O tempo da Quaresma e a Campanha da Fraternidade 2013, que este ano tem a juventude como tema, propiciam um momento especial para refletir sobre o significado da Cruz.   O Evangelho de Jesus foi escrito trinta anos após sua morte. Os discípulos anunciam Jesus e atraem mais seguidores em todas as partes do extenso império romano. Começam as perseguições. Assim como Cristo foi perseguido, torturado e crucificado, também muitos de seus discípulos passam pela mesma situação. Paulo (1Cor 1, 17ss) afirma que a cruz de Cristo é escândalo e loucura. Os romanos tinham três tipos de execução que eram considerados os mais aviltantes de todos: agonizar na cruz, ser devorado pelas feras ou ser queimado vivo na fogueira. A crucifixão não era uma simples execução, mas uma lenta tortura. A flagelação faz parte da execução. Ela era um ato público que não era aplicada aos cidadãos romanos. Havia crucifixões em massa. De acordo com a tradição dos judeus, um homem pendurado numa árvore é uma maldição de Deus. Assim, além da dor, acrescenta-se a maldição.   E Jesus, por que foi condenado e morto na cruz? Jesus foi condenado porque se insurgiu contra o templo. Este foi o último ato da vida pública de Jesus. Os romanos o condenaram como um perturbador indesejável. Jesus é morto por ser perigoso. O profeta do Reino de Deus foi morto pelo representante do Império Romano por instigação e iniciativa da aristocracia do templo. Em uma manhã de abril do ano 30, se encontram frente a frente um réu manietado e indefeso chamado Jesus de Nazaré e o representante do mais poderoso sistema imperial que a história conheceu, Pôncio Pilatos. Deus Pai enviou seu Filho ao mundo para que o mundo fosse salvo. Deus nos ama a ponto de entregar seu próprio Filho (Jo 3,16). A grande opção de Deus assumida por Jesus foi a salvação do mundo pelo serviço e não pela dominação. Esperava-se um Messias dominador, e veio um Messias sofredor, servidor. A vida de Jesus foi uma constante tentação entre o serviço e a dominação. O Evangelho da tentação de Jesus relata isto... Os discípulos também são tentados e tentam Jesus. Jesus morreu na cruz porque foi fiel à sua missão de servo e não de Senhor e dominador. A cruz de Jesus é consequência do estilo de vida que escolheu. A resposta foi a ressurreição de Jesus para a glória. Vida como Jesus viveu não pode morrer. A ressurreição de Jesus é a resposta do amor de Deus à entrega total de Jesus. A ressurreição de Jesus vem afirmar que Deus não se coloca do lado dos que crucificam, dos que excluem, mas sim ao lado dos crucificados, dos excluídos.   A cruz de Jesus e as cruzes do mundo No mundo há muitas cruzes que causam sofrimento. Há três tipos de cruzes, três tipos de sofrimento: - A cruz da condição humana: Como criaturas, somos limitados. Isto pode nos causar dor e sofrimento muitas vezes. A morte natural de um ente querido, a ansiedade de uma escolha, a fragilidade das amizades, tudo isso nos causa dor. Não há como se rebelar contra isso. Aceita-se. - A cruz da maldade humana. Há muito sofrimento inútil no mundo, fruto da injustiça. Uma criança que morre na fila do hospital, um adolescente drogado, um jovem sem emprego... tudo isso é uma cruz muito grande. Não se pode aceitar. Rejeita-se. - A cruz da solidariedade humana. Há muita gente que, além do seu sofrimento, procura ajudar os outros a carregar a sua cruz, sobretudo a da maldade humana. Não se conformam com o sofrimento inútil e buscam o sofrimento e a cruz como forma de solidariedade com quem sofre. Assim foi Jesus. Embora não tenha pecado, assumiu as consequências do pecado da humanidade e sofreu para tirar o sofrimento do mundo.   