Projeto de Vida

Terça, 08 Julho 2014 11:44

Não deixemos que nos roubem a alegria do Evangelho

Escrito por
Acredito que seja importante pensar a perspectiva missionária da vida como vocação a partir das provocações deixadas pelo papa Francisco na exortação Alegria do Evangelhoporque elas traçam um projeto pessoal de vida ousado.
Segunda, 05 Mai 2014 21:08

Não os deixemos jamais sozinhos

Escrito por
“Acredito que seja importante pensar a perspectiva missionária da vida como vocação a partir destas provocações deixadas pelo papa na exortação Alegria do Evangelho porque elas traçam um projeto pessoal de vida ousado”.
Quinta, 06 Março 2014 17:14

Igreja, casa da iniciação cristã

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Toda mudança causa inseguranças, medos, contestações. Hoje, com o processo de iniciação, não poderia ser diferente. Há pessoas e comunidades que não aceitam ou rejeitam o processo sem conhecê-lo profundamente. Isso significa que é preciso criar uma cultura da iniciação cristã, que requer, portanto, mentalidade, sensibilidade e práxis.
Terça, 04 Fevereiro 2014 22:03

A alegria de dizer “sim”

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“Eu e você – com os olhos fixos no Senhor Jesus, precisamos ter coração grande, espírito de desprendimento, coragem para sair e ir ao encontro desse mundo juvenil, ajudando os jovens a se encontrarem pessoalmente com Jesus”, disse o bispo emérito de Rio do Sul, dom José Jovêncio Balestieri, durante a celebração da ordenação sacerdotal do diácono salesiano Volnei Rafael Sevenhani. As palavras de dom José Belestieri podem resumir a magnitude do compromisso assumido por vários jovens que, nos meses de dezembro de 2013 e janeiro deste ano, foram ordenados sacerdotes salesianos em celebrações de Norte a Sul do país. Com coragem e alegria, eles completaram um longo período de formação e agora, espelhados em Dom Bosco, tornam-se pastores entre os jovens brasileiros.
O padre Francesco Cereda, conselheiro geral para a Formação dos Salesianos, concedeu uma entrevista à Agência Info Salesiana, na qual ele fala sobre a identidade e as especificidades do salesiano sacerdote.
Domingo, 24 Novembro 2013 22:32

Dá-me as pessoas: vocação de Dom Bosco

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Na preparação do bicentenário do nascimento de Dom Bosco, temos para este ano o caminho da espiritualidade. É a partir da moção de Deus que podemos perceber a espiritualidade de uma pessoa. Claro, espiritualidade tem apenas uma: espiritualidade cristã, contudo, ela se diversifica nas riquezas dos carismas, cujo agente é o Espírito Santo.
A vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. Contudo, há sempre a liberdade da resposta, embora Deus não desista daquele que ele chama. Pelo título do artigo o leitor já entendeu que vocação não se escolhe, se responde. Diferentemente da profissão, que atrai uma pessoa pelo gosto do próprio trabalho ou pela remuneração, que exige, portanto, uma qualificação específica, a vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. A vocação é chamado de Deus - convocação: “Vinde e Vede” (Jo 1,39), ou como aconteceu com Mateus, quando Jesus o viu e disse: “Segue-me” (Mt 9,9).  
Sexta, 16 Agosto 2013 14:22

DOM BOSCO: UMA VIDA E UM PROJETO

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Quem vai a Castelnuovo Dom Bosco, Norte da Itália, fica surpreso com a presença de tantos santos e santas daquela região. Ali, a fé cresceu em meio aos vinhedos e ao trabalho rural. Camponeses simples, pobres, analfabetos, porém com grandes laços familiares e tradição religiosa católica. Na redondeza vemos as torres das capelas que marcam as fronteiras das pequenas cidades: Butigliera, Mondônio, Capriglio, Asti, Chieri, Castelnuovo, etc... todas elas fecundadas pela presença de santos como José Alamano, Dom Bosco, Domingos Sávio, José Cafasso, Madalena Morano e tantos outros. Dom Bosco nasceu em uma pequena casa, em 16 de agosto de 1815. O pai Francisco e a Mãe Margarida, eram pessoas dedicadas aos filhos e ao trabalho. Como bons camponeses e fervorosos católicos viveram a harmonia de um lar santificado. Aos 29 anos Margarida perde o marido. João Bosco tinha apenas dois anos, o irmão José quatro e o filho de Francisco, fruto do primeiro casamento, Antonio, tinha nove. A  vovó Zucca, com 69 anos, morava com eles. Ela era doente e dependente de uma cadeira de rodas e da atenção de todos. O pequeno João não recordará nunca o rosto do pai. Talvez por isso ele tenha buscado ser um rosto paterno para os jovens.
Quarta, 17 Julho 2013 19:09

Projeto de Vida: Busca de significado, tenha foco!

