rezarem para pedir-lhe a sua valiosa intercessão.   Ainda no evento foi apresentado um filme sobre a vida de Estêvão Sándor, dirigido por Andras Der.   InfoANS
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  Ir. Valéria Timoteo, da Inspetoria Santa Catarina de Sena, de São Paulo - SP, está há dois anos e meio em missão no Norte do Haiti. Em viagem recente ao Brasil, Ir. Valeria preocupou-se em visitar o máximo de presenças salesianas, em São Paulo, para divulgar a situação vivenciada no Haiti, que ainda sofre as consequências do violento terremoto de 2010 e pedir ajuda.    Segundo Ir. Valéria, o trabalho de reconstrução do país é ainda lento e necessita de todo o empenho daqueles que possam doar um pouco de si para que aquele povo venha a ter uma vida digna. Uma das propostas apresentadas pela irmã, no papel de Delegada dos Salesianos Cooperadores, é a construção de um Centro Juvenil para alfabetização e recreação.  A  entrevista da Ir. Valéria que se segue foi concedida ao salesiano cooperador Carlos Minozzi, da Paróquia Sta. Terezinha, na Zona Norte de São Paulo. Em seu relato, a irmã salesiana pede ajuda para esse projeto, que é um pátio salesiano para a comunidade onde a escola está instalada, a cerca 400 km de Porto Príncipe, Capital do Haiti.   Ir. Valéria, conte-nos por que a senhora foi para o Haiti. “Quando aconteceu o terremoto, em 2010, eu pedi à madre geral e ela, ao conversar com as outras irmãs responsáveis, viram que eu poderia ir como voluntária. Em pouco mais de um mês parti para o Haiti e lá estou até hoje, há dois anos e meio”.   Depois desse tempo, como está a população do Haiti? “Muitas coisas começaram a mudar, principalmente com o novo presidente da república, Michel Martelly , uma pessoa jovem, 51 anos, ex-cantor de rock, e se vê que tem uma postura diferente. Estamos acreditando nele porque um artista sempre tem um coração mais sensível. Ele já conseguiu fazer algumas coisas, por exemplo, recuperar o aeroporto, que estava todo danificado. A reforma já terminou, está moderno e bem aparelhado, pois ele  é a ‘porta de entrada do país’...as estradas estão sendo recapeadas, hospitais reconstruídos, enfim. Ele também já começou a trabalhar a melhora do ensino público, com recursos provenientes da telefonia e outros impostos. Uma parte desse dinheiro é diretamente aplicada à escola pública. As escolas privadas foram requisitadas para receber os alunos que não têm vaga nas escolas públicas, já que o país não dispõe de escolas suficientes. Além dos alunos que frequentam a nossa escola, que são cerca de 800, nós ganhamos  mais 300, que não teriam nenhuma chance de poder estudar. Nem a metade das famílias com  crianças matriculadas em nossas escolas consegue pagar pelo ensino, por causa da situação do país como um todo”. Tem chegado ajuda internacional lá?  “Eu posso falar da ajuda que recebemos da congregação. As escolas estão sendo reconstruídas, as coisas estão acontecendo. De outras partes a gente não sabe, mas ouvimos muitas histórias, muita coisa que não chegou..., que se perdeu no caminho” Hoje qual é o maior problema daquele povo? “O cólera, creio, tenha sido um impacto muito grande, pois vimos pessoas morrerem sem saberem que doença tinham. Para podermos entender aquela realidade, logo após o terremoto, na temporada das chuvas, de maio a novembro, é tempo dos tufões e furacões. Coma ausência de esgotos e saneamento básico, o vírus do cólera se alastrou rapidamente e as pessoas foram