Sexta, 23 Fevereiro 2018 15:45

“As vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias”, reiterou Francisco ao convocar este dia de jejum e oração pela paz durante o Angelus de 4 de fevereiro.

 

Segunda, 06 Março 2017 17:25

“As fotografias da Etiópia em 1984, de crianças depauperadas ao extremo e mais de um milhão de mortos por falta de comida ficaram gravadas nas mentes de muitos ocidentais como lembrança de uma terrível palavra: fome”, escrevia Carlos Laorden. “Há casos de mortes por inanição. Não sabemos quantos, porque não temos acesso”, diz Luca Russo, assessor especial da FAO, sobre a situação atual em outro país africano: o Sudão do Sul. Os salesianos em meio a essa situação catastrófica continuam entre o povo.

Quarta, 28 Setembro 2016 15:00

 Na terça-feira, 27 de setembro, Giacomo Comino, salesiano irmão missionário, a serviço da Procuradoria Salesiana de Juba, no Sudão do Sul, chegou a Bruxelas, Bélgica, para explicar aos vários interessados a situação de emergência enfrentada por milhares de sudaneses do sul e as iniciativas empreendidas pelas presenças salesianas no país, por meio de esforços conjuntos dos Salesianos da Inspetoria África Leste (AFE) e a ‘Don Bosco International’.

Terça, 05 Abril 2016 17:42

Há anos elevou-se à honra das crônicas mundiais as fotos vencedoras do prêmio Pulitzer. Um grande fotógrafo, Kevin Carter, fez a foto de uma menina e deu-lhe um título: “A menina e o abutre”. A foto mostrava realmente um abutre atrás da menina, como que à espera da sua morte para nutrir-se dela. A imagem girou o mundo, foi aplaudida pelo seu conteúdo e significados, falou-se longamente dela. Mas há uma verdade que, hoje, o mundo ainda não compreendeu: a necessidade de fazer alguma coisa para mudar a vida de milhões de crianças e tirá-las de uma miséria que se torna desumana.

Quinta, 09 Janeiro 2014 16:46

 

Enquanto em Adis-Abeba, Etiópia, prosseguem o diálogo entre as duas partes em conflito, no Sudão do Sul a situação da população continua crítica.
 

No campo das Nações Unidas, em Juba, capital do Sudão do Sul, as estruturas de acolhimento aos refugiados já estão no limite. Atualmente ali se encontram também cerca de 200 paroquianos da obra salesiana, que sofrem pela falta de comida e pelas precárias condições higiênico-sanitárias. Os salesianos e as Irmãs da Caridade de Jesus foram visitá-los, expendendo cuidados médicos e partilhando o pouco do quanto era possível partilhar, visto que na escola secundária da obra salesiana ainda continuam cerca de 200/250 refugiados, em sua maioria crianças e mulheres, entre as quais algumas grávidas.
 

Entre esses refugiados há até quem tenha caminhado dez dias antes de achar um pouco de refúgio. E cada um tem a sua triste história para contar. Para alguns não sobrou nada: estão sem dinheiro, sem comida e com a roupa que levam no corpo... Há quem teve de jejuar por dias e dias durante a viagem, recebendo alguma pequena ajuda dos comerciantes ou da gente com quem cruzavam pelo caminho.
 

Visto que a situação no Sudão do Sul ainda está muito instável, são muitos também aqueles que vão para o Quênia. Na terça-feira, 7 de janeiro, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR) acompanhou três caminhões e um ônibus até Nadapal, nos limites com o Quênia, com a intenção de transportar os refugiados ao campo de Kakuma. Mas tanto o UNHCR quanto as outras agências internacionais estão esmagadas sob a mole de necessidades: não há veículos suficientes para todos e falta também comida, roupa e locais de acolhida…
 

Na quarta-feira, 8 de janeiro, alguns salesianos foram a Mogiri, a 30 km de Juba, mas demoraram 3 horas para chegar, por conta da péssima condição da estrada. Ao longo do caminho, à exceção de dois cadáveres abandonados, não viram uma “alma viva”. Uma vez em Juba, observaram como a maior parte do povo prefere fugir para o mato: “Estamos com medo, padre; a morte pode visitar-nos a qualquer momento” – disse um deles, aterrorizado. Qualquer disparo ou mesmo ruído de carro os amedronta; saíram para receber um pouco de comida das mãos dos salesianos, mas logo em seguida voltaram para a mata, porque mais segura, porque, seja como for, alguma coisa para comer sempre se pode achar...

Alguns militares desaconselharam os salesianos a voltar a Juba: consideram-na lugar não-seguro. “Mogiri perdeu tudo: negócios, transportes... Não há mais nada…Quando acabará tudo isto?” – perguntam-se os refugiados na comunidade salesiana.
 

InfoANS
 

Leia também: 
Quênia - Milhares os refugiados às portas de Kakuma

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Segunda, 23 Dezembro 2013 13:21

Nem todo o mundo está se preparando para o Natal em uma atmosfera de paz e serenidade. No Sul do Sudão e da República Centro Africana tempo do Advento tem sido marcada por uma escalada de tensão e violência. As presenças salesianas no local têm dado o seu melhor para ajudar os necessitados e também Roma do Reitor-Mor, anima e sustenta essas comunidades fronteiriças.

Quinta, 19 Dezembro 2013 18:11

Novos e gravíssimos confrontos foram registrados nesta quarta-feira, 18 de dezembro, em Juba, Capital do Sudão do Sul. Segundo estimativas da ONU (Organização das Nações Unidas), os confrontos já resultaram na morte de 500 pessoas e  somam aproximadamente 800 feridos.