Quando eu era criança, era muito fácil identificar uma pessoa consagrada – religioso, religiosa –, pois eles usavam hábito. As religiosas, freiras, tinham hábitos diferentes, cores variadas e uma forma toda especial de se apresentar. Lembro a primeira vez que vi duas religiosas andando na rua; fiquei de boca aberta e tropecei. Só não cai porque minha mãe me segurou. Aliás, minha primeira catequista foi uma religiosa Dorotéia, irmã Damasceno, que recordo com muito carinho. Quando vi um padre de perto pela primeira vez fiquei encantado com aquela batina esvoaçante. Era tudo muito mágico e encantava de verdade.

Na medida em que cresci e tomei conhecimento da vida religiosa também mudou a apresentação visual deles e delas. Já nos anos 80, poucos usavam hábito religioso. Percebi que não era a roupa que identificava a pessoa consagrada, mas sua missão. Para mim foi fácil esta passagem porque eu vivia no ambiente da comunidade cristã e o contato com religiosos e religiosas era muito comum. Porém, hoje, nossos jovens não nos identificam pela roupa e, se duvidar, nem pela missão que realizamos. Para muitos de nossos adolescentes e jovens, somos quase invisíveis. Isto para mim é um problema.

 

Animação vocacional é saber proporcionar às pessoas, sobretudo aos jovens, um processo de conscientização da vida como vocação e serviço.

 

A iniciação cristã, define o Documento de Aparecida, é “propriamente falando, a primeira iniciação nos mistérios da fé, seja na forma do catecumenato batismal para os não batizados, seja na forma pós-batismal para os batizados não suficientemente catequizados” (DA, 288). A iniciação cristã é mergulhar a pessoa no mistério de Jesus Cristo. Não se trata, pura e simplesmente de receber um sacramento, mas de vivê-lo no encontro com o Salvador. Contudo, mergulhados como estamos numa cultura pós-cristã, é muito importante desenvolver a animação vocacional dentro dessa perspectiva catequética. Proponho, então, alguns elementos metodológicos que podem ajudar neste serviço.

 

O primeiro elemento de conscientização vocacional é a experiência de saber que foi iniciado na fé cristã. Isto quer dizer o seguinte: a pessoa precisa tomar consciência de que é um cristão, discípulo de Jesus Cristo, que recebeu o dom da fé, dádiva da liberdade de Deus, dentro da vivência, experiência e testemunho de uma comunidade cristã, educadora da fé. Começa aqui o amadurecimento da vida cristã como vocação – chamado – que se desdobra na fé celebrada, vivida, experimentada, compreendida, testemunhada e anunciada. Esse processo é dialogal porque acontece entre Deus que convoca a pessoa e a resposta generosa de quem se sente chamado, pois toda a assembleia dos fiéis é vocacionada. É muito importante sublinhar que no isolamento social e eclesial será cada vez mais difícil conscientizar alguém de que a vida é vocação.

 

Sábado, 27 Abril 2013 01:03

Ser missionário de quem?

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Nos contextos complexos da nossa condição humana atual precisamos refletir sobre as razoes do nosso ser missionário. Por que a missão é tão importante ainda hoje? O que significa evangelizar na era digital? Qual é o meu lugar na nova evangelização? Afinal, o que devo anunciar?

 

Desde seus inicios, a Igreja pautou sua atividade fundamental na missão porque Jesus de Nazaré foi o missionário do Pai. Andou por cidades e aldeias sempre embebido desta incansável ação. Seus seguidores, sobretudo Paulo de Tarso, depois do encontro misterioso com o Senhor às portas de Damasco, tornou-se evangelizador por excelência (1 Cor 9,16). Seguido depois por Barnabé, Tiago e Pedro, Paulo ficou marcado na Igreja antiga como o grande apóstolo dos pagãos. Suas viagens missionárias dão testemunho disto e ocupam sete capítulos dos Atos dos Apóstolos (13-21). O famoso discurso no areópago de Atenas (Atos 17,22-31) marca decididamente seu estilo visionário e místico diante da grande novidade que era Jesus. São também bastante significativas suas argumentações para defender seu ministério (Atos 22,1-21; 26, 9-18). A missão para Paulo era assim um projeto de vida assumido como vocação. Uma convocação que não nasceu simplesmente de uma opção, mas de um dever (1Cor 9, 17).

