Gilberto Lima, professor de Língua Inglesa do Colégio Salesiano São José de Natal, RN, foi destaque em concurso cultural promovido pela Editora Saraiva. Concorrendo com profissionais de todo o Brasil, Gilberto teve seu projeto “Cinema: ilusão ou arte? Inglês se aprende praticando” classificado entre os melhores no concurso e foi premiado com um Ipad com acesso liberado à biblioteca virtual da Saraiva.
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Todos os batizados são chamados a anunciar o Evangelho com coragem em toda realidade. É o que escreve o Papa Francisco em sua mensagem para o Dias Mundial das Missões, que será celebrado em 20 de outubro próximo.
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Com o aproximar-se do Bicentenário de nascimento de Dom Bosco, a Província Portuguesa da Sociedade Salesiana (PPSS) procura que todos os seus educadores tenham a possibilidade de conhecer um pouco mais a vida do seu fundador e, por isso, programa-se 2014 – 3º do Triênio – como ‘O Ano da Espiritualidade de Dom Bosco’. Visando a uma maior uniformidade, adotou-se um lema orientador comum para as casas da PPSS: “Ser Protagonistas”. E para o ano de 2013-2014, deu-se nesse sentido, mais um passo por meio de uma ação de formação conjunta sobre o lema orientador. Nos  dias 8 e 12 de julho, o Centro de Formação Salesiana organizou e dinamizou uma ação de formação, dividida por zonas, para os professores das escolas salesianas da PPSS. Assim, cerca de 400 professores puderam conhecer e trabalhar a partir  daquele que será o lema orientador do ano 2013-2014: “Ser felizes agora e na eternidade”. Com este lema procura-se ir ao encontro de quanto o Reitor-Mor propõe para o próximo ano: encontrar na espiritualidade a fonte da familiaridade com Deus, que motiva todo o agir educativo e todo o sentido pastoral e evangelizador dos salesianos. Para uma melhor compreensão desse “Ser Felizes”, a ação de formação foi dividida em três partes. Na primeira parte faz-se a apresentação expositiva do lema. Em seguida, a visualização de um filme alusivo a uma felicidade maior, centrada no otimismo e na confiança em Deus e, por fim, optou-se por uma metodologia de formação-ação, em que os professores foram convidados a participar de três "workshops". Desta forma, foi possível refletir e enquadrar no lema, aqueles que são os núcleos da Espiritualidade Juvenil Salesiana: Espiritualidade do Cotidiano; Espiritualidade da Alegria e do Otimismo; Espiritualidade da Amizade com o Senhor Jesus; Espiritualidade da Comunhão Eclesial; e Espiritualidade do Serviço Responsável. “Parece-nos importante proporcionar estes momentos de formação conjunta aos nossos educadores, para que se possa cultivar uma maior uniformidade e um verdadeiro espírito de comunidade, especialmente no que diz respeito à espiritualidade salesiana, hoje” – referiu o P. Tarcízio Morais, responsável pelo Setor Escolas, na Província Portuguesa. O Inspetor, P. Artur Pereira, reforçou no final de cada encontro, a importância da espiritualidade salesiana em todos os nossos ambientes educativos salesianos, já que tudo o que Dom Bosco fez teve como fim “a salvação das almas” dos seus queridos jovens. Hoje, mais do que nunca, é preciso reforçar a procura de sentido dos nossos jovens. E em Jesus Cristo, na sua mensagem e no seu projeto, os jovens podem encontrar esse sentido, já que pela caridade pastoral, pela presença ativa no meio deles e o forte testemunho dos educadores, esse Jesus se torna próximo. E na espiritualidade juvenil salesiana percebe-se como é necessário – no cotidiano, com a alegria e o otimismo, em tantas dimensões de solidariedade e de cidadania evangélica – encontrar aquele fim que orienta para um viver pleno, cheio de felicidade, agora e na eternidade, como desejava Dom Bosco. ANS-Lisboa
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O mês de agosto, para a Igreja no Brasil, é dedicado à reflexão e oração pelas vocações. É o mês em que as comunidades são chamadas a refletirem sobre a forma de como estão cultivando as vocações. Para dinamização do mês vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVC), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), elaborou três subsídios.