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A cultura do consumo arranca da pessoa, sobretudo dos jovens, a capacidade de sonhar e vencer obstáculos. A vida perde sentido a longo prazo e as conquistas são sempre para hoje. Na dimensão vocacional isto se torna um desafio enorme e prejudica o verdadeiro sentido da vida como doação aos outros. Estamos em uma época de poucos projetos de vida. Daí a dificuldade em pensar na vida como vocação – serviço. A cultura do consumo arranca da pessoa, sobretudo dos jovens, a capacidade de sonhar e vencer obstáculos. O medo de avançar, arriscar e até reorganizar a vida motivada pelo desejo de servir causa certo mal-estar na vida de muitos porque o sucesso está na mira de qualquer ação.  
Quando eu era criança, era muito fácil identificar uma pessoa consagrada – religioso, religiosa –, pois eles usavam hábito. As religiosas, freiras, tinham hábitos diferentes, cores variadas e uma forma toda especial de se apresentar. Lembro a primeira vez que vi duas religiosas andando na rua; fiquei de boca aberta e tropecei. Só não cai porque minha mãe me segurou. Aliás, minha primeira catequista foi uma religiosa Dorotéia, irmã Damasceno, que recordo com muito carinho. Quando vi um padre de perto pela primeira vez fiquei encantado com aquela batina esvoaçante. Era tudo muito mágico e encantava de verdade. Na medida em que cresci e tomei conhecimento da vida religiosa também mudou a apresentação visual deles e delas. Já nos anos 80, poucos usavam hábito religioso. Percebi que não era a roupa que identificava a pessoa consagrada, mas sua missão. Para mim foi fácil esta passagem porque eu vivia no ambiente da comunidade cristã e o contato com religiosos e religiosas era muito comum. Porém, hoje, nossos jovens não nos identificam pela roupa e, se duvidar, nem pela missão que realizamos. Para muitos de nossos adolescentes e jovens, somos quase invisíveis. Isto para mim é um problema.
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Projeto de Vida

Terça, 08 Julho 2014 11:44

Não deixemos que nos roubem a alegria do Evangelho

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Acredito que seja importante pensar a perspectiva missionária da vida como vocação a partir das provocações deixadas pelo papa Francisco na exortação Alegria do Evangelhoporque elas traçam um projeto pessoal de vida ousado.
Segunda, 05 Mai 2014 21:08

Não os deixemos jamais sozinhos

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“Acredito que seja importante pensar a perspectiva missionária da vida como vocação a partir destas provocações deixadas pelo papa na exortação Alegria do Evangelho porque elas traçam um projeto pessoal de vida ousado”.
Quinta, 06 Março 2014 17:14

Igreja, casa da iniciação cristã

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Toda mudança causa inseguranças, medos, contestações. Hoje, com o processo de iniciação, não poderia ser diferente. Há pessoas e comunidades que não aceitam ou rejeitam o processo sem conhecê-lo profundamente. Isso significa que é preciso criar uma cultura da iniciação cristã, que requer, portanto, mentalidade, sensibilidade e práxis.
Terça, 04 Fevereiro 2014 22:03

A alegria de dizer “sim”

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“Eu e você – com os olhos fixos no Senhor Jesus, precisamos ter coração grande, espírito de desprendimento, coragem para sair e ir ao encontro desse mundo juvenil, ajudando os jovens a se encontrarem pessoalmente com Jesus”, disse o bispo emérito de Rio do Sul, dom José Jovêncio Balestieri, durante a celebração da ordenação sacerdotal do diácono salesiano Volnei Rafael Sevenhani. As palavras de dom José Belestieri podem resumir a magnitude do compromisso assumido por vários jovens que, nos meses de dezembro de 2013 e janeiro deste ano, foram ordenados sacerdotes salesianos em celebrações de Norte a Sul do país. Com coragem e alegria, eles completaram um longo período de formação e agora, espelhados em Dom Bosco, tornam-se pastores entre os jovens brasileiros.
O padre Francesco Cereda, conselheiro geral para a Formação dos Salesianos, concedeu uma entrevista à Agência Info Salesiana, na qual ele fala sobre a identidade e as especificidades do salesiano sacerdote.
Domingo, 24 Novembro 2013 22:32

