Terça, 09 Janeiro 2018 18:26

“Cada cidade síria pagou ou está pagando o seu preço: um preço de destruição e horror de uma guerra totalmente insensata”.

Sexta, 28 Abril 2017 17:21
Durante a guerra na Síria, os Salesianos foram muitas vezes testemunhas de mortes trágicas de jovens, pertencentes aos oratórios salesianos de Aleppo e Damasco. Dois dias atrás aconteceu de novo: Grace, uma jovem de 21 anos, ativa no oratório de Damasco, foi morta por um morteiro que atingiu o seu carro, no qual estava viajando com sua prima Dina.
Quinta, 08 Dezembro 2016 13:59

A vontade de sobreviver da população, na Síria, é mais forte do que a guerra. Foi o que sublinhou o salesiano sírio, padre Dani Gaurie, em 30 de novembro, no Salesianum de Viena (Áustria), enquanto, em colaboração com os responsáveis pela iniciativa “Dom Bosco para os refugiados”, apresentava a atual situação na Síria. Os salesianos continuam ativos no país como antes: quatro animam o Centro Juvenil de Damasco; três o Oratório em Aleppo-Oeste. Todas essas atividades são possíveis apenas porque estão nas zonas controladas pelo governo.

Segunda, 05 Outubro 2015 15:06

Foi realizado de 26 de setembro a 1° de outubro o "Confronto do Movimento Juvenil Salesiano" (MJS), da Síria, em Kafroun. O evento contou com a participação de uma centena de jovens provenientes dos três oratórios salesianos da Síria (Alepo, Damasco e Kafroun) e quatro oratorianos de Kamishly, cidade situada no norte do país, onde os Salesianos contavam com um florescente oratório.

Quarta, 09 Setembro 2015 15:08

A Agência de Notícias Salesianas (InfoANS) divulgou um novo relato do inspetor do Oriente Médio, padre Munir El Rai, sobre sua visita à Síria. Esta é a terceira e última etapa, na capital, Damasco. Leia abaixo.

Quinta, 09 Abril 2015 22:02

 

Como sempre, nas guerras quem paga o preço mais alto são os mais fracos. Demonstram-no  os trágicos acontecimentos que se dão ainda nestas horas no campo de refugiados de Yarmuk, às portas de Damasco, onde estão cerca de 18.000 refugiados palestinos, entre os quais 3.500 crianças, enrascados entre o fogo do exército regular sírio e o avanço dos rebeldes.

Sexta, 06 Março 2015 14:26

 

Infelizmente o ano 2015 em Damasco, Síria, teve início num clima de verdadeira guerra. Os dias tradicionalmente dedicados à festa de Dom Bosco foram marcados por intensos bombardeios, acompanhados por fortes nevadas que, de algum modo, obstacularam a chuva de foguetes e mísseis lançados sobre a cidade, relata o inspetor do Oriente Médio, padre Munir El Rai, SDB.

 
Terça, 23 Abril 2013 16:35

 

A guerra civil na Síria continua destruindo casas, vidas humanas e agora também a esperança e a fé dos jovens  - e o que relata o padre Munir El Rai, inspetor salesiano para o Oriente Médio, que nas duas últimas semanas esteve na Síria. De acordo com o padre, os jovens estão sem esperança e perguntam “onde está Deus”.

Segunda-feira, 8 de abril - "Apenas cheguei a Damasco, Capital da Síria, partindo do Líbano, onde participara dos exercícios espirituais com 22 coirmãos, uma forte explosão sacudiu o centro da Capital. Mais uma vez o sangue de uma vintena de vítimas se acrescentou ao de tantas outras. O povo continua vivendo na total insegurança, por causa das frequentes explosões – de tiros ou de morteiros. Respira-se o ar de sofrimento, de tristeza, de dor. Vi o pranto de dois meninos que perderam o pai saíra  para o trabalho e que na dor, correram a nós como  parte de sua família.

 

A situação geral de Damasco, cidade cosmopolita, com perto de 5.000 000 habitantes, nunca fora tão dramática e preocupante como em outras cidades, embora os ruídos da guerra se ouvissem todos os dias e quase todas as horas. De fato, a primeira explosão em Damasco ocorreu em dezembro de 2011, e poucas outras seguiram, mas esporadicamente.

 

A partir do mês de julho de 2012, a atmosfera mudou radicalmente, por causa de vários atentados. Desde então as atividades se fizeram somente pela manhã e com certa trepidação, pela insegurança no transporte dos jovens, cujo número diminuiu sensivelmente.

No início de outubro, cerca de 80 rapazes participavam do ano escolar e catequético, no ensino fundamental e médio. Em 21 de outubro, uma grande explosão no centro cidade provocou cerca de 15 mortes, em Bab Touma, zona prevalentemente cristã. As atividades do centro juvenil foram suspensas. Depois disso, as explosões voltaram a ocorrer de novo esporadicamente, em vários bairros da cidade. Os alunos das classes elementares e médias são raramente convocados. E a sua presença diminuiu consideravelmente.

 

Em 2013, a guerra e as explosões continuaram, causando muitas vítimas. Apesar dessa situação, procurou-se fazer alguma coisa. No mês de janeiro voltou a reflorir a vida no centro juvenil, com a presença de cerca de 140 meninos e meninas. Nos meses de fevereiro e março, o clima de guerra não permitiu a realização ordinária das atividades. Isso obrigou-nos a buscar outras formas de contato com os jovens e suas famílias: visita a uma centena de famílias, proposta de pequenas colônias de férias internas por grupos, retiro de dois dias para alguns ginasianos; a celebração da Festa de Dom Bosco, no dia 7 de fevereiro, com a presença de cerca de 80 crianças e jovens; um retiro de três dias para alguns universitários; confissões para uns 30 alunos das classes elementares e médias.

 

Depois da Páscoa, notou-se certa retomada na participação, mas antes de convocar os rapazes, pedem-se informações aos catequistas e colaboradores sobre a situação nos vários bairros. Dependendo das respostas e se as circunstâncias não mudarem, deveremos impostar as nossas atividades pastoral-educativas mediante visitas às famílias dos nossos meninos e jovens, e com frequentes convocações de pequenos grupos para um encontro de três dias de formação humana, espiritual e salesiana".

 

Clique aqui para novos relatos do padre Munir sobre a situação na Síria.

 

InfoANS