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A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida (CEPVF) e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se reúne nesta quarta-feira, 24 de julho, com representantes nacionais da Pastoral Familiar. A reunião será realizada no hotel Windsor Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro, e terá a finalidade de partilhar as experiências na América Latina nas ações evangelizadoras em favor da família.
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  O Papa Francisco promulgou o decreto que concede indulgência aos participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). De acordo com o texto do decreto, a indulgência pode ser recebida por todos que os participarem da JMJ, até mesmo espiritualmente. O decreto foi assinado em 2 julho pela Penitenciaria Apostólica.   O decreto explica que será concedida a Indulgência parcial aos fiéis, onde quer que se encontrem durante a Jornada. Para isso, os jovens precisam rezar pelas intenções do Sumo Pontífice elevando fervorosas orações a Deus, concluindo com a oração oficial da Jornada Mundial da Juventude. Os fiéis devem invocar a Santa Virgem Maria, Rainha do Brasil, sob o título de "Nossa Senhora da Conceição Aparecida", bem como aos outros patronos e intercessores da Jornada, a fim de que estimulem os jovens a se fortalecerem na fé e a caminharem na santidade. Os jovens também devem se confessar e comungar.   Acesse o site da CNBB para ler a íntegra do decreto.   CNBB
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  O Comitê Organizador Local (COL) recebeu na sexta-feira, 21de junho, a visita de representantes do grupo Raízes Históricas Indígenas para discutir detalhes da participação de 150 indígenas católicos na JMJ Rio2013.   Entre as propostas do grupo, está um momento de interação e partilha entre os jovens indígenas e os demais peregrinos, com uma “roda de prosa” e a apresentação de rituais da cultura indígena. Os representantes ainda trouxeram uma pintura de Nossa Senhora da Amazônia, doada pela Arquidiocese de Manaus, para que seja entregue ao Papa Francisco durante a Jornada.   “A Jornada é uma oportunidade de mostrar que católicos e indígenas estão juntos, defendendo os mesmos valores humanos. Queremos que esses nossos jovens católicos repliquem dentro das aldeias essa convivência e experiência de fé que viverão na JMJ”, afirmou a coordenadora de Cultura do grupo, Papioñ, que tem seu nome de batismo como Cristiane Carla Pantoja Santos.   Para o coordenador do grupo, Anápuaká Muniz Tupinambá Hã Hã Hãe, essa aproximação é sinal do clima de respeito e liberdade religiosa defendidos e vivenciados tanto pelo povo indígena como pela Igreja Católica. “Apesar de não ser católico, eu faço questão de que os nossos jovens católicos vivam aquilo que acreditam, manifestem a sua fé, vivam suas crenças”, testemunhou.   O grupo Raízes Históricas Indígenas faz parte do Instituto de Políticas Públicas e Direitos Humanos Indígenas, uma organização não governamental dirigida somente por índios. Fazem parte do grupo etnias como Tapaxó, Tapaxó Hã Hã Hãe, Umutina, Tupinambá, Guarani, Guarani Kaiowá, Potiguara, Karipuna, entre outros.   JMJ Rio2013
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O Cesam-RJ (Centro Salesiano do Adolescente Trabalhador) participou, no último dia 18 de junho, do Programa Confronto Manchete, da Rádio Manchete AM 760, para falar sobre o tema “Exploração do Trabalho Infantil”. Para debater o assunto foram convidados, além do diretor executivo do Cesam, Antomylson Pimentel, a coordenadora do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Luciane da Cruz; o representante da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro Joaquim Travassos Leite; a coordenadora executiva da ONG “Centro de Estudos e Ação em Atenção às Drogas-EX-COLA”, Elizabeth Serra Oliveira; e integrantes do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente do Rio de Janeiro.   A abordagem ao assunto no programa deve-se à recente divulgação da notícia de que no Brasil existem mais de 260 mil crianças no trabalho doméstico. De acordo com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), em 2011, dos 3,7 milhões de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 57,5%, ou seja, 2,1 milhões de crianças e adolescentes trabalhavam e ainda eram responsáveis pelas tarefas domésticas em suas próprias casas.   