Um projeto desenvolvido por alunos e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica Salesiana do Espírito Santo, em Vitória, ES, conquistou o primeiro lugar do prêmio Morar Mais Vitória. O “Bicicletário Sustentável” venceu na categoria Sustentabilidade e ficou disponível para visitação durante a mostra de Arquitetura e Decoração Morar Mais por Menos, importante evento do segmento.

 

O bicicletário foi todo projetado e construído usando os princípios da sustentabilidade.  Para-ciclo, construído com rodas usadas; luminárias feitas com aros de bicicleta inutilizados; pórtico (portal) com painel de garrafas pet; e fonte de água reutilizável. Os estudantes e professores tiveram 20 dias para executar o projeto.

 

Além do espaço, um dos alunos construiu uma bicicleta de madeira utilizando os mesmos princípios. A ideia de criar o veículo foi do aluno do 2º período do curso de Arquitetura e Urbanismo, Tiago Berkman. Ele gastou 12 dias para construir a bicicleta toda talhada em madeira.

 

O equipamento é totalmente feito com material que pode ser reaproveitado. Segundo Tiago, apesar da madeira ter um tempo de vida útil mais curto do que o aço, utilizado nas bicicletas tradicionais, o processo de confecção do veículo degrada menos o meio ambiente. Além de poder reutilizar os restos da madeira utilizada para a confecção da bicicleta, a matéria prima utilizada pode ser reciclada.

 

Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Católica, Pedro Canal, a vitória foi um reconhecimento do esforço e do trabalho de toda a equipe. “Pensamos no conceito de sustentabilidade desde o projeto até a execução. Trabalhamos em conjunto para chegarmos a esse resultado”, destacou.

 

Mais detalhes sobre o “Bicicletário Sustentável” e a bicicleta de madeira estão disponíveis no site da Faculdade Católica Salesiana do Espírito Santo.

 

Inspetoria São João Bosco

 

O II Congresso ANEC chegou ao fim no último sábado, 6 de julho, com saldo positivo. A última conferência conduzida pelo consultor educacional, Celso Antunes, emocionou a todos sob o tema “Os Desafios da Nova Escola Católica no Século XXI”. O palestrante abordou os quatro desafios básicos que os professores têm de aplicar no dia a dia em sala de aula. Dentre os quais foram enfatizados o trabalho das competências pedagógicas e os valores da escola católica.

 

O público foi levado à emoção com casos apresentados por Antunes, que além de mestre em Ciências Humanas e especialista em Inteligência e Cognição, também é grande contador e encantador de histórias. Uma de suas histórias foi o de uma professora de uma escola rural, que mesmo sem energia elétrica trabalhou a questão da internet com seus alunos. Segundo o educador, o professor é o principal agente de transformação da escola. Se não existe uma coordenação de direção que propicie suas condições de trabalho ele ficará, de certa forma, amarrado. Ele tem uma atuação criativa. Porém essa criatividade se diferencia da improvisação em sala.

 

Os Fóruns, Oficinas, Comunicações científicas, grupos de trabalho e sessões de pôsteres propiciaram debates de temas educacionais e institucionais a partir da construção de um conjunto de referências que mostraram que sim, uma nova escola é possível.

 

A programação do Congresso foi encerrada com a assembleia geral, destacando o resultado final com a carta de Goiânia, que teve resultado com conclusões inéditas, resultado da reflexão de grupos de trabalho. Para Wolmir Amado, presidente do conselho superior da ANEC, é o momento dos educadores católicos mostrarem a força da educação católica com mais ênfase ao governo, ao país, e às políticas de educação. Sobre o Congresso, enfatizou que o evento foi um conjunto de alegria e gratidão em reunir um grande número de pessoas. “É uma alegria termos sediado o Congresso em Goiânia, ele possibilitou a troca de experiências e palestras de qualidade”, disse Wolmir.