Dá-me as pessoas: vocação de Dom Bosco

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Na preparação do bicentenário do nascimento de Dom Bosco, temos para este ano o caminho da espiritualidade. É a partir da moção de Deus que podemos perceber a espiritualidade de uma pessoa. Claro, espiritualidade tem apenas uma: espiritualidade cristã, contudo, ela se diversifica nas riquezas dos carismas, cujo agente é o Espírito Santo.
A vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. Contudo, há sempre a liberdade da resposta, embora Deus não desista daquele que ele chama. Pelo título do artigo o leitor já entendeu que vocação não se escolhe, se responde. Diferentemente da profissão, que atrai uma pessoa pelo gosto do próprio trabalho ou pela remuneração, que exige, portanto, uma qualificação específica, a vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. A vocação é chamado de Deus - convocação: “Vinde e Vede” (Jo 1,39), ou como aconteceu com Mateus, quando Jesus o viu e disse: “Segue-me” (Mt 9,9).  
Sexta, 16 Agosto 2013 14:22

DOM BOSCO: UMA VIDA E UM PROJETO

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Quem vai a Castelnuovo Dom Bosco, Norte da Itália, fica surpreso com a presença de tantos santos e santas daquela região. Ali, a fé cresceu em meio aos vinhedos e ao trabalho rural. Camponeses simples, pobres, analfabetos, porém com grandes laços familiares e tradição religiosa católica. Na redondeza vemos as torres das capelas que marcam as fronteiras das pequenas cidades: Butigliera, Mondônio, Capriglio, Asti, Chieri, Castelnuovo, etc... todas elas fecundadas pela presença de santos como José Alamano, Dom Bosco, Domingos Sávio, José Cafasso, Madalena Morano e tantos outros. Dom Bosco nasceu em uma pequena casa, em 16 de agosto de 1815. O pai Francisco e a Mãe Margarida, eram pessoas dedicadas aos filhos e ao trabalho. Como bons camponeses e fervorosos católicos viveram a harmonia de um lar santificado. Aos 29 anos Margarida perde o marido. João Bosco tinha apenas dois anos, o irmão José quatro e o filho de Francisco, fruto do primeiro casamento, Antonio, tinha nove. A  vovó Zucca, com 69 anos, morava com eles. Ela era doente e dependente de uma cadeira de rodas e da atenção de todos. O pequeno João não recordará nunca o rosto do pai. Talvez por isso ele tenha buscado ser um rosto paterno para os jovens.
Quarta, 17 Julho 2013 19:09

Projeto de Vida: Busca de significado, tenha foco!

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A cultura do consumo arranca da pessoa, sobretudo dos jovens, a capacidade de sonhar e vencer obstáculos. A vida perde sentido a longo prazo e as conquistas são sempre para hoje. Na dimensão vocacional isto se torna um desafio enorme e prejudica o verdadeiro sentido da vida como doação aos outros. Estamos em uma época de poucos projetos de vida. Daí a dificuldade em pensar na vida como vocação – serviço. A cultura do consumo arranca da pessoa, sobretudo dos jovens, a capacidade de sonhar e vencer obstáculos. O medo de avançar, arriscar e até reorganizar a vida motivada pelo desejo de servir causa certo mal-estar na vida de muitos porque o sucesso está na mira de qualquer ação.  
Quando eu era criança, era muito fácil identificar uma pessoa consagrada – religioso, religiosa –, pois eles usavam hábito. As religiosas, freiras, tinham hábitos diferentes, cores variadas e uma forma toda especial de se apresentar. Lembro a primeira vez que vi duas religiosas andando na rua; fiquei de boca aberta e tropecei. Só não cai porque minha mãe me segurou. Aliás, minha primeira catequista foi uma religiosa Dorotéia, irmã Damasceno, que recordo com muito carinho. Quando vi um padre de perto pela primeira vez fiquei encantado com aquela batina esvoaçante. Era tudo muito mágico e encantava de verdade. Na medida em que cresci e tomei conhecimento da vida religiosa também mudou a apresentação visual deles e delas. Já nos anos 80, poucos usavam hábito religioso. Percebi que não era a roupa que identificava a pessoa consagrada, mas sua missão. Para mim foi fácil esta passagem porque eu vivia no ambiente da comunidade cristã e o contato com religiosos e religiosas era muito comum. Porém, hoje, nossos jovens não nos identificam pela roupa e, se duvidar, nem pela missão que realizamos. Para muitos de nossos adolescentes e jovens, somos quase invisíveis. Isto para mim é um problema.
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