No debate, a opinião contraria a exploração do trabalho infantil foi unanime entre os convidados. Eles afirmaram que a exploração prejudica o futuro da criança e adolescente, já que os coloca expostos a várias condições abusivas e acabam tendo o rendimento escolar prejudicado. Ressaltaram ainda que o Brasil necessita de urgência na melhoria da Educação, no combate efetivo da exploração, no trabalho do adolescente na condição de aprendiz conforme a Lei 10.097 (Lei do Aprendiz), e no aumento do salário mínimo para que dê condições dos responsáveis manterem seus lares.   Para ouvir o debate clique aqui.   Inspetoria São João Bosco
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  Durante o mês de julho, quatro professores de Educação Física da Rede Salesiana de Escolas (RSE) realizam uma ação missionária e educacional junto a crianças e adolescentes carentes no Haiti   Em 1º de julho o grupo embarca para o Haiti, um dos países mais pobres da América e que ainda sofre as consequências do violento terremoto que afetou a região em 2010. Os educadores participam do projeto “Professores Sem Fronteiras”, uma iniciativa da RSE para compartilhar as práticas esportivas e educacionais do Brasil com os alunos das escolas e obras sociais salesianas daquele país.   O objetivo é contribuir, por meio do esporte e com a alegria, que é característica da ação salesiana, no atendimento a crianças e adolescentes haitianos com idades entre 5 a 18 anos. “Este projeto, mais que uma ação social solidária, é uma doação de vida. Há um entusiasmo, um desejo de bem, uma força motivadora que contagia os professores diretamente envolvidos e a todos os que estão acompanhando e de alguma forma ajudando na sua realização”, afirma a coordenadora do projeto, irmã Adair Sberga, Filha de Maria Auxiliadora (Irmãs Salesianas) e diretora do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto, SP. Organização do projeto Ao longo do mês de julho, os alunos das escolas e obras sociais salesianas do Haiti participarão de atividades lúdicas como: gincanas, jogos pré-desportivos e oficinas. “Pretendemos trabalhar a iniciação esportiva de maneira global, com atividades que envolvam o lúdico, o afetivo, o cognitivo e o espiritual”, explica irmã Adair. O futebol e o voleibol, esportes que são referência no Brasil, também serão ensinados para as crianças e os adolescentes.   O cronograma e a escolha das modalidades esportivas foram elaborados com a colaboração dos próprios professores de Educação Física envolvidos no projeto e da irmã Valéria Timóteo, Filha de Maria Auxiliadora brasileira que está no Haiti há mais de dois anos.   Garantindo a qualidade das atividades que serão desenvolvidas, os professores e alunos contarão com o suporte de diversos artigos, como coletes, uniformes e bolas de tênis, futebol, futsal e vôlei, dentre outros. A compra de todo o material necessário foi possível graças à colaboração de várias escolas da RSE de São Paulo, que realizaram gincanas e campanhas de arrecadação de fundos, em um empenho coletivo para viabilizar o projeto.   Palavra dos professores   Para os professores que decidiram participar dessa missão, o projeto tem um significado muito mais amplo que ensinar práticas esportivas. Corjesus Costa, do Instituto Madre Mazzarello de São Paulo, viu no “Professores Sem Fronteiras” a oportunidade de reviver o sentido da doação ao próximo que vivenciou nas Semanas Missionárias, quando era aluno do Colégio Santa Inês, também na Capital paulista. A mesma motivação tem o educador Rogério Batista, professor do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora de São Paulo. Ele acredita que a participação no projeto pode proporcionar uma forma mais humana de educar e compreender as necessidades do próximo e de transformar a realidade vivida pelos jovens.   Para Guilherme Brondi, que há 18 anos trabalha no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto, participar desse projeto é uma forma de doar seus conhecimentos para o próximo e de conhecer a cultura de um país diferente. Mas a proposta motivou também educadores recém-chegados aos pátios salesianos, como Renato de Castro, que trabalha há quatro meses no Colégio Liceu Nossa Senhora Auxiliadora, em Campinas. Ele é o quarto integrante da equipe incumbida de promover um trabalho social, por meio da prática esportiva, que fique como legado na alma de cada jovem haitiano participante do projeto.   Assessoria de Imprensa Rede Salesiana de Escolas  