 

Padre José Marinone, SDB, diretor presidente da ANEC, acredita que o evento alcançou suas metas, destacando que o ponto fundamental e desafiador do evento foi assumir que uma nova escola é possível. “O congresso chamou a atenção pela qualidade das palestras, dos palestrantes e educadores que apresentaram e partilharam suas experiências e conhecimento. O tema ‘Uma Outra Escola É Possível’ não é apenas instigante, desafiador e comprometedor. Não é simplesmente dizer que é possível uma nova escola. Uma nova escola é possível mudando a nossa mentalidade, mudando nosso fazer pedagógico, assumindo a ideia que realmente não se constrói uma escola hoje sem ter como ponto fundamental a formação integral do ser humano. Isso exige a busca da vivência de novos valores,  conceitos e realidades. Por outro lado, por sermos educadores católicos necessitamos -  como diz o documento de Aparecida -  não perder de vista, que  toda a educação católica deve levar o educando para a pessoa de Jesus Cristo”, declarou padre Marinone.

 

Educadores, gestores, pesquisadores e acadêmicos deixaram o II Congresso Nacional de Educação Católica, no Centro de Convenções de Goiânia, com o sentimento de saudade e, ao mesmo tempo, de alegria por terem vivenciado experiências didáticas ao longo de quatro dias. A discussão principal ‘Uma nova escola é possível’ levou os participantes a analisarem as potencialidades e possibilidades de construção de um novo modelo educacional.

 

O III Congresso Nacional de Educação Católica, a ser realizado em 2015, será sediado em Curitiba, no estado do Paraná. O evento contará com o apoio da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR. O III Congresso abordará a temática “Carisma, Conhecimento e Competências: Desafios e Oportunidades para a Educação católica nas Culturas Contemporâneas".

 

ANEC

Daniel Munduruku, do povo do mesmo nome, é escritor, educadore e hoje se destaca como um dos maiores expoentes da cultura indígena e brasileira. Conheça um pouco da história e do pensamento deste ex-aluno do Centro Universitário Salesiano (Unisal) de Lorena.Os filhos são a honra do pai. Os ex-alunos de Dom Bosco honram este pai e mestre. São muitos, quem sabe milhões, os ex- alunos de Dom Bosco no mundo inteiro. Daniel Munduruku, do povo  do mesmo nome é um deles.

Indígena natural do Pará, Daniel foi seminarista salesiano e cursou Filosofia no Centro Unisal de Lorena. É doutor em Educação pela Universidade de São Paulo e faz pós-doutorado na Universidade Federal de São Carlos, SP. É pesquisador da CAPES  e Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, além de diretor-presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual e do Instituto UKA – Casa dos Saberes Anecestrais. Palestrante e conferencista apreciado em eventos nacionais e internacionais, Daniel participou da Feira Internacional do Livro em Bolonha, Itália, e da Feira Internacional do Livro em Bogotá, Colômbia. Em 2013, foi selecionado para participar da Feira Internacional do Livro em Frankfurt na Alemanha, a maior do mundo.

O trabalho realizado no Colégio Coração de Jesus, unidade da Rede Salesiana de Escolas em Cuiabá, MT, aqui serve de exemplo, dentro da proposta de estimular os alunos e envolvê-los no universo imaginário da escrita e da reflexão sobre os valores humanos, na prática.

 

A escrita e a leitura que acompanham a humanidade desde os seus primórdios, possuem lugar privilegiado em todas as áreas do conhecimento, ampliando e solidificando os ensinamentos quando estes partem da informação para alcançar o conhecimento. Para tanto, é necessário partir da prática para estimular os alunos a pensar, refletir sobre algo importante da teoria ou sobre a própria vida. Para que essa dinâmica aconteça com eficiência, faz-se necessária a mediação do professor.

Perguntas e hipóteses devem servir para estimular os alunos à investigação e ao pensar. O livro didático é um apoio importante quando superamos seus limites e aproveitamos as possibilidades dos temas que devem transcender as fronteiras das disciplinas para explicar os fenômenos.

O trabalho realizado no Colégio Coração de Jesus, unidade da Rede Salesiana de Escolas em Cuiabá, MT, aqui serve de exemplo, dentro da proposta de estimular os alunos e envolvê-los no universo imaginário da escrita e da reflexão sobre os valores humanos, na prática.