O jovem e a cruz Estas cruzes também estão presentes na vida dos jovens. Não existe vida fácil para ninguém. É gostoso ser jovem. É alegre ser jovem, mas também é um desafio ser jovem. No Brasil, por exemplo, há uma paridade entre meninos e meninas por ocasião do nascimento. No entanto, na adolescência e juventude, o número de rapazes é muito menor que o de meninas. A morte ronda os rapazes. São eles que mais morrem nos acidentes de trânsito, na overdose de drogas, nos homicídios e latrocínios, nos acidentes de trabalho... Estas cruzes são violentas e causam muita dor. A massa juvenil, sobretudo dos jovens cristãos, não pode ficar indiferente a essa situação. Um jovem ferido, injustiçado, desmoralizado, banalizado... é um desafio para os outros jovens. Antigamente se dizia que era preciso evitar as más companhias. Hoje, deve-se dizer que é preciso incentivar as boas companhias. Dom Bosco dizia que não são os bons que devem ter medo dos maus, mas justamente o contrário. Neste aspecto, Jesus é o nosso grande modelo. Assumiu as dores o mundo, não para se conformar com elas, mas justamente para tirá-las do mundo.   A cruz como símbolo As cruzes nos tribunais, nas casas de família, nas salas de aula, nos cemitérios, nas tatuagens, nos peitos das pessoas, é uma lembrança de que Jesus Cristo morreu na cruz para tirar as cruzes, o sofrimento do mundo. Jesus poderia ter salvo o mundo pela prepotência, pelo poderio, pela destruição poderosa do mal. O caminho assumido por ele foi o do serviço. A cruz de Jesus significa rebaixamento, humilhação, enfraquecimento de Deus para quebrar todas as prepotências do mundo. Um jovem prevalecido, prepotente, é um sinal de que o mundo não tem cura. Ao contrário, um jovem humilde sem ser subserviente, um jovem generoso sem se deixar explorar, é um sinal de que o mundo tem esperança, tem ressurreição.   Padre Marcos Sandrini, SDB, é diretor da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, RS.
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O padre salesiano João Roberto Pavani acaba de lançar o livro “Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Marcos – Um guia de estudo”. O volume, com 174 páginas, é dedicado a pastores, agentes de pastoral, catequistas, coordenadores de comunidades, participantes de círculos bíblicos e a todos os que seguem o discipulado de Jesus Cristo e querem conhecer melhor o Evangelho de Marcos.   Em suas páginas o leitor encontrará informações sobre a época e a composição do texto do Evangelho e sobre o autor. As passagens evangélicas vêm acompanhadas de comentários do padre Pavani, explicando cada uma delas, bem como citações bíblicas auxiliares para o aprofundamento.   O Evangelho Segundo São Marcos foi proposto pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como livro a ser estudado a partir do Mês da Bíblia (setembro) de 2012, sendo o primeiro dos quatro evangelistas que serão estudados até o ano de 2015.   É possível adquirir o livro “Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Marcos – Um guia de estudo” pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou com a Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro pelo telefone (13) 3386-6771.   Sobre o padre João Roberto Pavani Padre João Roberto Pavani, sdb, nasceu em Franca, SP, em 1943. Fez os estudos de filosofia, pedagogia e teologia no Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal). Trabalhou em obras educacionais e sociais. Foi pároco e atualmente é vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, em Guarujá, diocese de Santos.   Atendeu os emigrantes brasileiros, da América do Sul e do Caribe na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, da cidade de Port Chester, estado de Nova York, EUA. Foi professor de português no seminário dos salesianos em Fatumaca, Timor Leste, exercendo também as atividades de vigário das comunidades religiosas.   Inspetoria Salesiana de São Paulo  
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A Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora (SDB) e a Inspetoria Santa Catarina de Sena (FMA) realizaram, no domingo, 11 de novembro, no Colégio Salesiano Santa Teresinha, em São Paulo, o tradicional FEST (Festival da Juventude Salesiana), reunindo jovens de colégios salesianos, obras sociais, paróquias e oratórios de todo o estado de São Paulo, onde as inspetorias atuam.   Com o lema “Que vida vale a pena ser vivida?”, o encontro foi celebrado por toda a juventude católica do Brasil por ocasião do Dia Nacional da Juventude (DNJ).  O FEST reuniu cerca de 2 mil jovens que, durante todo o dia, participaram de atividades religiosas, como a santa missa, culturais e esportivas.   