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  A Comissão Inspetorial de Educação (CIED) da Inspetoria Salesiana São Domingos Sávio, apoiada pela Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB), promoveu, nos dias 14 e 15 de junho, em Manaus, AM, um simpósio sobre o ano da fé que teve como tema: reflexões sobre a vivência cristã a partir do documento “Porta da Fé”.   Com esse evento a Inspetoria Salesiana São Domingos Sávio, por meio da Comissão Inspetorial de Educação, motivou um significativo gesto de comunhão com a Igreja que vive a experiência do Ano da Fé por ocasião da celebração dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II.   Na noite da abertura, dia 14, após as palavras do padre Cânio Grimaldi, o grupo de teatro da FSDB apresentou uma encenação sobre o dinamismo da Fé presente no capítulo 11 da carta aos Hebreus. Em seguida, dom Sérgio Castriani, arcebispo de Manaus, refletiu sobre o Ano da Fé na Igreja de Manaus. Falando de desafios atuais, disse que atualmente há na sociedade uma grande sensibilidade religiosa, todavia esta é marcada por características como o intimismo, o individualismo, o apelo ao sucesso e à resolução de problemas.   Outros dois expositores que também contribuíram com reflexões muito significativas foi a irmã Luzinete Freitas com o tema “Dimensão Educativa da Fé” e o padre João Mendonça que concluiu a exposição dos temas da noite refletindo sobre a Iniciação Cristã.   Após a apresentação dos temas um debate foi realizado entre os participantes para o aprofundamento dos assuntos abordados ao longo do simpósio.   Inspetoria Salesiana do Amazonas
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Gilberto Lima, professor de Língua Inglesa do Colégio Salesiano São José de Natal, RN, foi destaque em concurso cultural promovido pela Editora Saraiva. Concorrendo com profissionais de todo o Brasil, Gilberto teve seu projeto “Cinema: ilusão ou arte? Inglês se aprende praticando” classificado entre os melhores no concurso e foi premiado com um Ipad com acesso liberado à biblioteca virtual da Saraiva.
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Todos os batizados são chamados a anunciar o Evangelho com coragem em toda realidade. É o que escreve o Papa Francisco em sua mensagem para o Dias Mundial das Missões, que será celebrado em 20 de outubro próximo.
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Com o aproximar-se do Bicentenário de nascimento de Dom Bosco, a Província Portuguesa da Sociedade Salesiana (PPSS) procura que todos os seus educadores tenham a possibilidade de conhecer um pouco mais a vida do seu fundador e, por isso, programa-se 2014 – 3º do Triênio – como ‘O Ano da Espiritualidade de Dom Bosco’. Visando a uma maior uniformidade, adotou-se um lema orientador comum para as casas da PPSS: “Ser Protagonistas”. E para o ano de 2013-2014, deu-se nesse sentido, mais um passo por meio de uma ação de formação conjunta sobre o lema orientador. Nos  dias 8 e 12 de julho, o Centro de Formação Salesiana organizou e dinamizou uma ação de formação, dividida por zonas, para os professores das escolas salesianas da PPSS. Assim, cerca de 400 professores puderam conhecer e trabalhar a partir  daquele que será o lema orientador do ano 2013-2014: “Ser felizes agora e na eternidade”. Com este lema procura-se ir ao encontro de quanto o Reitor-Mor propõe para o próximo ano: encontrar na espiritualidade a fonte da familiaridade com Deus, que motiva todo o agir educativo e todo o sentido pastoral e evangelizador dos salesianos. Para uma melhor compreensão desse “Ser Felizes”, a ação de formação foi dividida em três partes. Na primeira parte faz-se a apresentação expositiva do lema. Em seguida, a visualização de um filme alusivo a uma felicidade maior, centrada no