 

Terça, 12 Fevereiro 2013 15:53

Animação vocacional na “virada popular”

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Encontrei este termo, “virada popular,” em um artigo de Paulo Suess publicado na revista Encontros Teológicos n. 2 (2012, p. 107). Gostei da forma como ele descreveu o assunto e me apropriei dele para comentar a Animação Vocacional no contexto dos 50 anos do Vaticano II.

 

Quando o Concílio Vaticano II começou em 1962, não era ainda possível imaginar que a Igreja passaria por uma virada popular, quer dizer, o inaudito processo de inculturação e o diálogo com a pós-modernidade. Evidentemente, naquele tempo este tipo de expressão não era ventilada na práxis eclesial, então, o termo usado por João XXIII foi aggiornamento. No contexto europeu dos anos 1960, esta palavra foi traduzida por adaptação e sinal dos tempos, diálogo etc. Na América Latina traduzimos por Libertação, participação, serviço. Ora, essa mexida pastoral provocou uma mudança de método na Animação Vocacional.

 

Sexta, 01 Fevereiro 2013 15:44

Vocação Religiosa

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PRIMEIRA PROFISSÃO RELIGIOSA NO NOVICIADO DE INDÁPOLIS - MS


No dia 24 de janeiro, os três noviços da Inspetoria São João Bosco fizeram a sua primeira profissão religiosa, em Indápolis, na Inspetoria de Campo Grande. São eles: Aldemir Aparecido Marques, Antônio Sérgio Pelais Silva e Sebastião Cesário da Cruz Júnior. Ao mesmo tempo,  Jonathas Andrade Campos foi apresentado como candidato ao noviciado.


A celebração eucarística na qual professaram os noviços foi presidida pelo inspetor local, Pe. Lauro Takaki Shinohara. Da Inspetoria São João Bosco estiveram presentes: Pe. Nilson, inspetor da ISJB, Pe. Sedney, acompanhante da formação dos pré-noviços, e Lucimar de Freitas, que prestará seu serviço como tirocinante naquela comunidade.

 

RENOVAÇÃO DE VOTOS


Também no dia 24 de janeiro renovaram os votos os salesianos José Paulino Godoy, Edilson Agreson da Silva e Ir. Rafael José dos Santos, durante a celebração em comemoração a São Francisco de Sales, presidida pelo vice-inspetor Pe. João Luiz Galvão.


PROFISSÃO PERPÉTUA


No dia 27 de janeiro, o salesiano João Carlos André fez a sua profissão perpétua durante a celebração eucarística presidida pelo Pe. Nilson na comunidade Santíssima Trindade, em Belo Horizonte.


SALESIANO DA ISJB A SERVIÇO EM OUTRA INSPETORIA


A comunidade do Noviciado São João Bosco da Inspetoria Salesiana de Campo Grande- MSMT recebeu, no dia 28, com muita alegria e festa, a renovação dos votos do Salesiano Lucimar de Freitas, enviado pela a Inspetoria São João Bosco-BBH, assistente do Noviciado localizado em Indápolis distrito de Dourados-MSMT. Estiveram presentes os Salesianos: Pe.Augusto Issao Kian, mestre do Noviciado, Pe. José Benito Porto e o irmão Antonio Teixeira.

 
RENOVAÇÃO DOS VOTOS


No dia 28 de Janeiro, em Barbacena – MG, o inspetor Pe. Nilson recebeu a renovação dos votos dos salesianos Carlos Romeiro Macedo, Romeu do Nascimento Dias e Ádano Islei Pinheiro.