Em mais esta edição, o FEST cumpriu com a sua missão: reunir jovens para celebrar a vida a partir dos horizontes da fé e dos valores da pedagogia salesiana. Envolvidos pelo tema “Que vida vale a pena ser vivida?”, a juventude responde com a força e a credibilidade de quem já sabe o que quer: a vida que vale a pena ser vivida é a vida de Deus que nos faz novas criaturas a cada dia, discípulos - missionários do Seu Filho”, conta o delegado para a Pastoral Juvenil Salesiana da Inspetoria de Nossa Senhora Auxiliadora, padre  Alexandre Oliveira.   O método utilizado para o FEST foi o Ver-Julgar-Agir-Rever-Celebrar. O Ver-Julgar-Agir foi transmitido aos jovens durante os encontros Pré-FEST, com o apoio de um subsídio preparado pela Pastoral Juvenil Salesiana. O Celebrar foi o evento em si, realizado no Colégio Salesiano Santa Teresinha, e o Rever é a etapa pós FEST, em que serão avaliados os resultados e a continuidade do trabalho pastoral.   O FEST é uma ocasião muito salesiana para celebrar junto a toda juventude as maravilhas realizadas ao longo do ano. As várias atividades que se desenvolveram no FEST (dança, teatro, música, jogos) são uma síntese da ação pastoral que explicita o protagonismo juvenil e eficácia da pedagogia salesiana, marca do projeto educativo de Dom Bosco e Madre Mazzarello.   Inspetoria Salesiana de São Paulo   Leia também XVII Festival da Juventude Salesiana começa na próxima sexta (09)
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Mais de 200 jovens vindos das paróquias Dom Bosco, Nossa Senhora de Fátima e São Pedro e São Paulo, participaram da primeira Vigília Missionária Juvenil promovida pelas Santas Missões Populares da Diocese de Guarapuava, PR, nas dependências da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, entre os dias 22 e 23 de setembro.   A Paróquia Dom Bosco levou um número expressivo de jovens de vários grupos, dentre eles, Articulação da Juventude Salesiana (AJS), Legião de Maria, Instituto Educacional Dom Bosco (IEDB) e Universitários.   A vigília teve início às 22h com a apresentação da equipe organizadora e a palavra dos padres Carlos (São Pedro /São Paulo), João Hélio (Nossa Senhora de Fátima) e do salesiano Luiz Opata (Dom Bosco). Os jovens foram convidados a refletir sobre o tema do Dia Nacional da Juventude: “Qual vida vale a pena ser vivida?”. Durante a madrugada, mesmo com o frio, os jovens saíram pelas ruas da Vila Primavera para refletirem e rezar, motivados pelo salesiano Luiz Opata.   Após a caminhada, testemunhos, adoração eucarística e louvores foram propostos aos jovens, os quais participaram intensamente das 10 horas de vigília. A vigília foi encerrada com a santa missa, presida pelo padre Carlos da Paróquia São Pedro e São Paulo.   Inspetoria Salesiana São Pio X
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  O tempo da Quaresma e a Campanha da Fraternidade 2013, que este ano tem a juventude como tema, propiciam um momento especial para refletir sobre o significado da Cruz.   O Evangelho de Jesus foi escrito trinta anos após sua morte. Os discípulos anunciam Jesus e atraem mais seguidores em todas as partes do extenso império romano. Começam as perseguições. Assim como Cristo foi perseguido, torturado e crucificado, também muitos de seus discípulos passam pela mesma situação. Paulo (1Cor 1, 17ss) afirma que a cruz de Cristo é escândalo e loucura. Os romanos tinham três tipos de execução que eram considerados os mais aviltantes de todos: agonizar na cruz, ser devorado pelas feras ou ser queimado vivo na fogueira. A crucifixão não era uma simples execução, mas uma lenta tortura. A flagelação faz parte da execução. Ela era um ato público que não era aplicada aos cidadãos romanos. Havia crucifixões em massa. De acordo com a tradição dos judeus, um homem pendurado numa árvore é uma maldição de Deus. Assim, além da dor, acrescenta-se a maldição.   