otimismo e na confiança em Deus e, por fim, optou-se por uma metodologia de formação-ação, em que os professores foram convidados a participar de três "workshops". Desta forma, foi possível refletir e enquadrar no lema, aqueles que são os núcleos da Espiritualidade Juvenil Salesiana: Espiritualidade do Cotidiano; Espiritualidade da Alegria e do Otimismo; Espiritualidade da Amizade com o Senhor Jesus; Espiritualidade da Comunhão Eclesial; e Espiritualidade do Serviço Responsável. “Parece-nos importante proporcionar estes momentos de formação conjunta aos nossos educadores, para que se possa cultivar uma maior uniformidade e um verdadeiro espírito de comunidade, especialmente no que diz respeito à espiritualidade salesiana, hoje” – referiu o P. Tarcízio Morais, responsável pelo Setor Escolas, na Província Portuguesa. O Inspetor, P. Artur Pereira, reforçou no final de cada encontro, a importância da espiritualidade salesiana em todos os nossos ambientes educativos salesianos, já que tudo o que Dom Bosco fez teve como fim “a salvação das almas” dos seus queridos jovens. Hoje, mais do que nunca, é preciso reforçar a procura de sentido dos nossos jovens. E em Jesus Cristo, na sua mensagem e no seu projeto, os jovens podem encontrar esse sentido, já que pela caridade pastoral, pela presença ativa no meio deles e o forte testemunho dos educadores, esse Jesus se torna próximo. E na espiritualidade juvenil salesiana percebe-se como é necessário – no cotidiano, com a alegria e o otimismo, em tantas dimensões de solidariedade e de cidadania evangélica – encontrar aquele fim que orienta para um viver pleno, cheio de felicidade, agora e na eternidade, como desejava Dom Bosco. ANS-Lisboa
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O mês de agosto, para a Igreja no Brasil, é dedicado à reflexão e oração pelas vocações. É o mês em que as comunidades são chamadas a refletirem sobre a forma de como estão cultivando as vocações. Para dinamização do mês vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVC), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), elaborou três subsídios.
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A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida (CEPVF) e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se reúne nesta quarta-feira, 24 de julho, com representantes nacionais da Pastoral Familiar. A reunião será realizada no hotel Windsor Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro, e terá a finalidade de partilhar as experiências na América Latina nas ações evangelizadoras em favor da família.
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  O Papa Francisco promulgou o decreto que concede indulgência aos participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). De acordo com o texto do decreto, a indulgência pode ser recebida por todos que os participarem da JMJ, até mesmo espiritualmente. O decreto foi assinado em 2 julho pela Penitenciaria Apostólica.   O decreto explica que será concedida a Indulgência parcial aos fiéis, onde quer que se encontrem durante a Jornada. Para isso, os jovens precisam rezar pelas intenções do Sumo Pontífice elevando fervorosas orações a Deus, concluindo com a oração oficial da Jornada Mundial da Juventude. Os fiéis devem invocar a Santa Virgem Maria, Rainha do Brasil, sob o título de "Nossa Senhora da Conceição Aparecida", bem como aos outros patronos e intercessores da Jornada, a fim de que estimulem os jovens a se fortalecerem na fé e a caminharem na santidade. Os jovens também devem se confessar e comungar.   Acesse o site da CNBB para ler a íntegra do decreto.   CNBB