RENOVAÇÃO DE VOTOS DOS PÓS-NOVIÇOS

No dia 31 de janeiro, festa de Dom Bosco, os pós-noviços da ISJB Denis Dutra Marques, Géster de Sousa Cabral e Warley Alves Batista renovaram os votos durante a celebração eucarística presidida pelo vice-inspetor da ISJB, Pe. João Luiz Galvão. Após o momento solene, os pós-noviços e toda a comunidade festejaram o dia de Dom Bosco, Pai e Mestre da Juventude.

Terça, 15 Janeiro 2013 21:15

Nos rumos de Aparecida

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O Documento de Aparecidaapresenta um itinerário de formação para o discípulo que deseja compreender os sinais do chamado. Trata-se de um processo que ajuda tanto ao agente como ao destinatário a discernir os motivos interiores do chamado do Senhor.

 

A mudança de época na qual vivemos ajuda a compreender que existem novas formas de propor o projeto de conhecimento e seguimento de Jesus. Os termos discípulo e missionário definem este seguimento, pois se configuram no encontro com Jesus – caminho, verdade e vida (conforme Celam, Documento de Aparecida, texto da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, São Paulo, 2007).

 

Ãyuró E’katiro me’ra Basârã “Cantemos com muita alegria” é a tradução em tukano da experiência realizada em lauareté, AM, desde o dia 12 de dezembro. A Paróquia São Miguel Arcanjo acolheu, com a igreja repleta, o início do tríduo em preparação a ordenação sacerdotal de um filho da terra, o Diácono Gilson Falcão Araújo, que, desde  2002, se prepara para ser salesiano sacerdote, doando-se assim, inteiramente pelos jovens da Amazônia.

 

Durante os dias de preparação as comunidades de lauaretê não mediram esforços para homenagear seu filho com danças (Cariçu, Capiwaiá, Mawáco, entre outras), representações teatrais e discursos. Um momento marcante neste período foi a cerimônia da bênção Tariano-Piratapuia, realizada no dia 14 de dezembro. Nesta, os grupos das etnias paterna (Tariano) e materna (Piratapuia) “revestiram” o diácono com os símbolos próprios e a “força de seus ancestrais”, que segundo os mesmos estariam olhando por ele em sua nova e importante missão como salesiano sacerdote.

 

O grande dia começou com as comunidades do centro de lauaretê ornamentando a quadra do Centro Juvenil Salesiano. Foi marcante, apesar do cansaço, em decorrência de toda a preparação, a alegria e o sorriso nos rostos de quem estava trabalhando para deixar o ambiente onde o diácono Gilson seria revestido sacerdote do Senhor o mais bonito possível .

 

Estiveram presentes em lauaretê nestes dias: Dom Bruno Pedron, SDB, bispo de Ji-Paraná, RO, que foi o ordenante; padre Nilson Costa Cruz, diretor Pároco e representante do padre inspetor; padre Daniel Cunha, mestre de cerimônia; padre Bruno Morandini, pároco de Taracuá; padre Ademir de Oliveira, representante da comunidade formadora do teologado do Instituto Pio XI; padre Augusto Kian, mestre de noviços da inspetoria de Campo Grande e o professor Paulo Delgado da Universidade Federal de Campo Grande, MS. Durante a celebração Eucarística, Dom Bruno não escondeu a alegria em visitar Lauaretê pela primeira vez.

 

Domingo, 16 de dezembro, foi realizada a celebração da 1ª missa presidida pelo padre Gilson. A homilia foi realizada pelo padre Ademir de Oliveira que ressaltou aspectos da vida do padre Gilson e o tempo em que conviveram juntos no pós-noviciado em Campo Grande e o tempo da teologia. Padre Ademir, também ressaltou o significado de ser e viver como sacerdote. “O padre reza e intercede a Deus pelo povo”.  No fim da celebração, Dom Bruno agradeceu de forma emocionada a oportunidade de estar no Alto Rio Uaupés nestes dias.