O Fórum de Experiências Educacionais reuniu no Colégio João Paulo II, em Brasília, durante os dias 10 e 11 de junho, mais de 80 coordenadores e gestores de instituições sócias do portal. Na terça-feira, 11 de junho, último dia de encontro, Carlos Seabra, consultor e coordenador de projetos de tecnologia educacional e redes sociais, conduziu os participantes em uma discussão sobre ‘Tecnologia e Imaginação’.

 

Ao longo de todo o dia, a apresentação de casos de sucesso permitiu o intercâmbio de experiências entre as escolas usuárias da plataforma, além de explorar o potencial e apresentar as inovações promovidas pelo portal em diversas instituições do país.

 

Ana Lúcia Ignácio, coordenadora de Tecnologia Educacional do Colégio Salesiano Região Oceânica, em Niterói, participante do evento, gostou da experiência. “Participando do fórum pudemos ver que nossas preocupações são as mesmas, mas que podemos buscar soluções de diversas maneiras. Estar aqui possibilitou a troca destas soluções”, afirma.    

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Para Cintia Faro, gerente de Conteúdo do portal, o saldo do encontro é mais do que positivo. Segundo ela, “eventos dessa natureza enriquecem e fortalecem a prática pedagógica com o uso das novas tecnologias em ambiente escolar”.

 

Criado em 2011, o Portal Futurum Educativo é uma empresa pensada por entidades católicas e tem o objetivo de valorizar o processo de ensino aprendizagem por meio das novas tecnologias, trazendo a tradição e a qualidade do ensino católico para o século XXI.

 

 

Com informação da ANEC

O primeiro dia de aula de Bergamim Tsipta'awe Tsuwate foi marcante. Ao entrar, no dia 30 de janeiro, nas dependências da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande, MS, o jovem acredita ter dado “o passo mais importante de sua vida”. “Estou realizando um sonho”, diz o Xavante de 23 anos, um dos doze indígenas que integram projeto iniciado neste ano pela Missão Salesiana de Mato Grosso (MSMT). Pelos próximos anos, as turmas de Enfermagem, Direito, Serviço Social, Administração, Pedagogia, Fisioterapia, Nutrição, Zootecnia e Agronomia da UCDB terão entre seus acadêmicos índios vindos de Mato Grosso – a instituição já conta com alunos indígenas, das etnias de Mato Grosso do Sul, principalmente Terena.

Do grupo que desembarcou em Campo Grande no dia 29 de janeiro, oito são Xavante e quatro são Bororo – divididos em oito homens e quatro mulheres com idades entre 18 e 29 anos. Além de bolsa de estudos na UCDB, a Missão Salesiana também está garantindo moradia (em duas casas próximas à universidade), emprego e acompanhamento. A alimentação foi custeada nos primeiros dois meses de permanência na capital sul-mato-grossense. “Agora, eles deram início a uma nova fase, que é de manter a alimentação com o salário que já estão recebendo”, diz mestre Antônio Teixeira, ecônomo inspetorial que acompanha de perto cada um dos jovens. A coordenação é do inspetor, padre Lauro Takaki Shinohara, da Inspetoria Salesiana de Campo Grande.

 

Na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande, MS, as aulas são ministradas em português. Mas no laboratório de informática do Projeto Rede de Saberes e nos corredores da universidade também é possível ouvir conversas nas línguas Terena, Xavante, Bororo e Kadiwéu. Embora o português seja o idioma oficial do Brasil, estima-se que atualmente também sejam faladas 180 línguas indígenas no país.

 

O Rede de Saberes é um projeto de apoio à permanência de indígenas no ensino superior viabilizado com recursos da Fundação Ford. Teve início em 2005 e é uma parceria entre a UCDB por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas (NEPPI), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul de Aquidauana (UFMS). Ele estimula e orienta a iniciação científica, oferece cursos de extensão e monitorias e disponibiliza o uso de laboratórios de informática para os participantes.