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  O Comitê Organizador Local (COL) recebeu na sexta-feira, 21de junho, a visita de representantes do grupo Raízes Históricas Indígenas para discutir detalhes da participação de 150 indígenas católicos na JMJ Rio2013.   Entre as propostas do grupo, está um momento de interação e partilha entre os jovens indígenas e os demais peregrinos, com uma “roda de prosa” e a apresentação de rituais da cultura indígena. Os representantes ainda trouxeram uma pintura de Nossa Senhora da Amazônia, doada pela Arquidiocese de Manaus, para que seja entregue ao Papa Francisco durante a Jornada.   “A Jornada é uma oportunidade de mostrar que católicos e indígenas estão juntos, defendendo os mesmos valores humanos. Queremos que esses nossos jovens católicos repliquem dentro das aldeias essa convivência e experiência de fé que viverão na JMJ”, afirmou a coordenadora de Cultura do grupo, Papioñ, que tem seu nome de batismo como Cristiane Carla Pantoja Santos.   Para o coordenador do grupo, Anápuaká Muniz Tupinambá Hã Hã Hãe, essa aproximação é sinal do clima de respeito e liberdade religiosa defendidos e vivenciados tanto pelo povo indígena como pela Igreja Católica. “Apesar de não ser católico, eu faço questão de que os nossos jovens católicos vivam aquilo que acreditam, manifestem a sua fé, vivam suas crenças”, testemunhou.   O grupo Raízes Históricas Indígenas faz parte do Instituto de Políticas Públicas e Direitos Humanos Indígenas, uma organização não governamental dirigida somente por índios. Fazem parte do grupo etnias como Tapaxó, Tapaxó Hã Hã Hãe, Umutina, Tupinambá, Guarani, Guarani Kaiowá, Potiguara, Karipuna, entre outros.   JMJ Rio2013
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O Cesam-RJ (Centro Salesiano do Adolescente Trabalhador) participou, no último dia 18 de junho, do Programa Confronto Manchete, da Rádio Manchete AM 760, para falar sobre o tema “Exploração do Trabalho Infantil”. Para debater o assunto foram convidados, além do diretor executivo do Cesam, Antomylson Pimentel, a coordenadora do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Luciane da Cruz; o representante da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro Joaquim Travassos Leite; a coordenadora executiva da ONG “Centro de Estudos e Ação em Atenção às Drogas-EX-COLA”, Elizabeth Serra Oliveira; e integrantes do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente do Rio de Janeiro.   A abordagem ao assunto no programa deve-se à recente divulgação da notícia de que no Brasil existem mais de 260 mil crianças no trabalho doméstico. De acordo com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), em 2011, dos 3,7 milhões de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 57,5%, ou seja, 2,1 milhões de crianças e adolescentes trabalhavam e ainda eram responsáveis pelas tarefas domésticas em suas próprias casas.   No debate, a opinião contraria a exploração do trabalho infantil foi unanime entre os convidados. Eles afirmaram que a exploração prejudica o futuro da criança e adolescente, já que os coloca expostos a várias condições abusivas e acabam tendo o rendimento escolar prejudicado. Ressaltaram ainda que o Brasil necessita de urgência na melhoria da Educação, no combate efetivo da exploração, no trabalho do adolescente na condição de aprendiz conforme a Lei 10.097 (Lei do Aprendiz), e no aumento do salário mínimo para que dê condições dos responsáveis manterem seus lares.   Para ouvir o debate clique aqui.   Inspetoria São João Bosco
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  Durante o mês de julho, quatro professores de Educação Física da Rede Salesiana de Escolas (RSE) realizam uma ação missionária e educacional junto a crianças e adolescentes carentes no Haiti   Em 1º de julho o grupo embarca para o Haiti, um dos países mais pobres da América e que ainda sofre as consequências do violento terremoto que afetou a região em 2010. Os educadores participam do projeto “Professores Sem Fronteiras”, uma iniciativa da RSE para compartilhar as práticas esportivas e educacionais do Brasil com os alunos das escolas e obras sociais salesianas daquele país.   O objetivo é contribuir, por meio do esporte e com a alegria, que é característica da ação salesiana, no atendimento a crianças e adolescentes haitianos com idades entre 5 a 18 anos. “Este projeto, mais que uma ação social solidária, é uma doação de vida. Há um entusiasmo, um desejo de bem, uma força motivadora que contagia os professores diretamente envolvidos e a todos os que estão acompanhando e de alguma forma ajudando na sua realização”, afirma a coordenadora do projeto, irmã Adair Sberga, Filha de Maria Auxiliadora (Irmãs Salesianas) e diretora do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto, SP. Organização do projeto Ao longo do mês de julho, os alunos das escolas e obras sociais salesianas do Haiti participarão de atividades lúdicas como: gincanas, jogos pré-desportivos e oficinas. “Pretendemos trabalhar a iniciação esportiva de maneira global, com atividades que envolvam o lúdico, o afetivo, o cognitivo e o espiritual”, explica irmã Adair. O futebol e o voleibol, esportes que são referência no Brasil, também serão ensinados para as crianças e os adolescentes.   