E Jesus, por que foi condenado e morto na cruz? Jesus foi condenado porque se insurgiu contra o templo. Este foi o último ato da vida pública de Jesus. Os romanos o condenaram como um perturbador indesejável. Jesus é morto por ser perigoso. O profeta do Reino de Deus foi morto pelo representante do Império Romano por instigação e iniciativa da aristocracia do templo. Em uma manhã de abril do ano 30, se encontram frente a frente um réu manietado e indefeso chamado Jesus de Nazaré e o representante do mais poderoso sistema imperial que a história conheceu, Pôncio Pilatos. Deus Pai enviou seu Filho ao mundo para que o mundo fosse salvo. Deus nos ama a ponto de entregar seu próprio Filho (Jo 3,16). A grande opção de Deus assumida por Jesus foi a salvação do mundo pelo serviço e não pela dominação. Esperava-se um Messias dominador, e veio um Messias sofredor, servidor. A vida de Jesus foi uma constante tentação entre o serviço e a dominação. O Evangelho da tentação de Jesus relata isto... Os discípulos também são tentados e tentam Jesus. Jesus morreu na cruz porque foi fiel à sua missão de servo e não de Senhor e dominador. A cruz de Jesus é consequência do estilo de vida que escolheu. A resposta foi a ressurreição de Jesus para a glória. Vida como Jesus viveu não pode morrer. A ressurreição de Jesus é a resposta do amor de Deus à entrega total de Jesus. A ressurreição de Jesus vem afirmar que Deus não se coloca do lado dos que crucificam, dos que excluem, mas sim ao lado dos crucificados, dos excluídos.   A cruz de Jesus e as cruzes do mundo No mundo há muitas cruzes que causam sofrimento. Há três tipos de cruzes, três tipos de sofrimento: - A cruz da condição humana: Como criaturas, somos limitados. Isto pode nos causar dor e sofrimento muitas vezes. A morte natural de um ente querido, a ansiedade de uma escolha, a fragilidade das amizades, tudo isso nos causa dor. Não há como se rebelar contra isso. Aceita-se. - A cruz da maldade humana. Há muito sofrimento inútil no mundo, fruto da injustiça. Uma criança que morre na fila do hospital, um adolescente drogado, um jovem sem emprego... tudo isso é uma cruz muito grande. Não se pode aceitar. Rejeita-se. - A cruz da solidariedade humana. Há muita gente que, além do seu sofrimento, procura ajudar os outros a carregar a sua cruz, sobretudo a da maldade humana. Não se conformam com o sofrimento inútil e buscam o sofrimento e a cruz como forma de solidariedade com quem sofre. Assim foi Jesus. Embora não tenha pecado, assumiu as consequências do pecado da humanidade e sofreu para tirar o sofrimento do mundo.   O jovem e a cruz Estas cruzes também estão presentes na vida dos jovens. Não existe vida fácil para ninguém. É gostoso ser jovem. É alegre ser jovem, mas também é um desafio ser jovem. No Brasil, por exemplo, há uma paridade entre meninos e meninas por ocasião do nascimento. No entanto, na adolescência e juventude, o número de rapazes é muito menor que o de meninas. A morte ronda os rapazes. São eles que mais morrem nos acidentes de trânsito, na overdose de drogas, nos homicídios e latrocínios, nos acidentes de trabalho... Estas cruzes são violentas e causam muita dor. A massa juvenil, sobretudo dos jovens cristãos, não pode ficar indiferente a essa situação. Um jovem ferido, injustiçado, desmoralizado, banalizado... é um desafio para os outros jovens. Antigamente se dizia que era preciso evitar as más companhias. Hoje, deve-se dizer que é preciso incentivar as boas companhias. Dom Bosco dizia que não são os bons que devem ter medo dos maus, mas justamente o contrário. Neste aspecto, Jesus é o nosso grande modelo. Assumiu as dores o mundo, não para se conformar com elas, mas justamente para tirá-las do mundo.   A cruz como símbolo As cruzes nos tribunais, nas casas de família, nas salas de aula, nos cemitérios, nas tatuagens, nos peitos das pessoas, é uma lembrança de que Jesus Cristo morreu na cruz para tirar as cruzes, o sofrimento do mundo. Jesus poderia ter salvo o mundo pela prepotência, pelo poderio, pela destruição poderosa do mal. O caminho assumido por ele foi o do serviço. A cruz de Jesus significa rebaixamento, humilhação, enfraquecimento de Deus para quebrar todas as prepotências do mundo. Um jovem prevalecido, prepotente, é um sinal de que o mundo não tem cura. Ao contrário, um jovem humilde sem ser subserviente, um jovem generoso sem se deixar explorar, é um sinal de que o mundo tem esperança, tem ressurreição.   Padre Marcos Sandrini, SDB, é diretor da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, RS.