contaminadas pela água que beberam. Uma doença misteriosa para eles, que não conheciam os sintomas do cólera ! Foi muito triste.” E como é o projeto dos salesianos na região onde a senhora trabalha? “Pretendemos construir um ambiente salesiano, com salas de alfabetização e outras para jogos e convivência para as crianças e jovens. É um projeto dos cooperadores salesianos, que já conseguiram adquirir um terreno e buscam agora meios de construir o Centro Juvenil, mas as dificuldades são imensas. A mais recente tempestade tropical, por exemplo, interrompeu a comunicação de telefonia local”.  Esta escola está muito distante de Porto Príncipe, a Capital do Haiti?  “De avião, estamos a 25 minutos, mas por estrada, o caminho é feito em até oito horas. Padre Camilo, da Paróquia Sta. Teresinha, se prontificou a fazer uma intermediação para uma coleta de doações para esse trabalho, não? “Sim, quem quiser fazer doações em dinheiro, pode usar a conta bancária da paróquia, que depois transfere para a conta da Wester Union, a transferência de dinheiro mundial, para a obra onde trabalhamos”   Se não for ajuda em dinheiro, o que mais poderíamos fazer?    “O voluntariado é aberto, todo aquele que sentir o desejo de fazer alguma coisa será bem-vindo. Precisamos de técnicos agrícolas, orquidófilos, apicultores, pessoas habilitadas para tarefas básicas, para melhorar as técnicas... quem possa trabalhar com as crianças, ensinar capoeira, coisas da salesianidade sempre são importantes nesse momento.”   Para ajudar a erguer essa obra financeiramente, a conta que a Paróquia Sta. Terezinha disponibiliza para doações é - Bradesco (237) ag. 2017 – conta 280-1 Mitra Arquidiocesana de São Paulo - Paróquia Sta. Teresinha – CNPJ 63.089.825/0219-07    
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A história das origens e o desenvolvimento do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) na Coreia acaba de se tornar um livro. A obra, fruto da pesquisa e trabalho da irmã Lee Chong Ja M. Domenica, com ilustrações da irmã Kim Yong Hee Maria, traz um rico e interessante conteúdo sobre a fundação e o desenvolvimento das FMA no país, desde a sua chegada, em 1957, até 2010.   Resultado de um amplo e cuidadoso trabalho de pesquisa, o volume, foi elaborado com base em documentos do Instituto, crônicas das casas e da inspetoria, estudos históricos civis e eclesiais, testemunhos recolhidos de viva voz de várias irmãs, além de correspondência epistolar com irmãs, religiosos, leigos e leigas.   A obra conta com um texto de saudação inaugural da Madre Yvonne Reungoat, superiora-geral do Instituto das FMA,  seguida das saudações da inspetora irmã  Cecilia Choi e de autoridades e personalidades eclesiásticas e religiosas.   O volume é introduzido por uma visão geral do contexto sociocultural e, sobretudo, da Igreja Católica na Coréia, antes e depois da chegada das FMA.  Dividido em duas partes, a obra traz primeiramente a história e o desenvolvimento cronológico do Instituto na Coreia, de 1957 a 2010, e na segunda parte, mostra a formação e missão das FMA.   Na obra ainda é possível ver textos e fotos relativos à chegada das primeiras FMA na Coreia e às atividades missionárias dos primeiros tempos ( 1957-1967); percorrer o caminho  da Visitadoria “Stella Matutina” ( 1969-1979); documentar sobre sua passagem para Inspetoria e sobre a ampliação da colaboração com a Igreja local até a inculturação do carisma e as perspectivas para o novo milênio.  