O cronograma e a escolha das modalidades esportivas foram elaborados com a colaboração dos próprios professores de Educação Física envolvidos no projeto e da irmã Valéria Timóteo, Filha de Maria Auxiliadora brasileira que está no Haiti há mais de dois anos.   Garantindo a qualidade das atividades que serão desenvolvidas, os professores e alunos contarão com o suporte de diversos artigos, como coletes, uniformes e bolas de tênis, futebol, futsal e vôlei, dentre outros. A compra de todo o material necessário foi possível graças à colaboração de várias escolas da RSE de São Paulo, que realizaram gincanas e campanhas de arrecadação de fundos, em um empenho coletivo para viabilizar o projeto.   Palavra dos professores   Para os professores que decidiram participar dessa missão, o projeto tem um significado muito mais amplo que ensinar práticas esportivas. Corjesus Costa, do Instituto Madre Mazzarello de São Paulo, viu no “Professores Sem Fronteiras” a oportunidade de reviver o sentido da doação ao próximo que vivenciou nas Semanas Missionárias, quando era aluno do Colégio Santa Inês, também na Capital paulista. A mesma motivação tem o educador Rogério Batista, professor do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora de São Paulo. Ele acredita que a participação no projeto pode proporcionar uma forma mais humana de educar e compreender as necessidades do próximo e de transformar a realidade vivida pelos jovens.   Para Guilherme Brondi, que há 18 anos trabalha no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto, participar desse projeto é uma forma de doar seus conhecimentos para o próximo e de conhecer a cultura de um país diferente. Mas a proposta motivou também educadores recém-chegados aos pátios salesianos, como Renato de Castro, que trabalha há quatro meses no Colégio Liceu Nossa Senhora Auxiliadora, em Campinas. Ele é o quarto integrante da equipe incumbida de promover um trabalho social, por meio da prática esportiva, que fique como legado na alma de cada jovem haitiano participante do projeto.   Assessoria de Imprensa Rede Salesiana de Escolas  
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  A Comissão Inspetorial de Educação (CIED) da Inspetoria Salesiana São Domingos Sávio, apoiada pela Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB), promoveu, nos dias 14 e 15 de junho, em Manaus, AM, um simpósio sobre o ano da fé que teve como tema: reflexões sobre a vivência cristã a partir do documento “Porta da Fé”.   Com esse evento a Inspetoria Salesiana São Domingos Sávio, por meio da Comissão Inspetorial de Educação, motivou um significativo gesto de comunhão com a Igreja que vive a experiência do Ano da Fé por ocasião da celebração dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II.   Na noite da abertura, dia 14, após as palavras do padre Cânio Grimaldi, o grupo de teatro da FSDB apresentou uma encenação sobre o dinamismo da Fé presente no capítulo 11 da carta aos Hebreus. Em seguida, dom Sérgio Castriani, arcebispo de Manaus, refletiu sobre o Ano da Fé na Igreja de Manaus. Falando de desafios atuais, disse que atualmente há na sociedade uma grande sensibilidade religiosa, todavia esta é marcada por características como o intimismo, o individualismo, o apelo ao sucesso e à resolução de problemas.   Outros dois expositores que também contribuíram com reflexões muito significativas foi a irmã Luzinete Freitas com o tema “Dimensão Educativa da Fé” e o padre João Mendonça que concluiu a exposição dos temas da noite refletindo sobre a Iniciação Cristã.   Após a apresentação dos temas um debate foi realizado entre os participantes para o aprofundamento dos assuntos abordados ao longo do simpósio.   Inspetoria Salesiana do Amazonas
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