 

Na Católica, o projeto é coordenado pela professora Eva Ferreira e atualmente atende 95 acadêmicos indígenas de quatro etnias do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso que estão matriculados nos mais variados cursos, de Fisioterapia à Ciência da Computação.

 

Uma das monitorias oferecidas pela Rede de Saberes é de Língua Portuguesa. Ministradas pela professora Célia Cristina da Silva, as atividades ajudam os estudantes a compreender um idioma que, em muitos casos, é a segunda língua. “Para alguns é mais tranquilo, a dificuldade está apenas na abordagem acadêmica ou no fato de que estudou em uma escola mais ‘fraca’. Mas para outros, que têm muito menos convivência com o português, a dificuldade é a mesma que nós temos para aprender uma língua estrangeira”, explica a professora.

 

As aulas são diferenciadas. Os acadêmicos começam fazendo leituras para enriquecer o vocabulário, conhecer novas palavras e exercitar a compreensão dos textos. Depois, eles produzem pequenos textos e por fim fazem a correção, entrando em contato com a gramática. A professora afirma que os encontros são muito positivos e considera que também aprende muito “trabalhar com essas monitorias é muito gratificante. As aulas são uma troca cultural”, descreve.

 

Acesse o site da Missão Salesiana de Mato Grosso para ler a matéria na íntegra

 

Os rumos da Educação Católica nas Américas foram debatidos em três eventos importantes realizados de 14 a 18 de janeiro, no Panamá. A Família Salesiana do Brasil participou desses eventos, em especial com uma delegação da Rede Salesiana de Escolas (RSE).

 

Cerca de 800 representantes de congregações religiosas e dioceses da América Latina participaram, nos dias 15 a 17 de janeiro, do 23º Congresso Interamericano de Educação Católica, realizado na Cidade do Panamá, capital do Panamá, pela Confederação Interamericana de Educação Católica (CIEC).

“O Congresso foi um momento muito rico para a troca de experiências. Entre os temas debatidos, todos relevantes, podemos salientar a palestra sobre Os Valores da Cidadania Ativa, proferida pelo professor Emilio Martínez Navarro, da Universidade de Murcia, na Espanha; e a conferência de padre Juan Antonio Ojeda, FSC, que tratou sobre a escola católica e o trabalho em redes”, destacou o padre Nivaldo Luiz Pessinatti, Diretor-executivo da Rede Salesiana de Escolas (RSE).

 

Sábado, 27 Abril 2013 01:11

Voluntariado educativo

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Caminhos para promover e incentivar o voluntariado entre os jovens.

 

No ano em que a Juventude está no centro das atenções para a Igreja, algumas nuances do comportamento jovem revelam-se em uma grande força inovadora e cheia de esperanças. O voluntariado, por exemplo, é um dos caminhos que muitos jovens têm trilhado para a construção de um novo futuro para a sociedade.

As características do voluntariado jovem são o tema desta entrevista concedida ao Boletim Salesiano pela irmã Adair Sberga, FMA, diretora do Colégio Auxiliadora de Ribeirão Preto, SP, e autora do livro Voluntariado Jovem - Construção da Identidade e Educação Sociopolítica.

 

As “boas práticas” adotadas pelas escolas salesianas de Norte a Sul do país deram a tônica do XI Encontro Nacional da Rede Salesiana de Escolas (ENARSE). Realizado nos dias 20 a 22 de março, o encontro reuniu em Brasília, DF, cerca de 200 diretores, assessores, gestores e diretores da RSE com o objetivo de valorizar a práxis inovadora das escolas nos diversos projetos da Rede. Nessa perspectiva, as palestras referentes à formação, administração, comunicação e avaliação, entre outros temas, foram pautadas na apresentação de cases de sucesso que auxiliaram os participantes do encontro a compreender e utilizar melhor os recursos e serviços oferecidos pela RSE.

 

Confira como foi cada dia do XI ENARSE:

 

Palestrantes internacionais são destaque no primeiro dia do ENARSE

Experiências bem-sucedidas valorizam os projetos da RSE

Material didático digital é tema do último dia do XI ENARSE

 

RSE Informa

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