Agostino Favale

Agostino Favale

 

Padre Agostino Favale, SDB, é professor emérito de História da Igreja Moderna e Contemporânea e de Espiritualidade da Universidade Pontifícia Salesiana de Roma, consultor da Congregação para a Causa dos Santos e autor de mais de 180 obras.  

Quinta, 07 Maio 2015 16:27

Neste quinto artigo voltado à celebração do bicentenário de nascimento de Dom Bosco, o padre Agostino Favale, SDB, trata sobre a Família Salesiana e o amplo movimento iniciado pelo santo em favor dos jovens.

Terça, 14 Abril 2015 01:05

Ao se aproximarem as celebrações pelo bicentenário do nascimento de Dom Bosco, o padre Agostino Favale, SDB, trata sobre a “Pedagogia da Bondade”, que marcou a proposta educativa do Santo dos Jovens e dos educadores salesianos.

Terça, 17 Março 2015 01:26

Ao se aproximarem as celebrações pelo bicentenário do nascimento de Dom Bosco, o padre Agostino Favale, SDB, trata sobre a origem e a história da “Pedagogia da Bondade”, que marcou a proposta educativa do Santo dos Jovens e dos educadores salesianos.

 

Segunda, 05 Janeiro 2015 20:25

Dom Bosco gostava de ser chamado de “pai”: “Chamai-me sempre de pai e serei feliz”. E, realmente, todos os que o conheceram, como ex-alunos ou colaboradores, o chamaram assim. Sua paternidade, tonificada pela bondade se exprimia na amorosidade, vivificada pela caridade pastoral.

Terça, 04 Novembro 2014 23:20

Na proximidade das celebrações do bicentenário do nascimento de Dom Bosco, parece oportuno recordar dois títulos atribuídos a ele, que evidenciam alguns aspectos da sua amável humanidade e da sua fecunda atividade de padre educador e pastor.

Sábado, 27 Abril 2013 01:47

 

Depois de ter apreendido o genuíno significado do conteúdo do Pai Nosso, podemos retroceder delineando algumas características. Isso pode nos ajudar a entender que a relação da criatura com Deus não é complicada, mesmo que pareça impossível.

 

No Pai Nosso não há traço de prolixidade. Os pedidos são breves, as palavras são concisas e o seu conteúdo é de uma profundidade abissal. Com esta oração, Jesus desejou ensinar-nos como Deus deseja receber a oração. Indica o modo correto ou, se assim o desejar, a disposição interior com a qual devemos estar diante de Deus.

O Pai Nosso é uma oração rica de conteúdo. São Cipriano o considera um “compêndio da doutrina celeste”, onde “nada foi esquecido daquilo que sabemos e podemos pedir”, seja referindo-se a Deus ou em relação ao homem (De dominica oratione, 8). Devemos, portanto, considerá-la uma oração completa em si mesma.

 

Terça, 15 Janeiro 2013 21:28

 

A última invocação do Pai Nosso fala do “mal”. É uma palavra que pela indeterminação deixa o caminho aberto a duas interpretações.

 

 

Os três últimos pedidos do Pai Nosso interagem uns com os outros. A súplica do perdão vem integrada à da superação das tentações ou provas, completada com a da liberação do mal. Esta última compreende também, de certa maneira, os antecedentes, porque, libertos do mal, somos capazes de realizar o conteúdo dos pedidos, que contêm a santificação do nome de Deus, a vinda do Seu Reino e o cumprimento de Sua vontade.

 

Segunda, 10 Dezembro 2012 23:28

 

Depois da invocação para remissão dos pecados, Jesus nos convida a suplicar ao Pai para que nos auxilie a superá-las.

O pedido “não nos deixeis cair em tentação”, como o recitamos, é ambíguo pelo fato que nos faz imaginar que seria Deus a nos induzir à tentação. Interpretação já rejeitada por São Giacomo que diz: “Ninguém, ao ser tentado, deve dizer: ‘É Deus que me tenta’, pois Deus não pode ser tentado pelo mal e tampouco tenta a alguém. Antes, cada qual é tentado por sua própria concupiscência, que o arrasta e seduz” (Tg 1,13-14), mas isso não o priva da responsabilidae pessoal.

A locução atual, inserida na liturgia da Missa, diz: “Não nos deixeis cair em tentação”. É uma súplica dirigida ao Pai para pedir que o peso da tentação seja proporcional às nossas forças, para não sucumbirmos.