 

Inspetoria Salesiana do Amazonas

“A Diocese de Bagé e a Congregação Salesiana de Dom Bosco, neste tempo de feliz e piedosa expectativa, recebem um grande presente de Deus: dois jovens que oferecem sua vida para viver como pastores segundo o coração de Deus". Assim se expressou Dom Gilio Felicio, bispo diocesano de Bagé, RS, ao ordenar, no dia 15 de dezembro, em Lavras do Sul, RS, os irmãos Domingos Manoel Rodrigues Lopes, diocesano, e Tiago Rodrigues Lopes, salesiano.

 

A ordenação foi realizada no Ginásio Municipal Fernando Pelizzer Teixeira, onde foram acolhidas pessoas de vários locais da Diocese de Bagé e do Rio Grande do Sul. A Família Salesiana foi representada  pelo inspetor, padre Orestes Carlinhos Fistarol, Salesianos e Filhas de Maria Auxiliadora (FMA).

 

Dom Gilio saudou de modo especial a irmã Deotila Rech, responsável por iniciar na cidade a Pastoral da Criança e por ter ajudado no parto do Domingos Manoel. Em sua homilia, Dom Gilio  lembrou que a caridade pastoral é aquilo que deve se esperar de um padre. “Deus chama as pessoas para o ministério presbiteral tendo em vista o prolongamento na história da presença viva e eficaz de Jesus Cristo, único e sumo Pastor, atualizando seu estilo de vida e tornando-se como que a transparência dele no meio do povo". O bispo concluiu sua mensagem lembrando os lemas dos dois novos padres.

 

Durante a celebração, um dos momentos marcantes foi a caminhada que o bispo realizou, de mãos dadas e untadas com o óleo do crisma, conduzindo os dois irmãos pelo centro do Ginásio.

 

No final da celebração, padre Orestes Carlinhos Fistarol disse que a diocese de Bagé e a Família Salesiana receberam do Senhor Jesus, às vésperas da celebração do Natal, dois presbíteros, filhos de Lavras do Sul, irmãos de sangue. “Um dom para a Diocese de Bagé e outro para a Congregação Salesiana”, recordando que na Igreja há muitos carismas e que somos chamados a viver a comunhão na missão. “Queridos irmãos e irmãs, hoje em Lavras do Sul aconteceu algo maravilhoso que precisa ser divulgado em todas as redes sociais: um bispo negro ordenou dois sacerdotes negros de uma mesma família”.

 

Padre Orestes agradeceu às irmãs salesianas pelo acompanhamento que deram ao padre Tiago quando ele era adolescente e jovem. “A presença delas foi fundamental para que ele optasse pela vida salesiana”, disse. Ele também agradeceu ao padre Airton, pároco da paróquia de Santo Antônio, pela mobilização das forças vivas da Comunidade paroquial e da cidade pela organização da festa.

 

Quarta, 10 Outubro 2012 15:57

O chamado a ser Salesiano Cooperador

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Confesso que quando criança e parte de minha adolescência queira ser “super-herói”. Ficava maravilhado em vê-los nos desenhos e filmes salvando vidas, dando novos rumos e oportunidades às pessoas que se encontravam em apuros e risco, sobretudo quando um deles ousava levantar o braço para dizer “para o alto e avante”. Fiquei frustrado ao saber que não conseguiria ser um deles.  

Porém, depois de certo tempo, percebi que o sonho então esquecido e que poucos conheciam, na verdade, ainda estava sendo alimentado e nutrido em mim. Aos poucos, porém, a vida me fez perceber que existia uma forma bem mais concreta e de ser um “herói”:“Busca almas, nada de dinheiro, honras, nem privilégios. Sejam educados, cuidem dos doentes, dos jovens, dos idosos e dos pobres, evitem o ócio, sejam sóbrios no comer, no beber e descansar; cuidem da saúde; vivam a pobreza; amem-se uns aos outros e propaguem a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado. Além de que se recomende aos jovens a confissão e a eucaristia”. Dom Bosco me indicou o caminho a seguir e, aos poucos, percebi que estar no meio dos jovens, ouvi-los e incentivá-los, colaborar com os Salesianos de Dom Bosco (SDB) e as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), nossos irmãos, me dava muita satisfação e alegria. Foi assim que me senti incentivado a entrar em um processo de discernimento vocacional para me tornar um Salesiano Cooperador.  