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O padre salesiano João Roberto Pavani acaba de lançar o livro “Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Marcos – Um guia de estudo”. O volume, com 174 páginas, é dedicado a pastores, agentes de pastoral, catequistas, coordenadores de comunidades, participantes de círculos bíblicos e a todos os que seguem o discipulado de Jesus Cristo e querem conhecer melhor o Evangelho de Marcos.   Em suas páginas o leitor encontrará informações sobre a época e a composição do texto do Evangelho e sobre o autor. As passagens evangélicas vêm acompanhadas de comentários do padre Pavani, explicando cada uma delas, bem como citações bíblicas auxiliares para o aprofundamento.   O Evangelho Segundo São Marcos foi proposto pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como livro a ser estudado a partir do Mês da Bíblia (setembro) de 2012, sendo o primeiro dos quatro evangelistas que serão estudados até o ano de 2015.   É possível adquirir o livro “Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Marcos – Um guia de estudo” pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou com a Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro pelo telefone (13) 3386-6771.   Sobre o padre João Roberto Pavani Padre João Roberto Pavani, sdb, nasceu em Franca, SP, em 1943. Fez os estudos de filosofia, pedagogia e teologia no Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal). Trabalhou em obras educacionais e sociais. Foi pároco e atualmente é vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, em Guarujá, diocese de Santos.   Atendeu os emigrantes brasileiros, da América do Sul e do Caribe na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, da cidade de Port Chester, estado de Nova York, EUA. Foi professor de português no seminário dos salesianos em Fatumaca, Timor Leste, exercendo também as atividades de vigário das comunidades religiosas.   Inspetoria Salesiana de São Paulo  
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A Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora (SDB) e a Inspetoria Santa Catarina de Sena (FMA) realizaram, no domingo, 11 de novembro, no Colégio Salesiano Santa Teresinha, em São Paulo, o tradicional FEST (Festival da Juventude Salesiana), reunindo jovens de colégios salesianos, obras sociais, paróquias e oratórios de todo o estado de São Paulo, onde as inspetorias atuam.   Com o lema “Que vida vale a pena ser vivida?”, o encontro foi celebrado por toda a juventude católica do Brasil por ocasião do Dia Nacional da Juventude (DNJ).  O FEST reuniu cerca de 2 mil jovens que, durante todo o dia, participaram de atividades religiosas, como a santa missa, culturais e esportivas.   Em mais esta edição, o FEST cumpriu com a sua missão: reunir jovens para celebrar a vida a partir dos horizontes da fé e dos valores da pedagogia salesiana. Envolvidos pelo tema “Que vida vale a pena ser vivida?”, a juventude responde com a força e a credibilidade de quem já sabe o que quer: a vida que vale a pena ser vivida é a vida de Deus que nos faz novas criaturas a cada dia, discípulos - missionários do Seu Filho”, conta o delegado para a Pastoral Juvenil Salesiana da Inspetoria de Nossa Senhora Auxiliadora, padre  Alexandre Oliveira.   O método utilizado para o FEST foi o Ver-Julgar-Agir-Rever-Celebrar. O Ver-Julgar-Agir foi transmitido aos jovens durante os encontros Pré-FEST, com o apoio de um subsídio preparado pela Pastoral Juvenil Salesiana. O Celebrar foi o evento em si, realizado no Colégio Salesiano Santa Teresinha, e o Rever é a etapa pós FEST, em que serão avaliados os resultados e a continuidade do trabalho pastoral.   O FEST é uma ocasião muito salesiana para celebrar junto a toda juventude as maravilhas realizadas ao longo do ano. As várias atividades que se desenvolveram no FEST (dança, teatro, música, jogos) são uma síntese da ação pastoral que explicita o protagonismo juvenil e eficácia da pedagogia salesiana, marca do projeto educativo de Dom Bosco e Madre Mazzarello.   Inspetoria Salesiana de São Paulo   Leia também XVII Festival da Juventude Salesiana começa na próxima sexta (09)
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Mais de 200 jovens vindos das paróquias Dom Bosco, Nossa Senhora de Fátima e São Pedro e São Paulo, participaram da primeira Vigília Missionária Juvenil promovida pelas Santas Missões Populares da Diocese de Guarapuava, PR, nas dependências da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, entre os dias 22 e 23 de setembro.   A Paróquia Dom Bosco levou um número expressivo de jovens de vários grupos, dentre eles, Articulação da Juventude Salesiana (AJS), Legião de Maria, Instituto Educacional Dom Bosco (IEDB) e Universitários.   A vigília teve início às 22h com a apresentação da equipe organizadora e a palavra dos padres Carlos (São Pedro /São Paulo), João Hélio (Nossa Senhora de Fátima) e do salesiano Luiz Opata (Dom Bosco). Os jovens foram convidados a refletir sobre o tema do Dia Nacional da Juventude: “Qual vida vale a pena ser vivida?”. Durante a madrugada, mesmo com o frio, os jovens saíram pelas ruas da Vila Primavera para refletirem e rezar, motivados pelo salesiano Luiz Opata.   Após a caminhada, testemunhos, adoração eucarística e louvores foram propostos aos jovens, os quais participaram intensamente das 10 horas de vigília. A vigília foi encerrada com a santa missa, presida pelo padre Carlos da Paróquia São Pedro e São Paulo.   Inspetoria Salesiana São Pio X
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