Segunda, 16 Abril 2018 19:39

Jornada Educação e Questões de Gênero é realizada na Faculdade Dom Bosco

Escrito por  Comunicação - Faculdade Dom Bosco
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A Dra. Maria Inês Millen, ao centro, foi a palestrante do evento A Dra. Maria Inês Millen, ao centro, foi a palestrante do evento Foto: Divulgação

A Jornada Educação e Questões de Gênero, realizada em 10 de abril pela Pastoral da Educação da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB do Regional Sul 3, contou com o apoio da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, RS. O auditório P. Marcos Sandrini lotou com professores do Ensino Básico de escolas municipais, estaduais e particulares, coordenadores pedagógicos e pastorais, membros de comissões de Educação e Cultura das Dioceses – CEC, catequistas, agentes de pastoral, diretores e gestores de instituições educacionais.

 

A Dra em Medicina e Teologia Maria Inês de Castro Millen trouxe a experiência da área médica e falou sobre temas como moral fundamental, moral social, moral sexual conjugal e familiar, bioética e antropologia teológica.

 

Levou os participantes à reflexão sobre identidade e diversidade, a identidade sócio cultural, as identidades belicosas e o fanatismo e a intolerância. Ainda dissertou sobre gênero, estudos de gênero, ideologias de gênero, expressão de gênero, violência de gênero e sobre a educação e questões de gênero. Fundamentou as reflexões com base no cristianismo e na Igreja Católica, na mídia, no Estatuto da Juventude e na Organização das Nações Unidas para a Educação a ciência e a Cultura – Representação da UNESCO no Brasil.

 

No Plano Nacional de Educação (PNE), projeto de lei que define diretrizes e metas para a educação até 2020 promove: “a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação”.

 

“Em um processo de integração ‘correto e harmônico’, a identidade sexual e a de gênero ‘se complementam’. A integração da personalidade se realiza como reconhecimento da plenitude da ‘verdade no interior da pessoa’, unidade de alma e corpo” (CPF, 2000, n. 8).

 

“Isso contribui para a superação de preconceitos causadores de graves discriminações, que levaram e ainda levam à marginalização” (Giannino PIANA, 2014).

 

Ela sugeriu que não se pense nos processos sociais e culturais prescindindo inteiramente do componente biológico, da estrutura genética e neuronal do sujeito humano. Todavia, que se evidencie também o papel da cultura e das estruturas sociais, reconhecendo-se o mérito dos estudos de gênero em captar a relevância das vivências pessoais na definição da identidade de gênero.

 

No final, a Dra. Maria Inês de Castro Millen recebeu uma homenagem musical do aluno do curso de Direito da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, Eliandro da Luz da Rosa.

 

Fonte: Faculdade Dom Bosco

Lido 373 vezes Modificado em Segunda, 16 Abril 2018 19:48

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