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No ano do centenário da presença salesiana na Hungria e por ocasião do 60° aniversário do martírio do salesiano irmão, servo de Deus Estêvão Sándor, os salesianos da inspetoria húngara e da “Direção Geral do Museu do Terror”, de Budapeste, organizaram, no dia 22 de fevereiro, um simpósio e um dia comemorativo da figura do salesiano mártir, cuja causa de beatificação segue adiantada.   O evento foi realizado no Museu do Terror de Budapeste, capital da Hungria, onde a Polícia Secreta torturou por anos milhares de pessoas, entre as quais, o cardeal József Mindszenty e o salesiano, Estêvão Sándor.   A diretora do Museu, Maria Schmidt abriu o simpósio na presença do núncio apostólico da Hungria, Dom Alberto Bottari de Castello, e de várias outras autoridades civis e eclesiásticas. Na ocasião, ela analisou com cuidado a perseguição dos sacerdotes e dos religiosos feita pelo regime comunista entre os anos de 1940-1960.   O postulador geral das Causas dos Santos da Família Salesiana, padre Pierluigi Cameroni, também discursou durante o evento percorrendo brevemente o caminho já trilhado pela causa de beatificação do salesiano mártir, convidando todos a rezarem para pedir-lhe a sua valiosa intercessão.   Ainda no evento foi apresentado um filme sobre a vida de Estêvão Sándor, dirigido por Andras Der.   InfoANS
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  Ir. Valéria Timoteo, da Inspetoria Santa Catarina de Sena, de São Paulo - SP, está há dois anos e meio em missão no Norte do Haiti. Em viagem recente ao Brasil, Ir. Valeria preocupou-se em visitar o máximo de presenças salesianas, em São Paulo, para divulgar a situação vivenciada no Haiti, que ainda sofre as consequências do violento terremoto de 2010 e pedir ajuda.    Segundo Ir. Valéria, o trabalho de reconstrução do país é ainda lento e necessita de todo o empenho daqueles que possam doar um pouco de si para que aquele povo venha a ter uma vida digna. Uma das propostas apresentadas pela irmã, no papel de Delegada dos Salesianos Cooperadores, é a construção de um Centro Juvenil para alfabetização e recreação.  A  entrevista da Ir. Valéria que se segue foi concedida ao salesiano cooperador Carlos Minozzi, da Paróquia Sta. Terezinha, na Zona Norte de São Paulo. Em seu relato, a irmã salesiana pede ajuda para esse projeto, que é um pátio salesiano para a comunidade onde a escola está instalada, a cerca 400 km de Porto Príncipe, Capital do Haiti.   Ir. Valéria, conte-nos por que a senhora foi para o Haiti. “Quando aconteceu o terremoto, em 2010, eu pedi à madre geral e ela, ao conversar com as outras irmãs responsáveis, viram que eu poderia ir como voluntária. Em pouco mais de um mês parti para o Haiti e lá estou até hoje, há dois anos e meio”.   Depois desse tempo, como está a população do Haiti? “Muitas coisas começaram a mudar, principalmente com o novo presidente da república, Michel Martelly , uma pessoa jovem, 51 anos, ex-cantor de rock, e se vê que tem uma postura diferente. Estamos acreditando nele porque um artista sempre tem um coração mais sensível. Ele já conseguiu fazer algumas coisas, por exemplo, recuperar o aeroporto, que estava todo danificado. A reforma já terminou, está moderno e bem aparelhado, pois ele  é a ‘porta de entrada do país’...as estradas estão sendo recapeadas, hospitais reconstruídos, enfim. Ele também já começou a trabalhar a melhora do ensino público, com recursos provenientes da telefonia e outros impostos. Uma parte desse dinheiro é diretamente aplicada à escola pública. As escolas privadas foram requisitadas para receber os alunos que não têm vaga nas escolas públicas, já que o país não dispõe de escolas suficientes. Além dos alunos que frequentam a nossa escola, que são cerca de 800, nós ganhamos  mais 300, que não teriam nenhuma chance de poder estudar. Nem a metade das famílias com  crianças matriculadas em nossas escolas consegue pagar pelo ensino, por causa da situação do país como um todo”. Tem chegado ajuda internacional lá?  “Eu posso falar da ajuda que recebemos da congregação. As escolas estão sendo reconstruídas, as coisas estão acontecendo. De outras partes a gente não sabe, mas ouvimos muitas histórias, muita coisa que não chegou..., que se perdeu no caminho” Hoje qual é o maior problema daquele povo? “O cólera, creio, tenha sido um impacto muito grande, pois vimos pessoas morrerem sem saberem que doença tinham. Para podermos entender aquela realidade, logo após o terremoto, na temporada das chuvas, de maio a novembro, é tempo dos tufões e furacões. Coma ausência de esgotos e saneamento básico, o vírus do cólera se alastrou rapidamente e as pessoas foram contaminadas pela água que beberam. Uma doença misteriosa para eles, que não conheciam os sintomas do cólera ! Foi muito triste.” E como é o projeto dos salesianos na região onde a senhora trabalha? “Pretendemos construir um ambiente salesiano, com salas de alfabetização e outras para jogos e convivência para as crianças e jovens. É um projeto dos cooperadores salesianos, que já conseguiram adquirir um terreno e buscam agora meios de construir o Centro Juvenil, mas as dificuldades são imensas. A mais recente tempestade tropical, por exemplo, interrompeu a comunicação de telefonia local”.  Esta escola está muito distante de Porto Príncipe, a Capital do Haiti?  “De avião, estamos a 25 minutos, mas por estrada, o caminho é feito em até oito horas. Padre Camilo, da Paróquia Sta. Teresinha, se prontificou a fazer uma intermediação para uma coleta de doações para esse trabalho, não? “Sim, quem quiser fazer doações em dinheiro, pode usar a conta bancária da paróquia, que depois transfere para a conta da Wester Union, a transferência de dinheiro mundial, para a obra onde trabalhamos”   Se não for ajuda em dinheiro, o que mais poderíamos fazer?    “O voluntariado é aberto, todo aquele que sentir o desejo de fazer alguma coisa será bem-vindo. Precisamos de técnicos agrícolas, orquidófilos, apicultores, pessoas habilitadas para tarefas básicas, para melhorar as técnicas... quem possa trabalhar com as crianças, ensinar capoeira, coisas da salesianidade sempre são importantes nesse momento.”   Para ajudar a erguer essa obra financeiramente, a conta que a Paróquia Sta. Terezinha disponibiliza para doações é - Bradesco (237) ag. 2017 – conta 280-1 Mitra Arquidiocesana de São Paulo - Paróquia Sta. Teresinha – CNPJ 63.089.825/0219-07    
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A história das origens e o desenvolvimento do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) na Coreia acaba de se tornar um livro. A obra, fruto da pesquisa e trabalho da irmã Lee Chong Ja M. Domenica, com ilustrações da irmã Kim Yong Hee Maria, traz um rico e interessante conteúdo sobre a fundação e o desenvolvimento das FMA no país, desde a sua chegada, em 1957, até 2010.   Resultado de um amplo e cuidadoso trabalho de pesquisa, o volume, foi elaborado com base em documentos do Instituto, crônicas das casas e da inspetoria, estudos históricos civis e eclesiais, testemunhos recolhidos de viva voz de várias irmãs, além de correspondência epistolar com irmãs, religiosos, leigos e leigas.   A obra conta com um texto de saudação inaugural da Madre Yvonne Reungoat, superiora-geral do Instituto das FMA,  seguida das saudações da inspetora irmã  Cecilia Choi e de autoridades e personalidades eclesiásticas e religiosas.   O volume é introduzido por uma visão geral do contexto sociocultural e, sobretudo, da Igreja Católica na Coréia, antes e depois da chegada das FMA.  Dividido em duas partes, a obra traz primeiramente a história e o desenvolvimento cronológico do Instituto na Coreia, de 1957 a 2010, e na segunda parte, mostra a formação e missão das FMA.   Na obra ainda é possível ver textos e fotos relativos à chegada das primeiras FMA na Coreia e às atividades missionárias dos primeiros tempos ( 1957-1967); percorrer o caminho  da Visitadoria “Stella Matutina” ( 1969-1979); documentar sobre sua passagem para Inspetoria e sobre a ampliação da colaboração com a Igreja local até a inculturação do carisma e as perspectivas para o novo milênio.  
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