O primeiro toque divino veio durante algumas conversas com a salesiana cooperadora Lena Kátia, que na época era minha catequista na turma de Crisma. Recordo que tinha uma necessidade pessoal: ter uma proposta concreta, gratificante de futuro que não me trouxesse frustração. Lembro da reposta que Lena elaborou quando perguntei o que era ser salesiano cooperador: “O chamado a ser salesiano cooperador: uma aposta e uma atitude positiva perante a parcela da sociedade que recrimina, julga e subestima a juventude”. Essas palavras marcaram e marcam minha vida desde então.

O período de formação tem me ajudado a perceber que a opção e a escolha de ser salesiano cooperador é bastante desafiador, em um mundo onde existem outras opções que envolvem e cativam,. Afinal, seguir, proclamar e provocar vocações em jovens que têm “sonhos” e ambições, tais como ter o melhor carro e salário, a esposa mais bonita e prestígio, não é tarefa fácil. Pensar sobre isso me faz lembrar a passagem bíblica do jovem rico (Mc 10, 17-31). Porém, sinto-me chamado a ajudá-los a perceber que sigo por um belo caminho que, apesar de possuir desafios, é também muito gratificante.

Responder a essa vocação, bem delineada, pautada e traçada por Dom Bosco, é uma missão desafiadora, mas a cada dia que passa meu desejo é continuar rumo à “primeira promessa”, processo no qual estou há dois anos. No momento estou em formação, estudando o Plano de Vida Apostólica – PVA e sou considerado um aspirante a salesiano cooperador, como somos chamados.

Hoje sei que jamais poderei ser um “super-herói” com capa e máscara, tal como vislumbrava na infância, pois Deus me convida a ser herói de outra forma. Esta minha vocação é real e nela me empenho dia a dia. Por isso, parafraseando o apóstolo Paulo que diz “ai de mim, se eu não evangelizar” (1 Cor. 9:16), eu digo: Ai de mim se não salvar vidas e almas. Ai de mim se não propuser aos jovens  novos rumos e oportunizar aos que se encontram em apuros um encontro pessoal com Jesus Cristo. Ai de mim se não levantar as mãos ao céu e não proclamar profeticamente no meio dos jovens: para o alto nós vamos, o nosso lugar é o céu!

 

Henrique Carreira é aspirante a Salesiano Cooperador em Belém, PA

 

Quarta, 22 Agosto 2012 18:37

Orientação Vocacional Digital

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No dia 16 de agosto, os salesianos, cooperadores, colaboradores, jovens e toda a família salesiana comemoraram o nascimento de Dom Bosco. Esta data festiva foi escolhida pelo Sistema Salesiano de Orientação Vocacional (SSOV), da Inspetoria São João Bosco, para o relançamento de seu espaço on-line.

O  blog foi completamente reformulado e ganhou o título  “Espaço Vocacional Salesiano”. Com novo design e novos canais de comunicação, o espaço ficou mais dinâmico e interativo. A proposta continua a mesma: estar próximo dos jovens vocacionados nos novos pátios digitais.

Acesse e confira: vocacional.salesianos.br.

Além do Blog, o SSOV também atua em ambiente digital com a fanpage no Facebook (www.facebook.com/EspacoVocacionalSalesiano) e o perfil no Twitter (@VocacionalSDB), onde divulgam novidades relacionadas à vocação e ao universo salesiano.

Histórico

Há exatamente um ano  o SSOV lançou na Internet o “Espaço Vocacional Salesiano”, enxergando as mídias digitais como os novos pátios onde os salesianos também devem se fazer presentes. De acordo com o delegado do sistema, “o SSOV mergulhou na rede mundial e aprimorou o seu método de acompanhamento vocacional, adaptando-o, também, para atender os jovens conectados”.

Resultados

Após um ano de atividades, o Espaço Vocacional Salesiano aumentou o número de candidatos à vida religiosa salesiana e se posicionou de forma mais próxima e transparente junto à comunidade salesiana e aos jovens.

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